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Vídeos que mostram civis “brincando” com viaturas da Polícia Militar serão investigados pela PMRN

segunda-feira, 25 de novembro de 2013 · 0 comentários





Vídeos postados na internet flagram civis utilizando uma viatura da Polícia Militar de maneira irregular. De acordo com informações do blog do Jacson Damasceno, os vídeos mostram jovens brincando com as viaturas, enquanto elas deveriam estar sendo usadas para garantir a segurança e o policiamento nas ruas.

São pelo menos dois vídeos que estão circulando pela rede mundial de computadores. Um dos vídeos mostra um jovem civil dirigindo uma viatura do Comando do Policiamento Metropolitano pelas ruas da cidade.



O cel. Araújo participou ao vivo hoje do Jornal do Estado, sobre os vídeos publicados na internet em que jovens aparecem brincando com viaturas da Polícia Militar.

Segundo o comandante geral os casos já estão sendo investigados. Ele explicou que a instituição hoje em dia já não possui oficina mecânica própria e por isso as viaturas são consertadas em outras por aí afora, particulares. A grande verdade é que muitas vezes estes consertos ficam por conta dos próprios praças, que pedem aos mecânicos esta força.

E ocorre que nesses dois casos as viaturas foram utilizadas por pessoas provavelmente dessas oficinas. O comandante geral está muito chateado com os vídeos e garantiu que ninguém ficará impune.

É até uma infantilidade eu precisa dizer que em nenhum momento eu denegri ou achincalhei a imagem da PM divulgando os vídeos. Pelo contrário. Denunciei as pessoas que fizeram isso. Deixando inclusive bem claro a minha revolta com tais atos e cobrando providências das autoridades para tamanha ousadia e desrespeito com uma instituição que tanto defendo e exalto diariamente.

Tanto que todos, eu disse todos os policiais militares com quem tive contato apoiaram e incentivaram a ação. Colocando em risco inclusive o relacionamento deles com os colegas que deixaram os carros nas oficinas. “Rasgue. Posta logo. Quem fez, errou e tem que pagar”, disseram os policiais, que também amam a PM e não aceitam que este tipo de atitude continue ocorrendo.

Infelizmente nem todo mundo entendeu, ou quis entender. E eu tenho que gastar alguns minutos para explicar uma coisa que é estupidamente óbvia.

http://blogs.portalnoar.com/jacsondamasceno/

Comandante da PM sugere que Civil investigue vândalos no RN

sábado, 20 de julho de 2013 · 0 comentários

Do G1 RN

PM tenta dispersar grupo de manifestantes
(Foto: Igor Jácome/G1)

O comandante geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte sugere que atos de vandalismo praticados durantes o protesto desta sexta-feira (19), em Natal, sejam investigados pela Polícia Civil. De acordo com o coronel Francisco Araújo, “os vândalos resolveram causar destruição na cidade de forma premeditada". O comandante ainda afirmou que imagens que registraram tais ações serão disponibilizadas.

Segundo Araújo, as imagens que registram as ações serão encaminhadas para facilitar as investigações. “Vou sugerir à Secretaria de Segurança Pública que a a nossa coirmã, Polícia Civil, investigue a atuação desses criminosos em atos pacíficos”, revelou ao G1, o comandante.
Para o comandante, o protesto seguiu pacífico até a Câmara Municipal de Natal, onde houve confronto. Balas de borracha, além de bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral foram lançadas para dispersar a multidão. Os manifestantes revidaram jogando pedras em direção aos militares.

Grupo do #RevoltadoBusão e PM entra em confronto
em Natal (Foto: Igor Jácome/G1)

“Alguns manifestantes atiraram pedras em PMs e tentaram invadir o prédio. Nossos homens, em legítima defesa e para proteger o patrimônio público, tiveram que reagir”, concluiu Araújo.

