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CHEFE DO COE E MAIS 18 PMS SÃO PRESOS SUSPEITOS DE COBRAR PROPINAS NO RIO

terça-feira, 16 de setembro de 2014 · 0 comentários


Policiais cumprem o mandado de prisão do coronel Alexandre Fontenele comandante do COE


O chefe do COE (Comando de Operações Especiais) da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro, o terceiro homem na hierarquia da Polícia Militar, foi preso na manhã desta segunda-feira (15) em uma operação contra uma quadrilha de policiais acusados de corrupção. Além dele, foram presos também o major Carlos Alexandre de Jesus Lucas, subcomandante do COE, e outros 17 PMs. Estão subordinados ao COE o Bope (Batalhão de Operações Especiais), o GAM (Grupamento Aeromarítimo) e o Batalhão de Choque.

Eles exigiriam pagamento de propina de comerciantes, mototaxistas, motoristas e cooperativas de vans, além de empresas transportadoras de cargas na área do batalhão.

Segundo o Ministério Público do Rio, entre os PMs suspeitos de envolvimento na quadrilha --há 25 mandados de prisão--, havia seis oficiais que integravam o 14° Batalhão, em Bangu, na zona oeste da capital fluminense: o coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira e o ex-subcomandante major Carlos Alexandre de Jesus Lucas, os majores Nilton João dos Prazeres Neto (chefe da 3ª Seção) e Edson Alexandre Pinto de Góes (coordenador de Operações), além dos capitães Rodrigo Leitão da Silva (chefe da 1ª Seção) e Walter Colchone Netto (chefe do Serviço Reservado). Também são acusados de integrar a quadrilha 18 praças e um civil.

Ainda de acordo com o MP, entre 2012 e o segundo semestre de 2013, os acusados e mais 80 pessoas, entre os quais policiais do 14° Batalhão, da 34ª DP (Bangu), da DRCPIM (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial), além de PMs reformados, participavam de um esquema de exigência de propinas que variavam entre R$ 30 e R$ 2.600 e seriam cobradas diária, semanal ou mensalmente. Em troca, a atuação de mototaxistas, motoristas de vans e kombis não autorizados, o transporte de cargas em situação irregular ou a venda de produtos piratas no comércio popular de Bangu não era reprimida. Ainda não há informações sobre a estrutura da quadrilha e as funções de cada policial no esquema.

De acordo com a denúncia, "o 14° BPM foi transformado em um verdadeiro 'balcão de negócios', numa verdadeira 'sociedade empresária S/A', em que os 'lucros' eram provenientes de arrecadação de propinas por parte de diversas equipes policiais responsáveis pelo policiamento ostensivo".

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MP trabalha juntamente com a Secretaria de Segurança Pública e a Corregedoria-Geral da PM em vários pontos do Rio. A denúncia foi encaminhada pelo Gaeco à 1ª Vara Criminal de Bangu, que expediu também 43 mandados de busca e apreensão.

Os acusados responderão na 1ª Vara Criminal de Bangu pelo crime de associação criminosa armada, que não consta do Código Penal Militar. A pena é de dois a seis anos de prisão. Os integrantes da quadrilha também serão responsabilizados pelo Ministério Público pelos diversos crimes de concussão, que serão apurados pela Auditoria de Justiça Militar estadual.

De acordo com a Secretaria de Segurança, a ação é um desdobramento da Operação Compadre, de abril de 2013, quando 78 mandados de prisão foram expedidos, 53 deles contra policiais militares, para a desarticulação de uma quadrilha que realizava cobranças de propina de feirantes e comerciantes com mercadorias ilícitas em Bangu. 
(PEC300.com Com Estadão Conteúdo)

"Pede pra minha esposa cuidar da nossa filha", disse PM antes de morrer

sábado, 8 de março de 2014 · 0 comentários

Soldado levou dois tiros no peito durante confronto com traficantes no Complexo do Alemão

Ipanema Online



O soldado Rodrigo Paes Leme, 33 anos, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora da Nova Brasília, foi morto nessa quinta-feira (6) à noite após ser atacado por traficantes do Complexo do Alemão. Mesmo de colete, ele levou dois tiros no peito. 

