Suspeito de matar menina de 6 anos é preso após assalto

sexta-feira, 7 de março de 2014 · 0 comentários

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Foto: Sérgio Costa / Portal BO

Policiais de Brejinho e Santo Antônio do Salto da Onça prenderam em flagrante, após assalto a uma fazenda, o jovem Arthur Mateus Costa e Silva, de 19 anos, na noite desta quinta-feira (6). De acordo com a polícia, ele é suspeito de matar a menina Letícia Marcelino, de seis anos, durante tentativa de assalto em Parnamirim.

No momento da prisão, Arthur estava acompanhado de um comparsa identificado como Alessandro, que também foi preso. Os dois tentaram fugir e, por isso, Arthur acabou sendo baleado na perna.

De acordo com Robson Gomes, diretor do Presídio Estadual de Parnamirim, Arthur Mateus é o último componente da quadrilha que tentou resgatar um preso em agosto do ano passado, em Parmamirim, ocasião em que um agente penitenciário acabou morto.

Ainda segundo o diretor do PEP, Arthur tentou enganar os policiais que o prendeu dando um nome falso, mas acabou descoberto em seguida. Contra o suspeito é atribuído ainda a acusação de em um assalto a um veículo que terminou na morte de pai e filho em São José do Mipibu.

Adolescente de 13 anos é executado em via pública de Parnamirim

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Vítima estava em via pública e foi surpreendida por dupla em motocicleta.

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Foto: Sérgio Costa / Portal BO

Mais um crime de homicídio foi registrado na cidade de Parnamirim. Na noite desta quinta-feira (6), um adolescente de 13 anos foi executado em via pública, quando estava na rua Lindomar Medeiros, no Vale do Sol. Ele foi morto com aproximadamente dez disparos de arma de fogo, segundo a polícia.

O adolescente Iuri do Nascimento Caetano foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta. Os bandidos chegaram atirando e não deram tempo de reação para o jovem, que ainda tentou correr, mas acabou morrendo no meio da rua.

Na cena do crime, os policiais do 3º Batalhão da Polícia Militar que atenderam a ocorrência foram informados que o adolescente Iuri teria envolvimento com assaltos na cidade de Parnamirim, o que pode ter motivado o assassinato. No entanto, o caso será investigado pela 1ª DP daquela cidade.

Vai se entregar', diz advogado de empresário acusado de morte no RN

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Do G1 RN

Empresário Eugênio Becegato é foragido da Justiça potiguar (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

A defesa do empresário paulista Eugênio Becegato Júnior o orientou a se entregar no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Parnamirim, cidade da Grande Natal, de onde fugiu no dia 16 de fevereiro passado. Becegato é acusado de em julho de 2013 ter matado a pernambucana Clara Rubianny Ferreira dentro de um apartamento no bairro de Ponta Negra, na zona Sul de Natal. O advogado Rilke Barth disse que o empresário o procurou - por telefone - há duas semanas, mas não informou onde estava.

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"Eu soube da fuga no mesmo dia porque a direção do CDP me informou. Há duas semanas, recebi um telefonema do meu cliente. Ele disse que estava bem e me pediu para eu entrar em contato com a família dele com o objetivo de pedir recursos para ajudá-lo. Eu perguntei onde ele estava, mas o Becegato se recusou a dizer. Eu o orientei a se entregar. Tenho certeza que ele vai fazer isso", falou o advogado ao G1.

Rilke Barth também falou que diariamente mantém contato com familiares de Eugênio Becegato. "Eles também não têm informações sobre o paradeiro do meu cliente. De qualquer forma, eu os orientei a não dar dinheiro algum para o Becegato. Ele vai voltar e nós vamos mostrar no júri que ele cometeu o crime em legítima defesa".

O advogado alega que a legítima defesa se configura nos depoimentos das testemunhas arroladas no processo. "Não era a primeira vez que a vítima tentava aplicar o golpe conhecido como 'Boa noite, Cinderela'. Meu cliente percebeu isso e acabou cometendo o crime. Tenho certeza que ele será absolvido no júri popular", frisou Rilke Barth. O júri popular de Eugênio Becegato Júnior, segundo o tribunal de Justiça, deve acontecer até abril. caso ele não apereça, será julgado à revelia.

Relembre o caso

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte encontrou o corpo de Clara Rubianny Ferreira no dia 22 de julho do ano passado dentro de um apartamento no bairro de Ponta Negra, na zona Sul de Natal. Ela tinha 26 anos e era natural de Caruaru, em Pernambuco. Uma tatuagem na perna possibilitou a identificação da vítima, conforme explicou o chefe de investigação da 15ª Delegacia de Polícia, Edson Barreto.