Repúdio

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte divulgou nota à imprensaapós a manifestação repudiando os atos de vandalismo. A nota também sugere investigação sobre violência. "A OAB/RN condena todo e qualquer ato de violência perpetrado em desacordo com a ordem constitucional e defende a identificação e responsabilização das pessoas que tenham praticado delitos durante as manifestações", diz a nota.
Manifestantes da #RevoltadoBusão nas proximidades do viaduto Quarto Centenário (Foto: Felipe Gibson)

MP abre no RN inquérito contra NNex, BBom, Telexfree, Multiclick e Priples

sexta-feira, 12 de julho de 2013 · 0 comentários

Alexandre Cunha Lima é um dos promotores que
investiga atuação de empresas multinível no RN
(Foto: Leonardo Melo)

Do G1 RN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte instaurou neste sábado (6), por meio de cinco portarias publicadas no Diário Oficial do Estado, inquéritos civis para investigar se as empresas de marketing multinível Telexfree, BBOM, NNEX, Multiclick e Priples estão atuando como pirâmide financeira – modelo comercial previsivelmente não-sustentável que depende basicamente do recrutamento progressivo de outras pessoas.

As investigações estão sob responsabilidade dos promotores Sérgio Luiz de Sena e Alexandre Matos Pessoa da Cunha Lima, ambos da Promotoria de Defesa do Consumidor da comarca de Natal. As empresas têm 10 dias para apresentar defesa. O mesmo acontece com a Cidiz, cujo inquérito foi instaurado nesta sexta (5).
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Todas as empresas citadas foram ouvidas pelo G1. Elas negam atuar como pirâmide financeira.

Telexfree

Segundo as portaria que trata da Telexfree, Alexandre Matos Pessoa da Cunha Lima relata que a empresa sempre se apresentou como uma empresa de markenting multinível, dizendo-se divulgadora e revendedora do serviço VOIP. No entanto, o promotor considera que o principal objetivo é o recrutamento de pessoas. Deste modo, ele ressaltou a necessidade de instaurar procedimento investigatório para analisar a conduta da empresa e atuação no Rio Grande do Norte e também verificar a situação dos consumidores residentes no estado.

Criada originalmente nos Estados Unidos, a Telexfree comercializa um sistema de telefonia pela internet, o VOIP (Voice Over Internet Protocol). A Telexfree no Brasil seria o nome-fantasia da empresa Ympactus Comercial LTDA, com sede em Vitória, no Espírito Santo, tendo iniciado suas atividades em março de 2012. As contas dos divulgadores de todo o país foram bloqueadas recentemente em decisão do Tribunal de Justiça do Acre.

O representante comercial Nestor Case, que é divulgador Telexfree, diz que não vê problema no fato de o MP investigar a empresa. "A Telexfree é 100% legal e cumpre com todas suas obrigações com seus divulgadores e clientes, e paga todos os seus impostos. Temos um produto, que é o serviço Voip, que não é um produto de fantasia. A postura do MP do nosso estado de não apenas investigar a Telexfree, mas todas as outras, mostra transparência e imparcialidade. E isso é bom para o MMN do Brasil", disse.

BBOM

Sobre a BBOM, o promotor Sérgio Luiz de Sena informou que no site 'Reclame Aqui' consta considerável número de reclamações por motivos diversos contra a empresa, a qual, segundo o endereço www.bbomcomofunciona.com.br caracteriza-se como empresa do ramo marketing multinível, havendo assim necessidade de verificação preventiva da regularidade de suas atividades, a fim de evitar eventuais danos aos consumidores.

O promotor ainda considerou que os serviços a serem prestados pelo consumidor/investidor dizem respeito à comercialização de supostos rastreadores veiculares, fornecendo serviços tanto de rastreamento quanto de monitoramento.

A BBOM também se pronunciou . Criada neste ano, a empresa faz recrutamento de pessoas associando à venda de rastreadores veiculares comercializados pela rede de franquias Unepxmil. Tanto a empresa de marketing multinível quanto a rede de franquias são braços do grupo Embrasystem, que segundo o site da empresa, trabalha com produtos de tecnologia há 17 anos.