Ferido, o soldado Paes Leme fez seu último pedido a um colega que o levava para Unidade de Pronto Atendimento na Estrada do Itararé: "Manda um beijo para a minha esposa e pede para ela tomar conta da nossa filhinha – que tem seis anos". A viúva é policial militar recém-formada.

Debaixo de intenso tiroteio, colegas de farda tiveram dificuldades para socorrê-lo, e foi preciso pedir reforço a equipes do 16º BPM para conseguir tirá-lo da favela. 

Desde terça-feira (4), criminosos atacaram policiais de cinco UPPs. 

Marido de policial militar é decapitado em Realengo, na Zona Oeste do Rio

terça-feira, 29 de outubro de 2013 · 0 comentários

Do G1 Rio
Cabeça foi deixada em mochila frente ao imóvel na Rua Laura Dias, em Realengo (Foto: Reprodução / TV Globo)

Um homem foi brutalmente assassinado na madrugada desta terça-feira (29) em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Segundo policiais militares, João Rodrigo Silva Santos, de 35 anos, foi decapitado e sua cabeça deixada na porta da casa da esposa dele, PM que trabalha na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de São Carlos, na Zona Norte.

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A cabeça da vítima foi deixada dentro de uma mochila em frente ao número 19 da Rua Laura Dias, onde o casal residia, por volta das 6h. Não há informações sobre as motivações do crime.

As primeiras informações coletadas por agentes do 14º BPM (Bangu) dão conta que traficantes das favelas Minha Deusa, Vila Vintém ou Curral podem ter cometido o crime. A Polícia Militar procura os responsáveis.

Policiais da Divisão de Homicídios (DH) foram para o local para realizar perícia.
Agentes da Divisão de Homicídios foram para o local na manhã desta terça (Foto: Reprodução / TV Globo)

Chacina em Realengo
Esse é, pelo menos, o segundo crime brutal em Realengo em menos de uma semana. Na quinta (25), sete pessoas foram mortas a tiros de fuzil e pistola em uma casa, supostamente utilizada para consumo de drogas. A Divisão de Homicídios investiga os responsáveis pela chacina, que teriam invadido a casa encapuzados.

Hostilizado, repórter da Globo deixa protesto sob escolta no RJ

sexta-feira, 14 de junho de 2013 · 0 comentários


O repórter da TV Globo Vandrey Pereira foi hostilizado e teve de ser escoltado por seguranças da emissora para não ser agredidoFoto: Mauro Pimentel / Terra


Um repórter da TV Globo foi hostilizado e teve de ser escoltado por seguranças da emissora para não ser agredido na noite desta quinta-feira durante o protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no Rio de Janeiro. Vandrey Pereira foi cercado por manifestantes, que arremessaram um saco de lixo e diversas pedras contra o jornalista, que escapou ileso. "Por razões de segurança, vou ter que sair", disse o repórter, ao ser escoltado por dois seguranças.

Insatisfeitos com a forma como a TV Globo vem cobrindo o movimento, os manifestantes hostilizam os profissionais da emissora desde o início do ato desta quinta-feira. "Ei, Globo, vai tomar no c...", gritavam, enquanto uma repórter da emissora realizava uma entrevista. Os insultos também foram dirigidos ao comentarista global Arnaldo Jabor, que criticou veementemente o movimento em recente comentário no Jornal da Globo.
Terra



RJ: homem é preso acusado de estuprar sete mulheres em um dia

quarta-feira, 6 de março de 2013 · 0 comentários


V&C Artigos e Notícias

Adriano Murilo Gomes Passine, de 37 anos, foi preso em flagrante, com uma das vítimas dentro do carro. Crimes aconteceram em Nilópolis e Anchieta. 


srzd
Um homem foi preso na tarde desta segunda-feira, acusado de abusar sexualmente de sete mulheres, entre 10 e 24 anos. Adriano Murilo Gomes Passine, de 37 anos, foi preso por policiais da 57º Delegacia de Polícia e cometeu todos os crimes nesta segunda. Adriano foi preso em flagrante, com uma das vítimas dentro do carro. De acordo com a polícia, o suspeito que já havia sido preso por estupro e estava em liberdade, também teria cometido roubos durante o dia. Os crimes aconteceram em Nilópolis, na Baixada Fluminense, e em Anchieta, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Deputado do Rio prende coronel dos bombeiros e denuncia espionagem