Clara foi achada enrolada em lençóis e sacos plásticos. Um fio estava em volta do pescoço da vítima. De acordo com o chefe de investigações da 15ª DP, alguns vestígios achados no local do crime indicam que houve consumo de drogas no quarto onde o corpo da jovem estava. "Achamos um prato e uma gilete, que normalmente são usados para esquentar e separar cocaína", ressalta.

Segundo o médico legista Manoel Marques, na época coordenador de medicina legal do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), a jovem morreu em decorrência de um estrangulamento. "O laudo foi assinado pelo legista Cícero Tibério e revela que a jovem foi estrangulada por um pedaço de fio que estava enrolado no pescoço dela", afirmou Marques.

A polícia chegou ao apartamento após uma denúncia anônima de moradores. Vizinhos reclamaram do mau cheiro vindo do imóvel. Os policiais arrombaram a porta e acharam o corpo já em estado de decomposição. Antes da descoberta, Edson Barreto chegou a entrar em contato com o pai de Clara, que mora em Caruaru. "Ele não tinha notícias dela faziam seis dias", contou.

Eugênio Becegato Júnior deixou o prédio por volta das 13h do domingo (21) em uma Cherokee vermelha e não retornou.

O policial também contou que a Polícia Militar esteve no apartamento no dia 19, mas teve a entrada impedida pelo dono do apartamento. "Como não tinham mandado, os policiais preferiram não arriscar", ressaltou o chefe de investigações da 15ª DP.

Eugênio Becegato é natural de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Ele foi preso no dia 23 julho, um dia após o corpo da vítima ter sido encontrado por vizinhos que reclamaram à polícia do mau cheiro que vinha do apartamento do acusado.

O empresário foi preso ao ser abordado por agentes da Polícia Rodoviária Federal que realizaram uma barreira na BR-116, na região de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. De lá, o acusado foi trazido para Natal, indiciado pelo crime de homicídio qualificado e, em audiência de instrução e julgamento realizado em novembro, sentenciado à sentar no banco dos réus em júri popular previsto para o mês de abril deste ano.
Ele, inclusive, teria pensado em esquartejar o corpo e tirá-lo de lá em um carrinho de supermercado"
Karen Lopes,
delegada de polícia

Materialidade

A delegada Karen Lopes, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) da Zona Sul de Natal, foi a Bahia no dia seguinte à prisão e buscou o empresário. Na capital potiguar, Eugênio disse que só iria se pronunciar após a emissão do laudo cadavérico.

Apesar do silêncio do suspeito na ocasião, a delegada disse acredita ter materialidade suficiente da culpa do empresário. Segundo ela, o crime teria acontecido após uma briga entre Eugênio e Clara. “Nós encontramos evidências do consumo de drogas”, apontou. Além disso, Karen afirmou que uma testemunha teria dito que o homem pediu ajuda para ocultar o cadáver. “Ele, inclusive, teria pensado em esquartejar o corpo e tirá-lo de lá em um carrinho de supermercado. Ele tentou conservar o corpo inclusive deixando o ar condicionado ligado direto”, comentou.

Menino teve fígado dilacerado pelo pai, que não admitia que criança gostasse de lavar louça

quinta-feira, 6 de março de 2014 · 0 comentários

Menino teve fígado dilacerado pelo pai, que não admitia que criança gostasse de lavar louça. Alex beija a barriga da mãe, Digna, que foi ameaçada por Conselho Tutelar por não matricular menino na escola.

A tragédia começou a ser delineada aos poucos. Em Mossoró, segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, Digna Medeiros, uma jovem de 29 anos que vive da mesada de dois salários-mínimos dada pelo pai, começou a ser pressionada pelo Conselho Tutelar porque não mandava seu filho Alex, um garoto franzino, que não aparentava seus 8 anos, à escola. Ameaçada de perder a guarda, mandou o menino para o Rio para que ele morasse com o pai.

O encontro da criança tímida com o pai desempregado, que já cumprira pena por tráfico de drogas, não poderia ter sido mais desastroso. Horrorizado porque Alex gostava de dança do ventre e de lavar louça, Alex André passou a aplicar o que chamou de “corretivos”. Surrava o filho repetidas vezes para “ensiná-lo a andar como homem”. No último dia 17, iniciou outra sessão de espancamento. Duas horas depois, Alex foi levado para um posto de saúde. Parecia desmaiado, com os olhos grandes, de cílios longos, entreabertos. Mas não havia mais o que fazer. Estava morto.

