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Pai de menor suspeito de atropelar e matar estudante em Natal é indiciado

segunda-feira, 25 de novembro de 2013 · 0 comentários

Do G1 RN

Igor e Rafaela estavam na moto atingida por carro na av. Romualdo Galvão (Foto: Cedida/Arquivo Pessoal)

O pai do adolescente suspeito de dirigir o carro que atropelou e matou a estudante universitária Rafaela Pinheiro Leite, de 21 anos, no dia 9 deste mês na avenida Romualdo Galvão, em Natal, foi indiciado na manhã desta segunda-feira (25). Segundo o delegado Sérgio Leocádio, titular da Delegacia de Acidente de Veículos (Deav), o homem foi ouvido e é suspeito de emprestar o carro ao filho.

“O artigo 310 do código de trânsito não permite confiar um veículo automotor a uma pessoa não habilitada”, explicou o delegado. Segundo Leocádio, o homem afirmou que não sabia que seu filho estava dirigindo o carro.

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Embora tenham recebido a negativa, os investigadores receberam informações de que o menor já dirigia há alguns anos. “Além disso, o garoto é filho único, mora no apartamento com o pai e a mãe. Não tinha como pegar o carro não saberem”, argumenta.

Investigação muda de mãos

As investigações sobre a responsabilidade do adolescente no acidente serão agora de responsabilidade da Delegacia Especializada em Atendimento ao Adolescente (Dea). “Nós já enviamos a documentação há dez dias e vamos ajudar a delegada Adriana Shirley no que for possível”, contou Leocádio.

O adolescente suspeito tem 17 anos. Ele se apresentou à polícia na quarta-feira (13) acompanhado do pai e do advogado. Ele foi liberado após prestar depoimento ao delegado Sérgio Leocádio.

A colisão

A cearense Rafaela Pinheiro estava na garupa da moto pilotada pelo namorado Igor Vieira Matias. Os dois foram atingidos na traseira pelo carro na avenida Romualdo Galvão. Rafaela morreu na hora.

Segundo o advogado do adolescente, Paulo Lopo Saraiva, o condutor alega que a culpa do acidente foi de Igor Vieira Matias, que também é universitário e namorado de Rafaela, e pilotava a motocicleta no momento do acidente. De acordo com o advogado, o adolescente diz que a moto saiu de um lugar errado (na versão dele, Igor teria atravessado o canteiro central da avenida), mas não sabe precisar de onde foi. "A moto saiu de um lugar de onde não podia, mas não podemos precisar de onde ela vinha. A culpa do acidente é do condutor da motocicleta", disse Saraiva.

Igor Matias procurou o G1 para contestar a versão relatada por testemunhas ao Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE). Ele nega que tenha passado por cima do canteiro central da avenida para fazer um retorno indevido. O estudante contou que em nenhum momento atravessou o canteiro para pegar o sentido oposto da avenida.

"Saí do condomínio com minha namorada para a Via Costeira, onde ia levar ela para andar de patins. Peguei a faixa da esquerda e estava com uma velocidade de 40 quilômetros por hora. Andei por uns 30 metros quando de repente senti uma pancada na traseira da moto. Cai no outro lado da pista, na contramão, e minha namorada caiu no canteiro", relatou o estudante.

Igor e Rafaela são naturais da cidade de Crato, no Ceará. Ele estuda engenharia civil na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e ela cursava direito na mesma universidade.

Criança de 7 anos cai e é atropelada por 'pau de arara' no interior do RN

terça-feira, 30 de julho de 2013 · 0 comentários

Igor Jácome Do G1 RN

Um menino de 7 anos, aluno de uma escola municipal de Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte, foi atropelado na manhã desta terça-feira (30) por um caminhão ‘pau de arara’ - como são conhecidos os veículos adaptados precariamente para o transporte de passageiros. O acidente aconteceu por volta das 6h30, quando as crianças iam para a aula. O garoto está em observação no Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. De acordo com a família, o veículo é usado pela Prefeitura para levar os alunos entre as comunidades da zona rural do município.

A mãe do menino, a agricultora Herlânia da Silva Borges, de 26 anos, contou ao G1 que o filho esperava o caminhão junto com os amigos no sítio Córrego. “Ele não esperou o carro parar. Correu e pulou para tentar pegar a maçaneta. Mas ele escorregou e caiu”, contou.

O caminhão passou por cima da barriga do menino. Apesar do acidente, o menino não corre risco de morte. Ele está em observação no pronto-socorro pediátrico do hospital regional. “Ele ainda vai passar por exames, mas está bem. Só teve três fraturas da bacia, mas não corre risco”, relatou a mãe após conversar com os médicos.