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 · 0 comentários


Encontro de parlamentares do PSOL e do PR com grupo de policiais e bombeiros termina em confusão. Oficial do serviço reservado que filmava o encontro foi detido por seguranças do Legislativo.
Uma reunião entre bombeiros, policiais militares e deputados terminou em confusão no fim da tarde desta terça-feira, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Um grupo de cerca de 100 militares e suas famílias reunia-se com os deputados Marcelo Freixo e Janira Rocha, do PSOL, e com Geraldo Pudim e Clarissa Garotinho, do PR. Em pauta: a PEC 300, que estabelece patamares únicos de remuneração para policiais e bombeiros em todo o país, e a anistia dos líderes grevistas de 2012. A confusão começou quando, ao fim do encontro, Pudim e os militares foram para o Palácio Tiradentes, onde fica o plenário da Alerj. O parlamentar afirma ter visto que homens à paisana fotografavam o grupo, posicionados nas escadarias e ao redor do Palácio Tiradentes.
Pudim deu voz de prisão a um coronel dos Bombeiros identificado como Jorge Benedito. Ele seria, segundo o deputado, o líder do grupo que captava imagens. “Percebi uma movimentação estranha e identificamos 32 agentes da P2 e do B2 (serviços reservados da PM e dos Bombeiros). A Alerj estava cercada por Arapongas. Perguntei o motivo das fotos, mas o coronel só me disse que estava trabalhando. Dei voz de prisão”, disse Pudim. “Chamei a polícia. Eles serão levados para a 5ª DP)”, disse.
De acordo com Pudim, agentes do Corpo de Bombeiros e da Polícia estão sendo vistos na Alerj já cerca de uma semana. “Eles querem identificar os militares que denunciam os abusos que acontecem nos quartéis. E a assembleia não pode ser conivente com isso”.
O coronel e um subordinado estão detidos por seguranças da Alerj. Um tenente-coronel da PM foi à Assembleia para uma reunião na sala da presidência da Casa. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Corpo de Bombeiros negou que alguém da corporação tenha sido preso, e deu sua versão para o ocorrido: “Uma equipe de militares do serviço de inteligência estava do lado de fora da Alerj monitorando os acontecimentos, de modo a subsidiar estratégias que evitem manifestações radicais contra a instituição e contra a sociedade”. Também procurada pelo site de VEJA, a comunicação da Polícia Militar não se manifestou.
O líder da greve dos bombeiros no Rio de Janeiro, Benevenuto Daciolo, em 2011, integrava o grupo que foi à Alerj conversar com parlamentares. Daciolo foi expulso da corporação por ter organizado uma série de protestos no estado, entre eles a invasão ao Quartel General, e por ter sido acusado de incitar o movimento grevista de fevereiro de 2012. Na ocasião, o cabo foi flagrado em escutas telefônicas combinando a nacionalização do movimento da categoria com Marco Prisco, então líder da Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares da Bahia. Daciolo foi levado para a 5º DP(Centro).
Na semana passada, o site de VEJA mostrou que os Bombeiros espionam facebook e e-mails de militares para identificar e prender os que criticam a corporação. Na última segunda-feira, um grupo de 20 bombeiros foi preso por discutir pelo facebook e e-mails pessoais questões consideradas internas pelo Corpo de Bombeiros. (Veja).