As sucessivas pancadas do pai, provocadas porque Alex não queria cortar o cabelo, dilaceraram o fígado do garotinho. Uma hemorragia interna se seguiu, levando o menino, que também gostava de forró e de brincar de carrinho, a óbito. Apesar de a madrasta, Gisele Soares, que socorreu o enteado, afirmar que ele tinha desmaiado de repente, os médicos da UPA de Vila Kennedy desconfiaram logo de violência doméstica.

O corpo de Alex, coberto de hematomas, era um mapa dos horrores que ele vinha passando. O laudo do Instituto Médico Legal descreve em muitas linhas todo o sofrimento: a criança tinha escoriações nos joelhos, cotovelos, perto do ouvido esquerdo, no tórax, na região cervical; apresentava também equimoses na face, no tórax, no supercílio direito, no deltoide, punho esquerdo, braço e antebraços direitos, além de edemas no punho direito e na coxa direita. A legista Áurea Maria Tavares Torres também atestou que o corpo magricelo apresentava sinais de desnutrição.

O posto de saúde chamou o Conselho Tutelar de Bangu, providência que nenhum vizinho do menino havia tomado. Alex morava com o pai, a madrasta e outras cinco crianças num casebre na Vila Kennedy, uma área sem UPP, onde três facções rivais travam uma guerra. Não se sabe se a lei de silêncio, que costuma imperar onde traficantes atuam, contaminou quem vivia nas casas próximas, ou se ninguém realmente sabia do que se passava no imóvel de três cômodos.
- Eu nunca escutei nada. Eu mal via o menino. Pensei até que ele já tivesse voltado para o Nordeste. Só os outros filhos saíam de casa. Acho que ele vivia em cárcere privado – diz a vizinha Wandina Ribeiro.

No depoimento que o pai, apelidado pelos vizinhos de “monstro de Bangu”, deu à polícia, há uma pista de que o menininho podia, de fato, sofrer os maus-tratos calado: “Enquanto batia, mais irritava o fato de ele não chorar, o que fazia o depoente crer que a lição que aplicava não estava sendo suficiente e que, por isso, batia mais e mais”.

Um dos conselheiros tutelares de Bangu, Rodrigo Coelho, diz que vai pedir à polícia que investigue se Alex vivia em cárcere privado. Se os vizinhos dizem não saber de nada, no colégio tampouco desconfiavam do que Alex passava em casa. Matriculado em maio de 2013 na Escola Municipal Coronel José Gomes Moreira, também na Vila Kennedy, o garoto era considerado calmo, obediente e inteligente. Teve ótimo desempenho no ano passado: nota 88 no segundo bimestre, primeiro que cursou no local, nota 100 no terceiro, e 90 no último. Este ano, não apareceu, mas os funcionários não se preocuparam: em janeiro, Alex André fora à unidade pedir a documentação escolar, dizendo que o filho voltaria para Mossoró.

O menino afetuoso, que se dava bem com os colegas, é descrito de forma bem diversa pelo pai. No depoimento à polícia, Alex André, que teve a prisão temporária decretada no último dia 19 pela juíza Nathalia Magluta e foi levado para o Complexo de Gericinó, disse que o filho “era de peitar”, “partia para dentro de você”. Segundo policiais que investigam o caso, a frieza de Alex André impressionou quem assistiu ao depoimento. Ele negou ter tido a intenção de matar, mas insistia que o filho tinha que ser “homem”.

Homofobia já tinha feito assassino rejeitar outra criança




Ninguém sabe dizer – como se isso tivesse alguma relevância – se Alex era realmente afeminado. Mas não faltam relatos de como o pai do menino era homofóbico. Sobrinha do assassino, Ingrid Moraes diz que Alex André era “cismado com essa coisa de homossexual” e rejeitava o filho mais velho, de 12 anos, por achá-lo pouco másculo. O menino, que morava numa rua próxima com a mãe, conta que a relação com o pai, que ele mal via, era cheia de segredos.
- Eu cuido da casa, mas ele nem sabia. Não acho nada demais, mas ele não aceitava muita coisa — diz o garoto, que escapou por pouco de ser surrado. – Uma vez, ele tentou, mas meu tio me defendeu.
Se poupou o filho mais velho, o mesmo não pode se dizer de outros parentes. Ingrid conta que já apanhou de Alex André, que também atacou a própria mãe
Se, em família, Alex André resolvia muita coisa no braço, na rua ele fazia valer sua condenação por tráfico de drogas (cumpriu pena por quase quatro anos) para amedrontar a vizinhança. Sem emprego fixo e vivendo de bicos, costumava consumir drogas no meio da rua e, se alguém reclamasse, dizia para não se meterem com ele.
Gisele, a mulher de Alex André, não tem sido mais vista na Vila Kennedy. Ela abandonou o lar no dia seguinte à morte do enteado, quando vizinhos ameaçaram linchá-la e atear fogo ao imóvel. À polícia, ela confirmou as palavras do marido e disse ser contrária aos castigos físicos.