A secretária de Educação de Apodi, Mara Marlizete Marinho Duarte, admitiu que, atualmente, pelo menos seis carros do tipo funcionam na zona rural do município. “Esses carros só são usados no transporte da zona rural onde os ônibus não têm acesso. É muito difícil conseguir ônibus para trabalhar nessas regiões”, afirmou.

A secretária ainda disse que essa é uma medida paliativa. “Nós tivemos todo o cuidado para dar segurança às crianças. Infelizmente aconteceu esse acidente. Mas surpreendentemente não aconteceu nada de mais. Eu considero um milagre”, afirmou. “Temos um projeto de, imediatamente, tirar esses carros de circulação”, concluiu.

A mãe do menino disse também que o caminhão passa todos os dias na comunidade rural para pegar as crianças. “Ele vai parando nas casas e as crianças subindo”, disse. “Ele foi desobediente e acabou nisso”, falou.

Estudante de Direito rouba carro de concessionária durante test-drive em Curitiba

sexta-feira, 10 de maio de 2013 · 0 comentários

Fonte: Na Tela do 190 



A universitária Fabiana Sporh Godk, 27 anos, que está no 5.º ano do curso de Direito, é acusada de roubar um Hyundai HB20 de uma concessionária, durante um test-drive. O veículo foi encontrado na quinta-feira (09), no bairro Pinheirinho. A suspeita foi flagrada pelas câmeras de segurança da loja.

Ao saber que era investigada pelo crime, Fabiana se apresentou à polícia e negou o roubo. Segundo ela, a intenção era apenas dar uma volta no carro.

O delegado Renato Figueroa, da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), acredita que a estudante queria pegar algumas peças do carro, porque o veículo dela, do mesmo modelo, foi batido há algumas semanas.

Histórico

Fabiana já tinha sido detida, em 2007, quando foi flagrada com duas armas usadas em um latrocínio.

Universitário fica nu em sala, é expulso e entra na Justiça contra a UFRN

quarta-feira, 16 de maio de 2012 · 0 comentários


postado por V&C Artigos e Notícias
De Jéssica Barros, especial para o Diário de Natal

 Um caso bastante delicado e controverso resultou em processo administrativo e expulsão de um aluno do curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Wallace Albino da Silva queria o direito de assistir às aulas sem roupa e por algumas vezes chegou a exibir seu órgão sexual em sala, constrangendo estudantes e professores.

 Com sua expulsão justificada pela má conduta e quebra do decoro escolar, Wallace moveu processo judicial contra a universidade requerendo o direito de voltar a assistir aulas e alegando problemas mentais, mas o pedido foi julgado improcedente pelo juiz da 1ª Vara Federal, Magnus Augusto Costa Delgado.

O ato administrativo que acarretou no desligamento do estudante de Música foi a conduta tida como desrespeitosa dele ao abaixar suas calças em meio às aulas de Linguagem e Estruturação Musical III, ministradas pela professora Amélia Martins Santa Rosa durante o segundo semestre letivo de 2011. Segundo os autos do processo julgado pela Justiça Federal em 19 de abril deste ano, Wallace Albino aciona o artigo 214, VII do Regimento Interno da UFRN, dizendo que sua conduta era passível apenas de suspensão de um a 120 dias, não de expulsão como ocorreu, pelo fato ter ocorrido pela primeira vez.


Outro argumento usado pelo estudante é de que ele possui problemas psicológicos e dificuldades de integração social necessitando do apoio da universidade para "seu crescimento pessoal e acadêmico", segundo os autos. Já a UFRN alegou que o ato foi de alta gravidade e constrangeu todos os presentes no local. No processo, a professora e outras testemunhas alegaram que essa não era a primeira vez que o aluno mostrava suas partes íntimas em sala de aula, outras vezes ocorreram em 2010 e no início de 2011, dando respaldo à decisão da UFRN de desligar o aluno.

Wallace Albino alegou que suas "fraquezas momentâneas", como nomeia seus atos, não acontecem quando tem aula ministradas por professores homens ou professoras mais velhas, sendo o fator causador de sua conduta imprópria a presença de um professora "jovem e bonita". A Justiça Federal julgou que o autor da ação possui problemas psicológicos mais graves do que os assumidos por ele e seus familiares, necessitando de acompanhamento profissional. Contudo, o jovem perdeu a ação por a Justiça considerar sua conduta incompatível com a vida acadêmica "de modo que ninguém é obrigado a conviver academicamente com um aluno que exibe sua genitália publicamente, ferindo totalmente não só as regras da instituição acadêmica, como principalmente as regras de bons costumes" e deu o caso por encerrado.

 

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