Mostrando postagens com marcador proibição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador proibição. Mostrar todas as postagens

Empresa Telexfree é interditada judicialmente em todo o Brasil

quarta-feira, 19 de junho de 2013 · 0 comentários

Por Ciro Marques http://portalnoar.com/


A Ympactus Comercial Ltda, popularmente conhecida como Telexfree, foi interditada judicialmente em todo o Brasil. A informação é do jornal Diário de Pernambuco. Com a decisão judicial, a empresa de marketing multinível está proibida de efetuar novos cadastros de divulgadores e de efetuar pagamentos aos divulgadores já cadastrados, sob pena de multa diária de R$ 100 mil por cada novo cadastro ou pagamento.

Segundo a matéria, a decisão é da juíza Thaís Khalil, titular da 2ª vara cível do Rio Branco, no Acre. O Ministério Público do Estado do Estado (MP/AC), por intermédio da Promotoria de Defesa do Consumidor e Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos, foi o autor da medida cautelar preparatória de ação civil pública contra a Telexfree. A empresa tem cinco dias para apresentar sua defesa e 10 dias para recorrer à segunda instância.

A decisão da juíza ainda determinou o congelamento dos bens e o bloqueio de valores existentes em contas bancárias e aplicações financeiras da Telexfree, assim como os de seus sócios, Carlos Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler. Khalil acrescentou na setença que, até amanhã, a Telexfree será obrigada a exibir em seu site, por meio de pop-up um cartaz informando seus divulgadores sobre o conteúdo da liminar, sob pena de R$ 500 mil por dia caso não cumpra o estabelecido.

Em março deste ano, a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda havia acusado a TelexFree de fazer “esquema de pirâmide financeira”, o que é considerado crime.

Deputado Federal irá propor proibição do uso da caveira nos Batalhões de todo o Brasil

quinta-feira, 25 de abril de 2013 · 0 comentários



O deputado Luiz Couto (PT-PB) vai propor à ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, que recomende aos comandos das polícias militares em todo o país a proibição da caveira como símbolo dos batalhões.

A audiência com a ministra Maria do Rosário, marcada para esta semana, terá a participação de integrantes do Conselho de Direitos Humanos da Paraíba, que convenceram o governador do estado, Ricardo Coutinho (PSB), a retirar o símbolo (um crânio atravessado por punhais) das fardas e veículos do Bope paraibano no mês passado. O argumento foi uma portaria assinada pela própria ministra que recomenda a proibição do uso, em fardas ou veículos oficiais, de símbolos e expressões com “conteúdo intimidatório ou ameaçador, assim como de frases e jargões em músicas ou jingles de treinamento que façam apologia ao crime e à violência”.

Contrários à mudança, defensores do uso da caveira dizem que a imagem constantemente utilizada por militares lembra a morte dos próprios policiais, “companheira inseparável devido ao alto nível de risco das missões cumpridas”.

Luiz Couto e os conselheiros paraibanos querem que Maria do Rosário interceda para que os governadores de outros estados sigam o mesmo caminho adotado na Paraíba, que, no dia 22 de março, retirou o símbolo da caveira de suas fardas e veículos. A retirada, porém, provocou uma série de protestos e reclamações de oficiais. Eles alegam que a caveira não incita a violência e reclamam que não foram consultados sobre o assunto.

“Queremos a implementação dessa resolução em todos os estados, tirando esses símbolos que não são expressão de liberdade, justiça e paz. Queremos símbolos que apostem na vida, em valores fundamentais”, diz Luiz Couto, que também condena o uso de expressões que incitam o ódio em cânticos de treinamentos de militares.

Cultura de paz

Padre e ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado petista considera a caveira um símbolo que atenta contra a dignidade e o respeito ao ser humano. “Há quem diga que é o símbolo da vida e da inteligência. Conversa fiada: matar e botar uma faca na cabeça do outro? Precisamos de símbolos positivos e propositivos, que não se prestem à violência, à morte e à destruição. Trabalhamos por uma cultura de paz”, afirma Luiz Couto.

Para o deputado, atacar um símbolo associado à morte é um primeiro passo para rediscutir o papel da polícia brasileira, sobretudo, a militar. “O homem que entra para a polícia vai se tornando, com o tempo, um animal feroz. A grande ação da polícia deveria ser o trabalho preventivo, de ajudar a população. A repressão deve ser utilizada no momento adequado, mas não como instrumento de tortura para conseguir, por exemplo, o depoimento de pessoas”, critica Luiz Couto.

No ofício enviado ao governador da Paraíba, em que solicitava a retirada da caveira das fardas e veículos dos policiais militares, o Conselho Estadual de Direitos Humanos diz que a caveira é o símbolo da “morte” e do “terror”. “Nas antigas civilizações, eram usadas pelos povos primitivos em rituais de magia. Durante as guerras entre povos, costumava-se usar a caveira para avisar ao inimigo da morte imediata. Na Idade Moderna, as seitas costumavam usar para seus ritos secretos. Hoje a imagem da caveira é usada em várias atividades. Na maioria das vezes, representa o terror a morte a violência”, sustenta a nota.

“Interpretação equivocada”

Ex-comandante do Grupo Especial Tático, antecessor do Bope na Paraíba, o tenente-coronel Onivan Elias de Oliveira escreveu um artigo de 78 páginas para defender a manutenção do símbolo. “Cometeram um equívoco interpretativo”, disse ele ao Congresso em Foco. Coordenador de Planejamento do Estado-Maior da Polícia Militar da Paraíba, Onivan afirma que a caveira faz o policial lembrar que “a morte dele é uma companheira inseparável devido ao alto nível de risco das missões a serem cumpridas” (veja a íntegra do estudo).