Digna Medeiros, a mãe de Alex, garante que Alex André nunca foi violento com ela:
- Se soubesse, não teria deixado o Alex vir para o Rio. Ele era minha vida, nunca pensei que isso pudesse acontecer, meu Deus. Preferia que tivesse sido comigo.

Perguntada se o filho nunca havia se queixado do pai, Digna contou que só falara duas vezes com ele nos últimos nove meses.

- Eu liguei no dia que ele foi para o Rio com a aeromoça e falei também quatro dias depois. Ele disse que estava tudo bem. Depois, não consegui mais falar com o celular do pai dele. Entrei em contato com o irmão do Alex André pelo Facebook e ele disse que estava tudo bem. Confiei, afinal ele era tio do meu filho – diz.

Digna resolveu acompanhar de perto o desenrolar do caso. Deixou o bebê de 8 meses com amigos em Mossoró. O filho de 3 anos mora com os avós paternos. O mais velho, de 15, que ela não vê desde neném, ela quer encontrar no Rio.

- Tive ele muito nova, com 14 anos, não tinha a cabeça que tenho hoje. Deixei ele com o pai, lá em Honório Gurgel – diz Digna.

Digna e o conselheiro tutelar foram os únicos que participaram do enterro de Alex. Mas a cena do menino no caixão branco, de blusinha listrada, ainda marcado pela violência, foi tão forte que levou pessoas de quatro velórios que eram realizados ao lado a sair de suas capelas para abraçar a mãe.




Fonte: olhar direto



ONU condena legalização da maconha nos EUA

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A agência de fiscalização de drogas da Nações Unidas declarou que a legalização da maconha nos Estados Unidos, nos estados do Colorado e Washington, é uma ameaça à luta internacional contra os abusos de drogas.

Em um relatório publicado nessa terça-feira, o Conselho Internacional de Controle de Narcóticos informou que “lamenta profundamente” os avanços dos dois estados norte-americanos no sentido de eliminar as restrições de comercialização e uso da maconha.

O conselho disse que a legalização viola as convenções de controle de drogas e chamou as autoridades nacionais a bloquearem os avanços dos estados. O departamento de Justiça dos Estados Unidos deixou claro de que não irá impedir as decisões dos estados, apesar da lei federal ainda proibir o consumo de maconha. Fonte: Associated Press.

Agência Estado



Detento posta fotos no Facebook de dentro da Cadeia Pública de Caraúbas

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Mesmo recolhido na Cadeia Pública de Caraúbas, um detento identificado como Edson Damião Nogueira Diniz da Silva, mais conhecido como "Damião", estaria atualizando um perfil no Facebook e curtindo. A página no Facebook atribuída à Edson Oliveira Silva (@edesonoliveira.silva) traz fotos do preso no interior da unidade prisional. Em várias postagens, o detento aparece em espaços do estabelecimento penitenciário como na cela e no refeitório. Posa até ao lado dos colegas presos.Em uma das diversas fotos, o preso exibe três aparelhos de telefone celular. Em contato, por telefone, com o coronel Elialse, diretor da Cadeia, inicialmente, o mesmo informou que ainda não tinha conhecimento do caso. Mas, depois o diretor da unidade retornou o contato e disse que tinha verificado o perfil na rede social e reconhecido que se tratava do preso Edson Damião Nogueira. Elialse informou que o caso será apurado e que trabalha para evitar a entrada de celulares na prisão. Edson Damião Nogueira Diniz da Silva foi um dos 14 presos na "Operação Elefante Branco", deflagrada no Alto Oeste contra o tráfico de drogas.



De fatovia sertaonamidia.blogspot.com.br

Suspeito de furto apanha da população e diz que surra é uma lição

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Foto: Sérgio Costa / Portal BO

Marcelo Felipe de Assis, de 30 anos, foi preso na rua Edson Fialho, no bairro Pajuçara. Na noite desta quarta-feira (5), ele teria invadido uma casa, após arrombar uma janela, e juntou vários materiais em uma bolsa. Porém, quando tentava fugir, foi cercado pela população e começou a ser espancado.