Os rastreadores veiculares são adquiridos em regime de comodato por uma mensalidade de R$ 79,90. O contrato tem duração de 36 meses. "A ideia do produto é ter acesso a informações de desempenho do veículo e saber da localização do mesmo para fins de segurança", explica o diretor de marketing Ednaldo Bispo. Para ele, existe uma linha tênue entre o marketing multinível e a pirâmide financeira. "Quando se aproximam muito dessa linha, todos acabam sendo colocados no mesmo saco", afirmou. Bispo explica que a principal preocupação da BBOM é com o cliente final, aquele que adquire o rastreador veicular.

NNEX

Sobre a NNEX, que também está sendo investigada por Sérgio Luiz de Sena, o promotor relatou na portaria que o site Reclame Aqui também mostra inúmeras reclamações contra a empresa. “A atividade básica a ser desempenhada pelos consumidores/empreendedores consiste na prestação de serviços de divulgação, publicidade e comunicação na internet, além da identificação e indicação de pessoas físicas e jurídicas para serem usuários do NNEX, auferindo comissões pelas suas atividades no NNEX, bem como pelos empreendedores digitais por ele identificados e indicados”, ressalta.

A NNEX enviou nota ao G1. Nela, a empresa se identifica como catálogo eletrônico de produtos e serviços e afirma que trabalha em duas vertentes: seleção de parceiros com produtos e serviços de interesse do público alvo da NNEX, e motivação do grupo de afiliados para consumo e revenda dos itens do catálogo. O afiliado escolhe o produto com o qual irá trabalhar e adquire um pacote de serviços que internamente é controlado por cupons, adotados como moeda interna.

De acordo com a empresa, além de serem trocados por produtos e serviços, os cupons "podem também, em conformidade com determinados critérios, se transformarem em valores financeiros, ao serem enviados ao 'Fundo de Participação Publicitária' da NNEX".
Através de cálculos que levam em conta percentual do faturamento, eficácia da atividade de mídia realizada e necessidade de investimento publicitário, é definido o valor a ser pago pelo cupom, variando de centavos até dezenas de reais.

Multiclick

Por fim, o Diário Oficial do Estado deste sábado também traz a abertura de investigação contra a Multiclick. O inquérito, instaurado pelo promotor Alexandre Matos Pessoa da Cunha Lima, ressalta que a empresa diz ser uma empresa de marketing multinível, apresentando produtos relacionados à publicidade por meio de compartilhamento de anúncios via internet. Contudo, o promotor também considera que o foco mais importante é o recrutamento de pessoas e que “existe a possibilidade de o serviço ou produto ofertado ter por objetivo falsar os objetivos da empresa ou, ainda, a possibilidade da insustentabilidade do negócio resultar na transmudação da empresa para uma pirâmide financeira”.

Localizada em Balneário Camboriú, no estado de Santa Catarina, a Multiclick se identifica no site oficial como uma empresa que atua no ramo publicitário. Sobre a investigação, o consultor Myelk Dias, que é investidor da empresa no RN, acredita na obrigação do Ministério Público e polícia em apurar possíveis fraudes. "Tudo é um aprendizado, inclusive para as autoridades, que buscam regular as atividades oriundas do marketing multinível. Estamos lado a lado exercendo essa busca. Se eventualmente algo precisar de ajuste, assim o faremos".

Para Myelk, o mercado do marketing multinível precisa de regularização. "Enquanto esse mercado não estiver devidamente regularizado, é até salutar que se apure tudo, para defesa de todos os cidadãos, movimento que apoiamos, e com certeza, ao final será demonstrado todo nosso rigor e lisura", explicou.

Priples

A Priples também será investigada por Alexandre da Cunha Lima. Na abertura do inquérito, ele cita que a empresa atua no estado atraindo consumidores por meio de investimento financeiro sob a promessa de retorno rápido do capital investido e lucros altos para os padrões normais da atividade desenvolvida pela empresa.

