"Pede pra minha esposa cuidar da nossa filha", disse PM antes de morrer
Marido de policial militar é decapitado em Realengo, na Zona Oeste do Rio
Hostilizado, repórter da Globo deixa protesto sob escolta no RJ
RJ: homem é preso acusado de estuprar sete mulheres em um dia
V&C Artigos e Notícias
Adriano Murilo Gomes Passine, de 37 anos, foi preso em flagrante, com uma das vítimas dentro do carro. Crimes aconteceram em Nilópolis e Anchieta.
Deputado do Rio prende coronel dos bombeiros e denuncia espionagem
Encontro de parlamentares do PSOL e do PR com grupo de policiais e bombeiros termina em confusão. Oficial do serviço reservado que filmava o encontro foi detido por seguranças do Legislativo.Faro de cães da PM multiplica por 20 as apreensões de drogas e armas no Rio
Mulher fura blitz, agride PM e é detida
Ação conjunta entre Polícia Civil do RN e do RJ cumina com a prisão de Curaú um dos criminosos mais perigosos do RN
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Após a morte dos policiais uma verdadeira operação de caçada teve início na Região Agreste, várias diligências foram feitas nas cidades de Pedro Velho, Montanhas e Canguaretama, bem como em cidades vizinhas na Paraíba na tentativa de capturar Curaú e sua quadrilha, alguns dos menbros da quadrilha foram presos mas Gilmar da Cruz, apontado como lider do bando conseguiu fugir e se enconder no Rio de Janeiro até a data de hoje, quando foi preso em uma comunidade da capital.
Relembre o Caso:
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Foragidos da Justiça são Presos em Pedro Velho
Preso em Natal suspeito de matar irmão de coronel da Polícia Militar
Goiano é preso no Alecrim acusado de participar da morte de policiais civis
HOMEM MATA MULHER DENTRO DE IGREJA E É MORTO EM CONFRONTO COM A POLÍCIA

Segundo a Polícia, a vítima Marisa dos Navegantes Chagas dos Santos, discutiu com o marido, José Lúcio dos Santos. Com medo, a mulher correu para dentro da Igreja para se proteger. Mas, o marido a seguiu e esfaqueou Marisa no pescoço. A mulher morreu no local.
Ao tentar fugir, José Lúcio foi abordado por policiais que patrulhavam a região. No confronto, o homem terminou baleado. O caso foi registrado na 19ª DP (Tijuca) e será investigado pela Divisão de Homicídios (DH).
Vem aí o Bolsa Crack de R$900,00
Tráfico proíbe venda de crack no RJ
O tráfico de drogas vai proibir a venda de crack nas favelas do Jacarezinho, Mandela e de Manguinhos. A informação foi publicada na coluna de Ancelmo Gois de hoje com a foto acima. A medida, decidida pela maior facção do tráfico no Rio, ocorre dois meses depois de lançado no Rio o programa "Crack, é possível vencer" -- do governo federal. A ordem de proibir a venda de crack partiu de chefes do tráfico, que estão presos. A informação vinha circulando pelas comunidades, mas ontem pela primeira vez apareceu o cartaz anunciando a proibição, "em breve", ao lado da cracolândia da favela Mandela, na Rua Leopoldo Bulhões, na chamada Faixa de Gaza. Os traficantes ainda têm ali cerca de dez quilos de crack. Cada pedra custa R$ 10,00. Há informações de que os criminosos temem que a Força Nacional de Segurança ocupe aquelas favelas, como ocorreu na comunidade Santo Amaro, no Catete, onde está há um mês e já apreendeu 1.513 pedras. -- Gostaria que essa decisão se espalhasse por todas as favelas do Rio porque o crack é uma droga devastadora e tem produzido só dor e sofrimento -- diz o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, que desde 2009 faz trabalhos sociais na Mandela. Durante muito tempo o crack era vendido apenas em São Paulo. Dizia a lenda que os traficantes do Rio não queriam produzir "zumbis". Dependentes de crack vivem nas imediações das bocas de fumo, atraindo a atenção da mídia e de operações do poder público. O tráfico no Rio alegava que a clientela de crack --miserável -- traria problemas à venda de maconha e cocaína, mas capitulou após supostas alianças com a facção paulista, e começaram a oferecer o entorpecente vendido junto com a cocaína. O combate ao crack virou uma questão de honra para o governo Dilma, que anunciou investimentos da ordem de R$ 4 bilhões no programa lançado em dezembro do ano passado. A grande dificuldade, segundo o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, é a falta de pessoal capacitado para lidar com os dependentes de crack em todo o país. No Rio o programa foi implantado em abril, com a participação do governo do estado e da prefeitura. Só no Estado do Rio, a previsão de verbas da União é de R$ 240 milhões. De alguma forma a prioridade dada pelo governo ao combate ao crack chegou ao conhecimento dos chefes da maior facção criminosa, que vende a droga nas favelas. Um sinal de que o governo federal vai combater com firmeza o problema pode estar no envio da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) ao Rio, apesar do desinteresse inicial manifestado pelo governo do estado. No domingo fez um mês que integrantes da Força Nacional de Segurança -- a tropa de elite subordinada ao Ministério da Justiça -- ocuparam a comunidade de Santo Amaro, que ainda não foi pacificada, na Zona Sul do Rio. Em um mês de ocupação, a Força Nacional realizou na favela 6.929 abordagens e apreendeu 650 papelotes de cocaína, 1513 pedras de crack, 840 gramas de maconha. Além disso, foram recolhidas munições, explosivos e armas.
Durante 180 dias, serão realizadas ações de polícia ostensiva, judiciária, bombeiros e perícia, em apoio às Secretarias de Saúde, Assistência Social e de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, nas áreas onde serão desenvolvidas as ações de implantação do Programa Crack, é Possível Vencer. Nas favelas de Manguinhos, traficantes foram informados que a área poderia ser ocupada pela Força Nacional se o crack não fosse retirado de lá. Isso pode ter motivado a decisão dos traficantes. A decisão agradou muitos moradores da favela Mandela. Eles são testemunhas diárias do estrago causado pelo crack na comunidade. No Jacarezinho é possível ver usuários de crack na entrada da favela, mesmo por quem passa no asfalto. As operações policiais têm sido recorrentes, mas o problema está longe de ser resolvido. Há três anos fazendo trabalhos sociais na favela Mandela, o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, afirma que tem visto a tragédia causada pelo crack na comunidade. Ele lembra que já teve que solicitar ajuda da Justiça para levar a um abrigo três crianças que eram abandonadas pelos pais, usuários de crack. A ONG Rio de Paz -- que nasceu envolvida cm a redução de homicídios --tem um projeto social, que prevê a construção de uma padaria-escola e o apadrinhamento de crianças por famílias de classe média -- até a universidade. Assista ao vídeo em que Antônio Carlos entrevista dona Veruska, uma usuária de crack. Ela confessa que é "uma droga maldita": -- Eu fumo para deitar e acordo para fumar -- diz a moradora da favela Mandela.
Fonte:O Globo Blogs Via policialbr.com