A Polícia Militar foi acionada e chegou ao local antes do linchamento. Marcelo foi conduzido para delegacia, onde se constatou que ele era foragido da Justiça, sendo condenado no artigo 155. O suspeito relatou que estava no regime aberto, mas deixou de frequentar a cadeia para assinar porque tinha inimigos.

Marcelo revelou ainda que é viciado em crack há seis anos e praticava crimes para manter o vício. Após ser espancado pela população, o suspeito contou para o Portal BO que esse caso servirá como lição para que ele possa refletir sobre sua vida no crime. Marcelo foi autuado na Delegacia de Plantão da Zona Norte e conduzido para uma unidade prisional.

POLICIA RODOVIÁDIA FEDERAL (PRF) registra 51 acidentes e quatro mortes nas rodovias federais do RN no perido de carnaval

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Cabugi Noticias via http://kezitadotco.wordpress.com/

A Operação Carnaval iniciada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na sexta-feira (28) registrou 51 acidentes, 28 feridos e quatro mortos durante os quatro dias de folia nas rodovias federais do Rio Grande do Norte.

Ao todo foram 1.414 condutores de veículos submetidos a testes de bafômetro sendo 56 autuações, 1.300 notificações por infrações de trânsito com 20 pessoas presas além de 18.60 por excesso de velocidade.

De acordo com o inspetor da PRF, Roberto Cabral, a operação ainda continua durante toda a quarta-feira de cinzas. O principal objetivo é a redução dos cientes e de crimes de trânsito. Segundo ele, um dos pontos mais críticos é a volta pra casa. Por isso, ele alerta aos condutores que estejam planejando voltar para a capital evitarem trafegar depois do meio-dia ou antes das 21h

Ainda de acordo com o inspetor Cabral, os números deste ano ficaram próximos dos do mesmo período do ano passado. “Os números permaneceram, de forma geral, bem equiparados com os do carnaval passado, sinal de que a população precisa redobrar a atenção no trânsito”, disse.

PM suspeito de matar atleta de MMA é mais uma vez considerado incapaz

quarta-feira, 5 de março de 2014 · 0 comentários

Anderson BarbosaDo G1 RN

Lutador de MMA Luiz de França e o tenente da PM Iranildo Félix (Foto: Arquivo Pessoal e Heloísa Guimarães/ Inter TV Cabugi)

O tenente da Polícia Militar do Rio Grande do Norte Iranildo Félix – apontado como único suspeito de matar a tiros o professor e lutador de MMA Luiz de França Trindade, assassinado no último dia 10 na zona Sul de Natal – foi pela 9ª vez considerado incapaz de exercer suas atividades como policial. Com isso, ele teve prorrogada, por mais seis meses, a licença médica que o impede de portar arma de fogo. O oficial nega qualquer participação no crime.

Resultado da junta médica foi publicado no Boletim Geral da PM (Foto: Reprodução/G1)

O resultado da avaliação clínica foi publicado nesta última sexta-feira (dia 28 de fevereiro) no Boletim Geral da PM e atesta que o oficial “necessita de 181 dias de licença para tratamento de saúde a contar de 26 de fevereiro de 2014”. Com mais esta licença médica, o tenente Iranildo Félix soma agora 377 dias de afastamento.

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Segundo o comandante geral da PM, coronel Francisco Araújo Silva, uma junta composta por três médicos fez um novo exame no tenente Iranildo e entendeu que ele tem problemas de saúde. A avaliação aconteceu na quarta-feira passada (26 de fevereiro), “quando foi encerrada a licença médica de 80 dias concedida após a última avaliação”, acrescentou.

Pedido de proteção

Além do resultado deste novo exame, o comandante geral da PM revelou ao G1 que a junta médica também desconsiderou um atestado que o tenente Iranildo apresentou no qual ele alega estar apto para retornar ao trabalho e, consequentemente, voltar a portar arma de fogo.

O G1 teve acesso ao ofício assinado pela advogada Brenda Martins. Nele, a advogada pede um colete balístico tamanho M e proteção policial para o tenente. O ofício é de 12 de fevereiro, dois dias após a morte do lutador, e dia em que, segundo o próprio Iranildo, ele teria sido alvo de um atentado. O comandante geral recebeu o pedido, mas negou escolta e o colete.