Faro de cães da PM multiplica por 20 as apreensões de drogas e armas no Rio

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 · 0 comentários


Transformação em batalhão e novo foco em operações fizeram disparar o volume de entorpecentes recolhidos em dois anos. Cachorro 'Boss' foi ameaçado por tráfico
Pega o marronzinho, pega o marronzinho!”, disse um traficante da favela de Manguinhos a outro, pelo rádio. Marronzinho é o labrador cor chocolate Boss, do BAC (Batalhão de Ações com Cães, da Polícia Militar do Rio), e a ordem pretendia ser uma sentença de morte, felizmente não cumprida. Aos 6 anos, Boss (Chefe, em inglês) é, segundo os PMs, a “Ferrari” ou o “Romário” da unidade que, em 2012 bateu recorde e apreendeu 2,12 toneladas de drogas – em 2011, tinham sido 917 kg, e 105 kg, em 2010. O labrador passou a ser ameaçado depois que os cães encontraram 300kg de drogas em um dia .
O enorme salto nas apreensões (de 20 vezes o volume, entre 2012 e 2010) tem menos a ver com o sempre excelente faro de Boss e colegas caninos do que com a reformulação estrutural da PM que otimizou o BAC e passou a aplicá-lo de modo mais eficiente, a partir de 2010.
Nesse período, a até então Companhia Independente de Cães se tornou batalhão, ganhando autonomia e estrutura, e passou a se focar em operações – não mais em policiamento preventivo, explicou o comandante, tenente-coronel Nogueira, há dez anos na unidade.
Em seguida, o Estado-Maior Operacional incluiu o BAC no COE (Comando de Operações Especiais), para apoiar principalmente ações do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e do Batalhão de Choque em favelas. A unidade participou de todas as ações de pacificação de favelas e hoje quase todos os dias tem missão.
Apreensões se multiplicam por 20 em dois anos
Com as mudanças, as apreensões de drogas e armas se multiplicaram. “Pegamos o BAC falido, no fundo de quintal do 16º Batalhão (Olaria), mal interpretado e mal aplicado. Definimos seu objetivo e cresceu, atuando no segundo momento, de uma varredura. Gera resultado, porque são especializados nisso”, contou o responsável pela alteração, coronel Pinheiro Neto, chefe do Estado-Maior Operacional da PM .
Por duas vezes, a última em agosto de 2012, o BAC venceu o prêmio da Secretaria de Segurança por superar indicador estratégico, na categoria unidades especializadas. “É impressionante: os cães entram no lugar e em um minuto já dão o sinal de que acharam a droga”, elogia o comandante do Choque, tenente-coronel Fábio Souza .
Hoje, tropa e cães ainda estão alojados no 16º Batalhão (Olaria), mas quando a futura sede do COE estiver pronta, provavelmente em 2014, o BAC terá área exclusiva e canil para 160 cães, o dobro do atual efetivo K-9 (pronuncia-se “canine”, canino, em inglês), 79. Serão comprados cães entre um e dois anos de idade, filhos de campeões de criadores reconhecidos na Europa, ao custo de cerca de 3 mil euros, cada. Na primeira leva, serão adquiridos 12 fêmeas e oito machos, que devem triplicar o número até a Copa do Mundo do Brasil, ano que vem.
O cão deve ter características semelhantes às de um bom policial
Nem só de drogas e armas, munições e explosivos vive o BAC, embora essa venha sendo a principal missão. Os cães e PMs operam ainda em ações de intervenção tática e resgate de reféns (com o Bope), controle de distúrbios (com o Choque), busca e salvamento de pessoas perdidas e soterrados em áreas colapsadas.
Cada raça tem uma especialidade, embora quando se trata de cães, cada indivíduo tenha suas características próprias, explica o major Vitor Valle, subcomandante e na unidade há dez anos, desde tenente.
Em geral, os 79 cães são distribuídos da seguinte forma: Faro (armas, drogas, munição e explosivos) e Captura: labradores, pastores malinois e holandês; Controle de distúrbios: pastor alemão e rottweiller; Intervenção tática: pastor malinois; Busca de pessoas perdidas ou soterradas em áreas colapsadas: malinois e holandês.
O cão policial ideal tem as características que fariam um bom policial: é sociável, persistente, corajoso, tem agressividade controlada e ausência de fobias (ruído, altura, água). Na média, o pastor belga malinois é o mais adaptável, resistente, com faro excelente, ótima capacidade de mordida e neutralização e dificilmente tem alguma “tara” (defeito). Diante da droga, os cães se agitam, balançam a cauda e se sentam – a chamada “sinalização passiva” – à espera da recompensa: uma bola de tênis, um pano ou um carinho, além do elogio. Por vezes, arranha o local, na sinalização ativa, que o BAC está abandonando.