Com sede na cidade de Recife, o Priples foi criado pelo empresário Henrique Maciel Carmo de Lima. O marketing multinível da empresa é associado à venda de espaços publicitários na internet. "Trabalhamos com publicidade, vendendo os espaços para a divulgação de produtos. Temos o diferencial de controlar o horário em que os anúncios são publicados, possibilitando à empresas anunciantes atingirem o público alvo", diz o fotógrafo Ewerton Farias, considerado número 1 da empresa no Rio Grande do Norte.

No site oficial, a empresa lista vantagens para empresários que queiram se utilizar dos serviços da Priples e para desenvolvedores do marketing multinível. "Não estamos preocupados com a investigação. Se fosse assim teriam de investigar todas as mídias sociais e sites que possuem espaços publicitários", ressalta Ewerton Farias.

MP investiga atuação da Telexfree e outras empresas de multinível no RN

terça-feira, 2 de julho de 2013 · 0 comentários

G1RN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte vai abrir um inquérito civil para investigar a atuação de empresas de marketing multinível no estado. As empresas investigadas são Telexfree, BBom, NNex, Multiclick, Priples e Cidiz. A promotoria de defesa do consumidor será responsável por apurar se o funcionamento destas empresas se constitui em pirâmide financeira.

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A decisão foi tomada em reunião realizada na manhã desta terça-feira (2), em Natal, com os promotores de defesa do consumidor Alexandre Cunha Lima, José Augusto Peres e Sérgio Sena. O Rio Grande do Norte é o sétimo estado a abrir investigação sobre o Telexfree.

No último sábado (29), um grupo de divulgadores da Telexfree fez uma manifestação em Natal para protestar contra a decisão da Justiça do Acre de impedir as atividades da empresa no Brasil.

A Justiça suspendeu os pagamentos e a adesão de novos contratos à Telexfree, no dia 18 de junho. A decisão, que é válida até o julgamento da ação principal, sob a pena de multa diária de R$ 500 mil, foi mantida no dia 24 de junho, quando o desembargador Samoel Evangelista, do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC) indeferiu o pedido de revisão das sentenças impetrado pelos advogados da Telexfree. A decisão deixou muitos divulgadores da empresa preocupados com o futuro e com a possibilidade de serem prejudicados por terem investido altos valores.

Empresas afirmam legalidade
Para o empresário Victor Noé, que é investidor da empresa BBom em Natal, a empresa se diferencia de outras por ter um produto qualificado. Ele se refere ao rastreador veicular comercializado pela rede de franquias Unepxmil, um dos braços do grupo Embrasystem, que criou neste ano a empresa de marketing multinível BBom. Os rastreadores em questão são alugados por uma mensalidade de R$ 80 nas lojas da rede de franquias.

O lucro dos investidores, segundo o empresário, vem da receita adquirida com os rastreadores. "Ao entrar você adquire uma microfranquia e recebe um rastreador veicular para uso pessoal e outros para serem inseridos na rede de franquias do Unepxmil, que chega a duas mil lojas no Brasil. Muitas das empresas não conseguem atingir o cliente tradicional porque ficam dentro do marketing multinível", afirma o empresário, que abriu uma franquia da Unepxmil há 15 dias na capital potiguar.

Já a empresa Prinples, que também é citada pelo Ministério Público, trabalha com a venda de espaços publicitários na internet. O fotógrafo Ewerton Farias, considerado número 1 da empresa no Rio Grande do Norte, conta que trabalha na empresa para adquirir a renda complementar. "Não estamos preocupados com a investigação. Se fosse assim teriam de investigar todas as mídias sociais e sites", ressalta. Ele garante que a empresa atua de forma correta e dentro da legalidade.