No dia 20, quatro dias após a ex-mulher do tenente ter sido morta a tiros em um suposto atentado em Macaíba, ocasião em que o tenente levou um tiro no abdômen - escapando graças a um colete que estava usando - a defesa do oficial protocolou novo pedido de proteção para ele. Desta vez, o documento foi destinado à Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). O G1 também conseguiu cópia do ofício. Nele, a advogada reforçou a necessidade de proteção policial em razão do segundo atentado por ele sofrido e acrescentou ao pedido de escolta três coletes balísticos (um para o tenente, outro para a atual companheiro e o último para ele própria), mais uma arma de fogo e autorização extraordinária para portá-la.

“Também recebi esta solicitação e a encaminhei para que a Procuradoria de Justiça decida. E também vou enviar para a mesma Procuradoria o resultado desta nova junta médica”, acrescentou o coronel Araújo.

O resultado, ainda de acordo com o comandante, também está disponível à Polícia Civil e à Própria PM, que podem punir o tenente Iranildo por porte ilegal de arma de fogo, uma vez que ele estava armado com uma pistola quando foi vítima do segundo atentado. Em depoimento, o próprio tenente admite ter disparado várias vezes contra os supostos criminosos. A arma do oficial, uma pistola calibre 380, 44 munições e um colete à prova de balas foram aprendidos no dia do crime logo que o tenente deixou o hospital com hematomas na barriga.
Pedido de proteção policial encaminhado pela defesa do tenente ao Comando Geral da PM (Foto: Reprodução/G1)


Pedido de proteção, arma e coletes enviado pela defesa do tenente à Secretaria de Segurança Pública do RN (Foto: Reprodução/G1)

Idosa, adulto, criança e dois menores são feridos durante carnaval no RN

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Do G1 RN

Feridos foram socorridos ao Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró (Foto: Marcelino Neto)

Cinco pessoas foram feridas nesta terça-feira (4) durante as comemorações de carnaval na cidade de Mossoró, na região Oeste potiguar. Segundo a Polícia Militar, quatro delas foram atingidas por disparos de arma de fogo e uma ferida com uma facada. Ninguém foi preso. Uma idosa, uma criança de 5 anos, dois adolescentes - de 15 e 16 anos - e um homem de 27 anos foram as vítimas. 

A idosa, cuja idade não foi revelada, e a criança foram socorridas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte atingidas por balas perdidas durante a apresentação do bloco Sapo na Lagoa. A senhora foi baleada em um dos pés e a criança em uma das pernas. Sem muita gravidade aparente, as duas foram transferidas para o Hospital Regional Tarcísio Maia. A policia não localizou os responsáveis pelos disparos.

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Além da idosa e da criança, um adolescente de 16 anos foi atingido no rosto por um tiro e outro de 15 anos foi ferido com uma facada nas costas em meio a uma confusão generalizada durante a apresentação da Boneca Maria Espalha Brasa, evento carnavalesco no bairro Santo Antônio. Os agressores também não foram identificados.

A quinta vítima foi um homem de 27 anos, alvejado nas costas por dois disparos, também durante a festa de carnaval no Santo Antônio. A PM informou que uma briga antiga envolvendo um amigo da vítima teria motivado o atentado. Ferido, o homem também socorrido ao Hospital Regional Tarcísio Maia.

As cinco vítimas, segundo informações do hospital, não correm risco de morte.

Domingo

No final da manhã do domingo (2), a polícia registrou um tiroteio nas proximidades do Mercado Público da praia da Redinha, na zona Norte de Natal. Na ocasião, três pessoas foram baleadas e socorridas. Um das vítimas, Alex Bruno da Silva Calixto, de 23 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Os suspeitos de terem efetuado os disparos são um adulto e um adolescente que estariam praticando assaltos na praia. Os dois fugiram, mas segundo a PM já foram identificados.

No momento dos disparos, de acordo com Ubiratan Martins, chefe de investigação da Delegacia de Plantão da zona Norte, o bloco de carnaval As Raparigas se preparava para desfilar pelas ruas da Redinha e havia muita gente na praia. “Não temos informações se alguma das pessoas baleadas tentou reagir ou algo parecido. Sabemos apenas que os feridos foram socorridos pelo Samu e os criminosos que atiraram fugiram”, acrescentou Ubiratan.

Para o coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, comandante geral da PM, apesar do ocorrido o carnaval potiguar está sendo considerado tranquilo até o momento.

Polícia Federal faz maior apreensão de maconha deste ano no RN

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Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira, 03 de março, em um hotel de Ponta Negra, Zona Sul da capital potiguar, um comerciante sergipano de 27 anos, acusado de tráfico de drogas. Com ele foram encontrados 157,5 quilos de maconha prensada que estavam na mala de um automóvel.