Faro encontra droga a 7 metros de profundidade e em gruta
Além de ameaças – desde a fundação, em 1955, porém, nenhum cão foi morto ou ferido em combate –, os traficantes respondem a tanta eficiência com criatividade ao esconder as drogas.
Antes, achávamos muito no primeiro piso, dentro de paredes que quebramos, fundos falsos, no chão, dentro de botijão de gás. Aí passaram a enterrar em tonéis de plástico, mas os cães encontravam do mesmo jeito. Uma vez apreendemos drogas a 7 metros abaixo da terra, na Rocinha! A moda agora é esconder no 2º e 3º andares. Só dá mais trabalho para subirmos...”, ri o major Vitor, 34 anos.
A apreensão mais emblemática se deveu à teimosia dos cães, que insistiam em seguir para a mata, quando os PMs pretendiam vasculhar a área urbana de uma favela, em 2012. Após 15 minutos de caminhada aparentemente infrutífera, em terreno difícil, os cães entraram em uma gruta. “Chefe, chega aqui!”, chamou-o o primeiro soldado a entrar. Eram montes de placas de 35 kg cada com drogas, no total de cerca de 300kg.
Cães atletas
Os cães são as estrelas do batalhão e tratados como tais. Têm preparação física e acompanhamento médico. Preparam-se com exercícios aeróbicos, de resistência, natação, tração, trabalho funcional. Um dia treinam, no outro estão operacionais e no terceiro de folga, quando têm o dia livre para brincar.
O subcomandante refuta o mito de que os cachorros são viciados para se tornarem eficientes. “Isso é lenda! Como conseguiria então farejar um cadáver, sangue explosivos, uma pessoa perdida? Seria viciado em tudo isso também? Faro é 100% memorização, e nós recompensamos o cão quando ele acha algo, seja com um pano, bola de tênis ou carinho. Ele não sente estar trabalhando, mas brincando. Essa parte psicológica é importante, manter o espírito lúdico, feliz, alegre”, explica Vitor.
A clínica veterinária tem centro cirúrgico, farmácia e seis oficiais veterinários, comandados pelo capitão Luis Renato Veríssimo, além de enfermeiros e auxiliares veterinários – todos os PMs também são socorristas. Há atendimento ambulatorial, procedimentos cirurgias, prevenção a infecções, verminoses e parasitas.
Há ainda uma parte de reprodução, com banco genético. Segundo o capitão Veríssimo, os problemas mais comuns dos cães são intermação, por calor, e escoriações e cortes, pela atuação em áreas irregulares, com pedras, vidros, vergalhões e esgoto. Durante as operações, quando uma ambulância veterinária é levada, os condutores levam água em vasilhas portáteis de nylon para seus companheiros. Na volta, os caninos são avaliados e tomam banho caprichado.
Quando o cão chega aos 8 anos, é doado, castrado. Na maioria das vezes, fica com algum PM da unidade. O comandante Nogueira, porém, que sempre adorou cachorros e criava dobermanns e huskies siberianos, ri ao revelar que hoje tem em casa um cão nada policial: um pequeno yorkshire, comprado por sua mulher.
Curso e falta de gratificação
Para o curso de formação de cinco semanas do BAC, que começaria esta segunda-feira (25), houve 105 inscritos. Passaram 44 nos exames preparatórios, mas só há 30 vagas – hoje são 141 na unidade. O treinamento habilita PMs a conduzir cães para emprego policial – para integrar o BAC, é preciso ter este ou o curso avançado, de 16 semanas, de adestramento.
A aprovação varia de 40% a 60% dos inscritos, que passam a ter “orgulho de ser cachorreiro”, como diz inscrição no muro da unidade. Os alunos aprendem psicologia animal, doutrina de avanço sob fogo (com cão), a dar tiros, escalar e fazer travessias aquáticas, sempre acompanhados do cão.
O BAC ministrou quatro edições do curso de faro da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) para polícias de todo o Brasil e recebe visitantes de países da América Latina e Europa. “Os policiais franceses ficam impressionados com a quantidade de drogas que apreendemos, porque lá as apreensões são de pequenas quantidade”, disse o major Vitor.
Apesar da excelência de resultados e de integrar o COE, os policiais do BAC são os únicos da elite da PM que ainda não recebem a gratificação de unidade especial, como o Bope, Choque, GAM e outras. Na sexta-feira, o assunto estava sendo tratado pelo chefe do Estado-Maior Operacional da PM, coronel Pinheiro Neto, que pede ao governo orçamento para acrescentar R$ 1 mil aos vencimentos dos 141 PMs da unidade.
iG Rio de Janeiro 