"Trabalhamos com publicidade, vendendo os espaços para a divulgação de produtos. Temos o diferencial de controlar o horário em que os anúncios são publicados, possibilitando as empresas anunciantes atingirem o público alvo", diz. De acordo com Ewerton Farias, além da publicidade, a empresa está ampliando suas atividades. na internet. "Estamos com um serviço agregado de perguntas e respostas no site e pretendemos ampliar nossas atividades", conclui.

No último sábado (29), quando divulgadores do Telexfree fizeram um protesto na zona Sul de Natal, o representante comercial da empresa, Nestor Case, explicou que a manifestação foi contra a decisão da Justiça do Acre de impedir as atividades da empresa no Brasil. "Queremos o direito de trabalhar livremente. Na visão de todos, a Telexfree é uma empresa lícita, que paga seus impostos e todos os seus divulgadores".

O G1 procurou as demais empresas, mas até o fim da tarde desta terça não conseguiu contato com representantes.

Com média de 10 roubos a veículos por dia, MP cobra investigação no RN

quarta-feira, 12 de junho de 2013 · 0 comentários

Igor JácomeDo G1 RN

O promotor de Justiça do Rio Grande do Norte, Wendell Beetoven Ribeiro Agra, recomendou que a Delegacia Especializada em Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (Deprov) instaure e conclua inquéritos de todos os crimes de furto ou roubo de veículos registrados no estado. A recomendação publicada nesta quarta-feira (12) no Diário Oficial do Estado ainda solicita que o delegado adote mecanismos de controle para vincular o número de registro da ocorrência ao respectivo inquérito. A recomendação dá prazo de dez dias para que o delegado se pronuncie ao Ministério Público.

Segundo o MP, os dados mais atualizados - fornecidos pelo delegado da Deprov - indicariam 2.237 ocorrências de furtos e roubos de carros e motos no Estado do Rio Grande do Norte no ano de 2011. A delegacia, no entanto, instaurou apenas 182 inquéritos policiais no mesmo ano, o equivalente a apenas 8,13% dos crimes noticiados.

O delegado titular da Deprov, Frank Albuquerque, disse ao G1 que considera impossível atender à demanda. "É humanamente impossível. Nós temos apenas três delegados (um está de licença) e seis policiais. Não temos estrutura para atender toda essa demanda", afirmou. O delegado disse ainda que, somado ao número de ocorrências de 2011, a delegacia ainda precisa dar conta de 3.611 casos em 2012 e outros 1.814 registrados até maio de 2013. "É uma média de dez ocorrências por dia. Precisaríamos de pelo menos dez delegados e 15 escrivães, além de uma estrutura maior", disse.

A recomendação, de acordo com o promotor, visa permitir “à vítima ou qualquer legítimo interessado acompanhar a sua tramitação (nos termos da Lei de Acesso à Informação), bem como, aos órgãos de controle da atividade policial, internos e externos, verificar o cumprimento das normas legais e regulamentares correlatas”, diz.

Segundo o documento, para fazer a recomendação, o promotor considerou o levantamento elaborado pela subcoordenadoria de Estatística e Análise Criminal, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, publicada em matéria jornalística “a respeito do número de crimes de furto e roubo de veículos automotores, revelando que no período compreendido entre os meses de janeiro e maio de 2011, somente nesta capital, foram registrados, na Delegacia Especializada em Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas, 662 ocorrências do gênero”.

“O número de inquéritos policiais instaurados no âmbito da Deprov não corresponde ao de ocorrências registradas, ficando evidente que a maioria dos crimes de furto e roubo de veículos automotores noticiados não é sequer investigada pela Polícia Civil, ou ainda, que podem existir investigações não materializadas em inquéritos policiais, o que constitui grave irregularidade e ineficiência da atividade policial”, descreve o texto.

"Infelizmente, nem se juntasse todas as delegacias de Natal, poderíamos fazer todos esses inquéritos. O próprio promotor reconhece que não temos estrutura", diz o delegado.