A retirada provocou reação do comandante do Bope paraibano, major Jerônimo Pereira da Silva Bisneto, que divulgou uma carta contra a medida. “O Estado Democrático de Direito deve ser preservado e aplicado a todos dentro do território nacional e, isso implica que também nós, policiais militares e policiais do Bope, devamos ter nossos direitos preservados, direitos a pensar, a seguir convicções filosóficas e continuar acreditando que a “faca na caveira” significa a vitória da vida sobre a morte, com sabedoria, poder, força e invencibilidade frente à criminalidade”, alegou o major, em nota divulgada logo após o anúncio da retirada do símbolo, no final de março. “Somos uma instituição hierarquizada e disciplinada. E as ordens são cumpridas. Vida que segue”, diz o tenente-coronel Onivan.

A Portaria 8/2012, assinada por Maria do Rosário, não tem poder impositivo em relação aos governadores, chefes das polícias militares. Mas prevê que suas recomendações sejam estendidas aos órgãos estaduais. A norma também sugere que seja abolido o emprego de “designações genéricas”, como “autos de resistência” e “resistência seguida de morte”, em registros, boletins de ocorrência, inquéritos policiais e notícia de crime. A ideia, encampada pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), é evitar que expressões dessa natureza encerrem apurações de homicídios e ocorrências envolvendo policiais.



NOTA DO BLOG

acredito que esses deputados não tem coisa melhor pra fazer, se sentir incomodado com uma caveira na farda da PM, imaginem os Cidadãos Brasileiros como não se sentem com um monte de políticos corruptos nas casas legislativas.

Juíz proíbe delegacias de Tangará e arredores receberem novos presos

quarta-feira, 23 de maio de 2012 · 0 comentários

Coape tem 90 dias para transferir todos os presos da delegacia da cidade e da de Serra Caiada para outras Unidades.
Por Tiago Medeiros,do nominuto.com, com informações do TJ


O juiz Flávio Ricardo Peres de Amorim, da comarca de Tangará, concedeu o pedido de liminar do Ministério Público e proibiu o recebimento de novos presos (provisórios ou condenados) não só na cidade, como também nos municípios vizinhos, como Boa Saúde, Senador Elói de Souza, Serra Caiada e Sítio Novo.

Em sua decisão o magistrado enfatizou que, passados quatro anos da primeira inspeção, a situação em nada melhorou, ao contrário, se agravou de uma forma tal tornando insustentável qualquer possibilidade de manutenção do atual modelo. E que isso tem aumentado a criminalidade nos municípios, gerando uma sensação de impunidade e de insegurança por parte da população.

Amorim determinou que os presos autuados em flagrante delito ou detidos em cumprimento a mandado de prisão sejam custodiados em unidades prisionais administradas pela Coordenadoria de Administração Penitenciária do Estado (Coape), e que esta providencie um plano de transferência de todos os presos que atualmente já estão custodiados nas delegacias de Tangará e Serra Caiada para estabelecimentos prisionais por ela administrados, num prazo de 90 dias.

Ele ainda estipulou um prazo de 30 dias para que o Estado designe agentes penitenciários ou outros servidores do seu quadro para, em substituição aos policiais civis e militares, realizarem a custódia, vigilância e o transporte de presos de justiça.

Na Ação Civil Pública instaurada pelo MP, os promotores classificam a situação das delegacias da Região como caótica e em desacordo com o dispositivo previsto no artigo 102, da Lei nº 7.210/84, já que elas também funcionam como cadeias públicas e penitenciárias.

Projeto de lei quer proibir a realização de vaquejadas

quarta-feira, 18 de abril de 2012 · 0 comentários


Existe um projeto de lei que pretende proibir as vaquejadas, evento que é bastante comemorado pelos nordestinos no qual realizam laçadas e derrubadas de bois e bezerros. O PL 2086/11 é de autoria do deputado Ricardo Tripoli (PSDB). O relator do projeto, o deputado paulista Walter Feldman, já afirmou que vai votar a favor da proibição.

Vai ser considerado infrator o proprietário do local onde foram executadas as práticas contra os animais. Também será infrator o servidor ou a autoridade que conceder alvará ou licença para a realização do evento. A multa poderá atingir o valor de R$ 30 mil.
O relator argumenta que a vaquejada faz com que os animais sejam submetidos a agressões e violência desnecessárias e que não há nenhuma justificativa de lazer, entretenimento ou esporte. Ele espera que o projeto seja aprovado no Plenário.

Algumas ONGs, que são desfavoráveis a rodeios e vaquejadas, afirmam que os animais, que participam dessa atividade, são submetidos a situações de stress e têm o funcionamento do sistema nervoso central modificado.

Entretanto, há duas propostas na câmara que tramitam em conjunto seguem no sentido oposto da proibição. Uma delas regulamenta a vaquejada como atividade esportiva (PL 3024/11) e a outra regulamenta a vaquejada como atividade desportiva formal (PL 2452/11).

Os três projetos têm que ser analisados também pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.

Nominuto

 

Copyright © 2011 Jr Maximus - template by André Freitas

Sponsored by: Trucks | SUV | Cheap Concert Tickets