Mulher fura blitz, agride PM e é detida

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013 · 0 comentários


Mulher que furou blitz da Lei Seca no Rio vai responder por quatro crimes.
Entre os crimes estão desacato, desobediência, corrupção ativa e coação.
Delegada diz que ela tinha hálito alcoólico forte e estava agressiva. 
A mulher que furou a blitz da Lei Seca, na madrugada desta quinta-feira (21), na Rua Senador Vergueiro, no Flamengo, na Zona Sul do Rio, vai responder por quatro crimes, como informou ao G1  a delegada adjunta da 13ª DP (Ipanema), Verônica de Oliveira Ricio, na manhã desta quinta-feira (21).
Identificada como Christiane Ferraz Magarinos, ela foi autuada por desobediência (ao furar o bloqueio), desacato (ao xingar os policiais militares que a prenderam), corrupção ativa (por oferecimento de dinheiro aos policiais) e por coação no curso do processo (ao alegar influência na Prefeitura do Rio e ameaçar os policiais).
De acordo com o Governo do Estado, além de responder pelos crimes, a mulher teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida, foi multada em R$ 1.915,30 e perdeu de sete ponto na carteira.
Segundo a delegada, o caso de embriaguez ao volante foi registrado na 9ª DP (Catete). A delegada contou também que ao chegar à delegacia, Christiane apresentava "forte hálito alcoólico, roupas em desalinho, agressividade e desorientação ao falar". Laudos, vídeos e testemunhas que possam atestar o caso, ficarão a cargo desta delegacia.
Como informaram os policiais militares na delegacia, por volta das 2h, a motorista furou o bloqueio da Lei Seca, no Flamengo. Além de não parar na blitz, ela dirigiu em alta velocidade e em zigue-zague até o prédio onde mora, na Avenida Oswaldo Cruz, no Flamengo. Enquanto aguardava o portão da garagem do prédio abrir, Christiane foi abordada pelos PMs, que informaram que ela teria de voltar ao local da blitz da Lei Seca.
“Ela xingou os policiais, disse palavras de baixo calão e quanto o PM se posicionou na frente do carro para que ela não entrasse na garagem, ela acelerou o carro em cima dele. Dentro da garagem, ela resistiu à prisão e ainda gritou que tinha influência na Prefeitura do Rio, que os policiais não sabiam com quem estavam lidando. Ela também ofereceu dinheiro aos policiais, ao dizer que o caso era facilmente resolvido com dinheiro e ao perguntar quanto eles queriam para liberá-la”, detalhou a delegada.
A mulher foi presa em flagrante e como os crimes de corrupção ativa e coação são inafiançáveis, Christiane permanece presa na 13ª DP. Os advogados da motorista tentam sua liberação no plantão judiciário, concluiu a delegada Verônica de Oliveira Ricio. (G1).
 
http://www.uniblogbr.com/2013/02/mulher-fura-blitz-agride-pm-e-e-detida.html#.USa6Qzcr4YI

Ação conjunta entre Polícia Civil do RN e do RJ cumina com a prisão de Curaú um dos criminosos mais perigosos do RN

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 · 0 comentários









Em uma ação conjunta entre as Polícias Civis do RN e RJ teve como objetivo a prisão de um dos criminosos mais perigosos do RN, Gilmar da Cruz, mais conhecido como ``Curaú´´, curaú é foragido do presídio de Alcaçúz, em Nísis Floresta-RN, e acusado de uma emboscada que resultou na morte de dois Policiais Civis do RN.
Após a morte dos policiais uma verdadeira operação de caçada teve início na Região Agreste, várias diligências foram feitas nas cidades de Pedro Velho, Montanhas e Canguaretama, bem como em cidades vizinhas na Paraíba na tentativa de capturar Curaú e sua quadrilha, alguns dos menbros da quadrilha foram presos mas Gilmar da Cruz, apontado como lider do bando conseguiu fugir e se enconder no Rio de Janeiro até a data de hoje, quando foi preso em uma comunidade da capital.

Relembre o Caso:

Morte e Assalto a Correios marca o início de semana no Agreste Potiguar

 Foragidos da Justiça são Presos em Pedro Velho

Preso em Natal suspeito de matar irmão de coronel da Polícia Militar

Goiano é preso no Alecrim acusado de participar da morte de policiais civis

HOMEM MATA MULHER DENTRO DE IGREJA E É MORTO EM CONFRONTO COM A POLÍCIA

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013 · 0 comentários



Uma mulher foi morta a facadas na noite de domingo (6) pelo marido durante um culto evangélico no Rio de Janeiro. O crime ocorreu em uma filial da Igreja Universal do Reino de Deus no bairro de Vila Isabel, na zona norte da cidade.