A prisão aconteceu no final da tarde quando uma equipe de policiais designada para atuação durante o carnaval, averiguava a informação de que um veículo i30/Hyundai estaria circulando naquela área e sendo utilizado possivelmente para o tráfico.

O carro suspeito, com placa de Assu/RN e conduzido por um homem, foi visto quando deixava o estacionamento de um hotel. Ao ser feita a abordagem e procedida uma revista, a maconha, que estava distribuída em 100 tabletes foi encontrada na mala, dentro de caixas de papelão. De imediato, o acusado recebeu voz de prisão e foi levado para autuação na sede da Polícia Federal.

Durante o seu interrogatório, o suspeito disse que foi contratado por um desconhecido na cidade de Itabaiana/SE, local de sua residência, o qual lhe ofereceu cerca de R$ 7 mil para pegar a droga em Natal e levá-la até aquela cidade, onde seria comercializada. Ele disse ainda que estava em Natal desde o último sábado, 01/03, e que, seguindo orientações de quem lhe contratou, chegou a mudar de hotel algumas vezes até que foi preso nesta data, no exato instante em que iniciava a viagem de volta.

O acusado, que permanece preso na Polícia Federal, à disposição da justiça, já foi anteriormente condenado por tráfico de drogas e cumpriu pena em regime fechado em Juazeiro-BA e no semiaberto, pelo mesmo crime, na cidade de Areia Branca/SE. Cooperaram com a PF nesta investigação, a PM/RN e a PRF. Esta foi a maior apreensão de maconha registrada este ano no estado do Rio Grande do Norte. 

A Violência Homicida Potiguar Até Fevereiro de 2014

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Por Ivenio Hermes e Marcos Dionisio Medeiros Caldas

O mês de fevereiro apresentou uma desaceleração no índice de crimes violentos letais e intencionais, a despeito do sensível aumento na incidência de outros tipos de crimes como arrombamento, furto de veículos e nas tentativas de homicídio.

Comparativos e Indicadores

2014 ELEVACAO DE OCOR CVLI FEV
Em linhas gerais foram 2% de homicídios a mais que em fevereiro de 2013, sendo 15% entre a população menor de 21 anos de idade e 75% no número de feminicídios. Contudo, é importante lembrarmos que pode haver mudanças nesses números, pois o fantasma da subnotificação ainda está muito presente, como foi visto no mês de janeiro que ficou assim:
2014 ELEVACAO DE OCOR CVLI JAN
Janeiro foi encerrado com apenas 1 cvli a mais do que o mês correspondente em 2013, mas durante o mês de fevereiro 5 corpos foram encontrados com indícios que dataram suas mortes para janeiro.
Dos indicadores da violência homicida, nos dois primeiros meses de 2014 destacamos o estado civil e faixa etária, onde tivemos 69% de solteiros que reflete diretamente na população jovem cujo índice de mortes foi 33%, ou seja, 15% abaixo de 21 anos e 18% entre 21 e 29 anos de idade. Entre as pessoas com vínculo conjugal também o índice ficou em 25%, sendo 11% casadas e 14% em regime de união estável.
2014 CVLI ATE 28FEV (4)
Não é de hoje que a pauta da segurança da população é apenas uma nota de rodapé, que serve apenas para constar, na agenda das ações planejadas pelo atual governo, que vem preterindo ações empreendedoras mais sustentáveis e condizentes com a nossa triste realidade, desde a sua assunção em janeiro de 2011.

Bairros e Zonas de Natal

A mortalidade provocada por crimes violentos letais e intencionais nos bairros e zonas de Natal em 2014 atingiu 99 ocorrências, sendo que duas delas até agora estão sem a determinação exata do local, portanto são contadas separadamente.
2014 ZONAS NORTE E SUL ATE 28FEV
Na Zona Norte já são 38 cvli, sendo que o maior número ocorreu em Nª Sª da Apresentação com 11, seguindo por Pajuçara com 9, Lagoa Azul com 8, Potengi com 5, Igapó com 3 e Redinha com 2.
A Zona Sul já está com 13 cvli, sendo 4 em Pitimbu, 3 em Neópolis e Lagoa Nova, Ponta Negra e Nova Descoberta com 2 em cada.
2014 ZONAS LESTE E OESTE ATE 28FEV
A Zona Leste atingiu o número de 11 cvli, sendo 4 em Mãe Luíza, 2 em Areia Preta e Petrópolis, Alecrim e Tirol com 1 em cada.
E na Zona Oeste, Felipe Camarão está com 10 cvli, Quintas, que não possui mais Delegacia de Polícia, está com 6, depois vem Dix-Sept Rosado com 5, Bom Pastor e Cidade da Esperança com 4 em cada, Planalto com 3 e Nazaré, Cidade Nova e Guarapes com 1 em cada, totalizando 35 crimes violentos letais e intencionais.