Secretaria de Segurança do RN cria força-tarefa para investigar execuções

sexta-feira, 22 de março de 2013 · 0 comentários

Aldair da Rocha disse que força-tarefa deve durar 90 dias
(Foto: Rafael Barbosa/G1)
A Secretaria de Segurança Púbilca e Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed) criou uma força-tarefa de investigação aos crimes de homicídios com autoria desconhecida e indícios de execução. Os "elevados índice de ocorrências policiais envolvendo os crimes de homicídios na região metropolitana de Natal", segundo a portaria que cria a força-tarefa, foram levados em consideração.

A portaria número 069/2013 está publicada na edição desta sexta-feira (22) do Diário oficial do Estado (DOE). Essa é a primeira medida de segurança pública adotada depois que o Rio Grande do Norte passou a integrar o Programa Brasil Mais Seguro, do Ministério da Justiça.

Segundo o secretário da Segurança Pública e da Defesa Social, Aldair da Rocha, a força-tarefa é o primeiro passo para a implantação da Divisão Especializada em Investigações aos Crimes de Homicídios no estado.

“É uma preparação. A criação da Divisão vai levar uns 90 dias. Então não podemos ficar parados até lá”, disse ele, frisando a necessidade de o estado combater os chamados esquadrões da morte. “Principalmente os grupos de extermínio e os assassinatos com características de execução”, pontuou.

Segundo Aldair, cinco delegados irão compor essa força-tarefa. Segundo Aldair, além da Polícia Civil, fazem parte da força-tarefa o Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar (Bope), o Centro de Inteligência da Sesed e o Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep). A coordenação do grupo será da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor).

O secretário frisa que a força-tarefa será extinta quando for implantada a Divisão Especializada em Investigação aos Crimes de Homicídios.

G1RN

POLÍCIA CIVIL, EM OPERAÇÃO CONJUNTA COM A POLÍCIA MILITAR E GUARDAS MUNICIPAIS, PRENDEM ACUSADOS DE ESTUPRO COLETIVO EM GUAMARÉ.

sábado, 9 de fevereiro de 2013 · 0 comentários



Foram dois meses de intensa investigação, sobre o comando do delegado da polícia cível Dr. Silvio Valdis Cruz Junior, com o apoio dos investigadores, Marcondes e Elson Felix. Numa operação denominada como INOCÊNCIA com ajuda da policia militar (GTO) de Macau, conhecida na região salineira como “TROPA DE ELITE” e da guarda municipal de Guamaré, a polícia cumpre MANDATO JUDICIAL e prende Erivan França da Silva (45 anos) e Mauricio Laurino da Silva (32 anos).
De acordo com as investigações, os acusados são os autores do estupro vulnerável ocorrido em dezembro de 2012 contra uma menor de apenas 5 anos de idade no povoado Quilombo a 6km da sede do município.

O crime ainda conta com a participação de outras pessoas envolvidas que estão sendo investigada pela polícia, o delegado não quis revelar os nomes, pois está sobre segredo de justiça, mas garantiu que este caso será esclarecido mediante as provas já colhidas, até para dá uma resposta à população de Guamaré que se se revoltou no dia do ocorrido. “A polícia nunca foi omissa ao caso, era uma questão de tempo de prender os acusados”, disse Dr. Silvio.
Segundo informações colhidas pela reportagem, o crime aconteceu no mês de dezembro do ano passado. Os acusados estavam em um bar próximo à casa da vitima, observando todo o movimento, quando a dona de casa saiu, eles aproveitaram que a porta estava encostada e entrou na residência quando decidiram praticar o ato com a menor que se encontrava sozinha e indefesa, levaram a menor para o matagal próximo ao bar, devido o local ser totalmente escuro e praticaram em coletivo o ato sexual com a menina.
Logo após o ato, eles fugiram alegando inocência, a criança ficou gritando, vizinho deram conta que as partes da menor estava completamente violentada pelos os acusados. A criança foi levada ao hospital Manoel de Lucas em Guamaré para fazer o exame de corpo e delito, mas devido o sangramento, o medico de plantão encaminhou para ser atendida em Natal.
Os acusados foram encaminhados à 5ª Delegacia Regional da Polícia Civil em Macau, e ficará em celas separadas devido à indignação dos presos pelo o ocorrido. Todos serão ouvidos pela a autoridade competente e ficará a disposição da justiça.
Guamaré em dias