Segundo a Polícia, a vítima Marisa dos Navegantes Chagas dos Santos, discutiu com o marido, José Lúcio dos Santos. Com medo, a mulher correu para dentro da Igreja para se proteger. Mas, o marido a seguiu e esfaqueou Marisa no pescoço. A mulher morreu no local.


Ao tentar fugir, José Lúcio foi abordado por policiais que patrulhavam a região. No confronto, o homem terminou baleado. O caso foi registrado na 19ª DP (Tijuca) e será investigado pela Divisão de Homicídios (DH).

*******via qthdanoticia.blogspot.com*********

Vem aí o Bolsa Crack de R$900,00

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013 · 0 comentários


QUANDO A GENTE PENSA QUE JÁ VIU DE TUDO NESTE MUNDO... EIS QUE NOS APARECE................ O futuro vice-prefeito do Rio, Adílson Pires, atual vereador do PT,que vai acumular o cargo de secretário municipal de Desenvolvimento Social. A primeira medida que anunciou e que está sendo estudada é distribuir bolsas de R$ 900,00 para as famílias de usuários de crack para que elas possam acolhê-los.
Isso não é apenas uma idéia de jerico, demonstra que Adilson Pires está completamente alienado, fora da realidade.
A noticia de que a Prefeitura do Rio de Janeiro pretende dar uma bolsa auxilio para famílias pobres que se comprometam a cuidar de seus familiares, menores de idade, viciados em crack gerou um pequeno alvoroço nas redes sociais. Pagar 900 reais para a família de um viciado? Qual seria a lógica por trás de uma benevolência como essa?
Não dá para simplesmente descartar a ideia de inicio, é preciso analisar a fundo a validade da proposta. Pelo noticiado a bolsa seria paga apenas a famílias em estado de pobreza que deveriam usar o auxilio para reinserir o jovem viciado no ambiente familiar saudável, além de prover medicação, alimentação e artigos de primeira necessidade. As famílias seriam visitadas por agentes sociais para determinar a necessidade e tamanho de tal auxilio e fazer o acompanhamento do processo de ressocialização do paciente/viciado.
No papel parece tudo muito bonito e há de fato um embasamento legitimo para esse tipo de ação. Porém há grandes dificuldades para implementação efetiva de uma programa como esse. Dificuldades que a meu ver a prefeitura não tem como superar por falta de estrutura e pessoal qualificado. Seria necessário um acompanhamento muito rigoroso e atenciosos para que o beneficio não se torne uma maneira de “arrancar” dinheiro do estado. Com um pouco de “malandragem” uma família pode burlar o “sistema”, e sabemos que malandragem não é artigo em falta na nossa sociedade. Ademais, o simples suporte financeiro não transformara a família do viciado em uma estrutura social saudável e potente o suficiente para manter o mesmo longe do vício.
Creio que a prefeitura pode aproveitar a mesma quantidade de dinheiro de maneira mais eficiente através da construção de abrigos de ressocialização que tenham melhor infraestrutura e profissionais mais qualificados.
Ambientes que possam ser facilmente controlados e fiscalizados pelo Ministério Público, para não virarem um vazadouro de dinheiro público.


E O SALÁRIO MÍNIMO EM 2013 SERÁ DE..................... Ó........................ R$670,95

Acredite se quiser no Brasil fumar Crack ganha mais do que ser trabalhador.

http://cadaminuto.com.br/noticia/2012/11/17/familias-poderao-ter-bolsa-crack-de-r90000
http://cadaminuto.com.br/noticia/2012/11/17/familias-poderao-ter-bolsa-crack-de-r90000