Regiões do Estado

Em se tratando dos índices de cvli distribuídos pelo Rio Grande do Norte, a Região Leste, que possui 25 municípios, dentre eles os 11 que compõem a Região Metropolitana de Natal, está apresentando 65% do número total de assassinatos, ou seja, 180, sendo seguida pela Região Oeste, a maior do Estado, onde fica Mossoró, com 22% dos homicídios, ou seja, 61.
2014 REGIOES CVLI ATE FEV
As Regiões Agreste e Central detém juntas 12% do número de homicídios, com 16 ocorrências em cada. Em Mossoró a alavancada de homicídios foi recentemente substituída pelas tentativas de homicídio, numa média de 3 tentativas para cada consumação, segundo informes do jornalista Cezar Alves, que tem feito a confirmação de cada caso identificando qual vítima de tentativa chegou à óbito.
O interessante é que a demanda de inquéritos policiais na Delegacia de Homicídios de Mossoró somente contabilizava 25 inquéritos policiais envolvendo assassinatos e tentativas nos primeiros 52 dias de 2014, sendo que em janeiro foram instaurados apenas 14, o que em si já demonstra uma sobrecarga sobre o diminuto efetivo policial que trabalha com investigação de homicídio e crimes contra a vida em geral.
O fator humano amplia as possibilidades de impunidade gerando mais crimes, e não somente em Mossoró, mas em todo o Estado do RN, conforme podemos notar na distribuição apresentada na figura abaixo.
2014 UF COM CVLI ATE 28FEV

Os Mais Violentos do Rio Grande do Norte

Ações planejadas de combate ao crime, com índices de verificação baseados na redução de crimes, com metas que reforcem a diminuição do número de ocorrências e não a carga de apreensões, são sempre importantes para se trabalhar em médio prazo a redução da violência. Contudo, para que um esboço de política de segurança pública baseada nessa ideia, seria necessária uma ampliação no quadro de policiais ostensivos e investigativos, além de peritos e profissionais da polícia técnico-científica.
Sem policiais em número mínimo para combater o crime, a violência gerada pela impunidade e pela ousadia cada vez maior dos criminosos já elegeu os municípios com maior número de crimes violentos letais e intencionais do Estado. Somente esses municípios são responsáveis por 76% dos homicídios de todo o Estado do Rio Grande do Norte, ou seja, 209 homicídios.
2014 UF MAIS VIOLENTAS
Enquanto esse reforço não chega para uma ação contínua, restam somente ações periódicas como a que ocorre durante o carnaval, ao custo de férias de policiais canceladas ou postergadas, ou ainda de diárias que não são pagas no tempo devido, para que haja disponibilidade de um efetivo de 3 mil homens, que é somente a estimativa do déficit de efetivo da Polícia Militar do RN.
Que nesses dias de Carnaval o reforço do policiamento e a vontade de festejar possa diminuir o ímpeto violento no Rio Grande do Norte e tenhamos a perspectiva de alguns dias de paz como foram os últimos dias de fevereiro.
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SOBRE OS AUTORES:
Ivenio Hermes é Escritor Especialista em Políticas e Gestão em Segurança Pública e Ganhador de prêmio literário Tancredo Neves. Colaborador e Associado Pleno do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Consultor de Segurança Pública da OAB/RN Mossoró. Pesquisador nas áreas de Criminologia, Direitos Humanos, Direito e Ensino Policial.
Marcos Dionísio Medeiros Caldas, advogado e militante dos Direitos Humanos, Presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos/RN e Coordenador do Comitê Popular da Copa – Natal 2014, com efetiva participação em uma infinidade de grupos promotores dos direitos fundamentais, além de ser mediador em situações de conflito entre polícia e criminosos e em situações de crise de uma forma geral.
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DIREITOS AUTORAIS E REGRAS PARA REFERÊNCIAS:
É autorizada a reprodução do texto e das informações em todo ou em parte desde que respeitado o devido crédito ao(s) autor(es).
HERMES, Ivenio; CALDAS, Marcos Dionisio Medeiros. A Violência Homicida Potiguar Até Fevereiro de 2014. 2014. Disponível em: < http://j.mp/1eMP8t8 >. Publicado em: 01 mar. 2014.

 

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