Novos depoimentos contradizem versão do marido da fisiculturista morta em Natal

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013 · 0 comentários


Por Thyago Macedo do portalbo
Foto: Reprodução
O avanço das investigações sobre a morte da fisiculturista Fabiana Caggiano Paes, de 36 anos, está apresentando novos indícios que, de acordo com a polícia, comprovam que o marido dela, Alexandre Furtado Paes, realmente mentiu em sua versão sobre a morte da turista paulista. O delegado Frank Albuquerque, que estava em Recife, afirmou que pelo menos cinco testemunhas relataram a ocorrência de uma maneira diferente de Alexandre.
Frank Albuquerque chegou de Recife nesta terça-feira (8). Ele contou ao Portal BO que interrogou um homem que estava hospedado no quarto vizinho ao do casal paulista, no hotel localizado na avenida Hermes da Fonseca. “O detalhe interessante contado por ele é que no dia da ocorrência, ele teria ouvido Alexandre dizer: ‘acorda, acorda, você é forte’. Depois disso, aproximadamente cinco minutos, ele ouviu alguma coisa grande quebrar, que seria justamente o box do banheiro”, explica.
O delegado destaca que a contradição se dá porque o marido da fisiculturista tinha contado que primeiro quebrou o box do banheiro e depois de arrastá-la para fora é que teria dito “acorda, acorda, você é forte”.
“Outro detalhe que não bate com a versão contada por ele é que cinco pessoas revelaram que não encontraram nenhuma gota de água dentro do banheiro e a Fabiana também não estava molhada. Mesmo que o socorro tivesse demorado, o biquíni não seca tão facilmente e ainda estaria molhado. Além disso, os cacos do box quebrado estavam todos no mesmo lugar onde caíram. Se Fabiana tivesse sido realmente arrastada, os cacos estariam todos espalhados pelo banheiro”, destaca Frank Albuquerque.
Foto: Thyago Macedo
Delegado Frank Albuquerque investiga a morte de Fabiana Caggiano.
 
Ele contou à reportagem que também entrou em contato, nesta terça-feira, com o delegado J. C. Gonzáles, da Delegacia de Osasco, para que ele colha novo depoimento da mãe e da irmã de Fabiana Caggiano. O delegado Frank Albuquerque quer saber mais informações sobre um possível relacionamento extraconjugal de Alexandre Paes, que teria sido descoberto por umas mensagens de celular recebidas por ele.
Outras testemunhas que serão ouvidas ainda nesta semana, sendo que em Natal, são dois médicos do Hospital da Unimed. “Conversei com um deles e fiquei sabendo que, desde que Fabiana deu entrada na unidade, já se desconfiava que ela tivesse sofrido asfixia mecânica. No entanto, o médico me disse que como o marido relatou a história do acidente e a fisiculturista ainda estava viva, ele não acionou a polícia. Agora, vamos ouvir o depoimento para saber realmente as condições em que ela deu entrada no hospital”.
Fabiana Caggiano deu entrada no Hospital da Unimed no dia 28 de dezembro já inconsciente. No dia 2 de janeiro, ela morreu e o corpo foi levado ao Instituto Técnico-Científico de Polícia para esclarecimento da causa da morte. Uma perícia preliminar constatou sinais de esganadura e asfixia mecânica, o que fez com que a Polícia Civil iniciasse a investigação. Agora, o delegado Frank aguarda o laudo final para saber se a fisiculturista foi vítima de homicídio ou se sofreu acidente no banheiro.

 

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