Tráfico proíbe venda de crack no RJ

quarta-feira, 20 de junho de 2012 · 0 comentários

O tráfico de drogas vai proibir a venda de crack nas favelas do Jacarezinho, Mandela e de Manguinhos. A informação foi publicada na coluna de Ancelmo Gois de hoje com a foto acima. A medida, decidida pela maior facção do tráfico no Rio, ocorre dois meses depois de lançado no Rio o programa "Crack, é possível vencer" -- do governo federal. A ordem de proibir a venda de crack partiu de chefes do tráfico, que estão presos. A informação vinha circulando pelas comunidades, mas ontem pela primeira vez apareceu o cartaz anunciando a proibição, "em breve", ao lado da cracolândia da favela Mandela, na Rua Leopoldo Bulhões, na chamada Faixa de Gaza. Os traficantes ainda têm ali cerca de dez quilos de crack. Cada pedra custa R$ 10,00. Há informações de que os criminosos temem que a Força Nacional de Segurança ocupe aquelas favelas, como ocorreu na comunidade Santo Amaro, no Catete, onde está há um mês e já apreendeu 1.513 pedras. -- Gostaria que essa decisão se espalhasse por todas as favelas do Rio porque o crack é uma droga devastadora e tem produzido só dor e sofrimento -- diz o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, que desde 2009 faz trabalhos sociais na Mandela. Durante muito tempo o crack era vendido apenas em São Paulo. Dizia a lenda que os traficantes do Rio não queriam produzir "zumbis". Dependentes de crack vivem nas imediações das bocas de fumo, atraindo a atenção da mídia e de operações do poder público. O tráfico no Rio alegava que a clientela de crack --miserável -- traria problemas à venda de maconha e cocaína, mas capitulou após supostas alianças com a facção paulista, e começaram a oferecer o entorpecente vendido junto com a cocaína. O combate ao crack virou uma questão de honra para o governo Dilma, que anunciou investimentos da ordem de R$ 4 bilhões no programa lançado em dezembro do ano passado. A grande dificuldade, segundo o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, é a falta de pessoal capacitado para lidar com os dependentes de crack em todo o país. No Rio o programa foi implantado em abril, com a participação do governo do estado e da prefeitura. Só no Estado do Rio, a previsão de verbas da União é de R$ 240 milhões. De alguma forma a prioridade dada pelo governo ao combate ao crack chegou ao conhecimento dos chefes da maior facção criminosa, que vende a droga nas favelas. Um sinal de que o governo federal vai combater com firmeza o problema pode estar no envio da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) ao Rio, apesar do desinteresse inicial manifestado pelo governo do estado. No domingo fez um mês que integrantes da Força Nacional de Segurança -- a tropa de elite subordinada ao Ministério da Justiça -- ocuparam a comunidade de Santo Amaro, que ainda não foi pacificada, na Zona Sul do Rio. Em um mês de ocupação, a Força Nacional realizou na favela 6.929 abordagens e apreendeu 650 papelotes de cocaína, 1513 pedras de crack, 840 gramas de maconha. Além disso, foram recolhidas munições, explosivos e armas.

Durante 180 dias, serão realizadas ações de polícia ostensiva, judiciária, bombeiros e perícia, em apoio às Secretarias de Saúde, Assistência Social e de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, nas áreas onde serão desenvolvidas as ações de implantação do Programa Crack, é Possível Vencer. Nas favelas de Manguinhos, traficantes foram informados que a área poderia ser ocupada pela Força Nacional se o crack não fosse retirado de lá. Isso pode ter motivado a decisão dos traficantes. A decisão agradou muitos moradores da favela Mandela. Eles são testemunhas diárias do estrago causado pelo crack na comunidade. No Jacarezinho é possível ver usuários de crack na entrada da favela, mesmo por quem passa no asfalto. As operações policiais têm sido recorrentes, mas o problema está longe de ser resolvido. Há três anos fazendo trabalhos sociais na favela Mandela, o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, afirma que tem visto a tragédia causada pelo crack na comunidade. Ele lembra que já teve que solicitar ajuda da Justiça para levar a um abrigo três crianças que eram abandonadas pelos pais, usuários de crack. A ONG Rio de Paz -- que nasceu envolvida cm a redução de homicídios --tem um projeto social, que prevê a construção de uma padaria-escola e o apadrinhamento de crianças por famílias de classe média -- até a universidade. Assista ao vídeo em que Antônio Carlos entrevista dona Veruska, uma usuária de crack. Ela confessa que é "uma droga maldita": -- Eu fumo para deitar e acordo para fumar -- diz a moradora da favela Mandela.

Fonte:O Globo Blogs Via policialbr.com

 

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