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Juíza manda internar por 72h mulher que matou advogado a tiros no RN

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 · 0 comentários

Arthur BarbalhoDo G1 RN
Segundo a polícia, advogado foi morto pela mulher dentro do escritório do casal (Foto: João Paulo Sena)

A mulher do advogado Lafaiete Dantas Júnior, de 44 anos, morto a tiros na manhã desta quarta-feira (18) em Pau dos Ferros, município da região Oeste potiguar, teve a prisão decretada e deve ficar 72 horas sob internação provisória em uma clínica psiquiátrica da cidade. A determinação é da juíza Ana Orgette de Souza Fernandes Vieria, da Vara Criminal de Pau dos Ferros. A magistrada também decidiu que, após o período de internação, a suspeita, que também é advogada, ficará custodiada no Comando Geral da Polícia Militar, em Natal. Segundo o delegado Inácio Rodrigues, que investiga o homicídio, Cleidimar de Oliveira Dantas ainda não prestou depoimento porque permanece em estado de choque. A polícia acredita em crime passional.
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O G1 tentou falar com o advogado de Cleidimar, mas ele havia viajado para a Paraíba e não foi possível contato. Segundo o delegado, Klinton Correia Rocha é genro da vítima e foi a cidade deSousa acompanhar o enterro de Lafaiete.

Lafaiete foi morto com cinco tiros dentro do escritório do casal logo no início da manhã desta quarta. Vizinhos escutaram os disparos e chamaram a polícia. Quando os agentes chegaram ao prédio foi preciso derrubar a porta do escritório. “A advogada estava em choque, caída no chão ao lado do corpo do marido, mas ainda com a arma na mão. Lá mesmo ela recebeu voz de prisão e depois a levamos à delegacia. Ela foi medicada e permanece dopada”, acrescentou Inácio.

O delegado também revelou suspeitar que a advogada pretendia fugir logo após o crime. Dentro do carro da mulher a polícia encontrou R$ 53 mil em espécie. O dinheiro, de acordo com o delegado, foi encontrado logo após ela ser presa. "Não tenho certeza, mas tudo indica que ela pode ter premeditado o crime e estaria pensando em fugir. Por isso ela carregava uma quantia tão alta dentro do carro", revelou. O dinheiro foi entregue aos filhos do casal.

Quanto à arma usada no assassinato, o delegado disse que o revólver, possivelmente um calibre 38, foi enviada para perícia no Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep). “Por enquanto não podemos sequer dizer de quem é ou se a arma é ilegal”, ponderou.

De acordo com relatos de amigos do casal ao delegado, os advogados eram casados há mais de 20 anos e aparentemente tinham um bom relacionamento. O casal é natural da cidade de Sousa, na Paraíba, e tem dois filhos, de 17 e 21 anos.

“Estou sendo usado como bode expiatório´´ diz Sargento acusado da morte de advogado

sexta-feira, 2 de agosto de 2013 · 0 comentários

Por Sérgio Costa e Thyago Macedo do portalbo

Foto: Sérgio Costa / Portal BO

O sargento Antônio Carlos Ferreira de Lima, acusado de participar da morte do advogado Antônio Carlos de Oliveira, e também suspeito de integrar um grupo de extermínio, conversou em primeira mão com o Portal BO, após ser preso três vezes. “Estou sendo usado como bode expiatório, jamais seria líder de grupo de extermínio”, declarou o policial militar.

Ele afirmou ainda que era amigo pessoal do advogado Antônio Carlos e jamais iria articular ou planejar a morte dele. “Ele era advogado do meu irmão e também do meu filho, então, eu nunca faria uma coisa dessas com ele, pois realmente era um amigo da família”, disse o sargento Carlos.

O policial foi preso três vezes, em pouco mais de um mês. A última prisão foi realizada nesta quarta-feira (31), quando policiais da Delegacia de Homicídios cumpriram mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz Ricardo Procópio, da 3ª Vara Criminal. Na decisão, o magistrado chegou a dizer que a liberdade do sargento Carlos põe em risco a paz social.
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Questionado sobre a suspeita de integrar um grupo de extermínio com atuação em São Gonçalo do Amarante e também em Macaíba, o policial militar disse ao Portal BO que está sendo perseguido e, por isso, sofre essas acusações.

Foto: Thyago Macedo / Portal BO
Advogado Antônio Carlos, assasinado em maio

“As pessoas que depõem contramim e me acusam desses crimes são inimigos que eu tenho justamente por desempenhar meu trabalho de policial e prender criminosos. Tudo que acontece de morte na zona Norte de Natal e em São Gonçalo do Amarante dizem que eu participei. Mas isso é perseguição”, destaca.

O sargento Carlos Ferreira ressalta que tem 22 anos de Polícia Militar e trabalhou durante 10 anos na inteligência da instituição. “Não é justo o que estão fazendo comigo. Chegaram na minha casa pulando muro e chutando portões, me tratando como bandido. Eu mereço respeito por tudo que fiz e faço pela Polícia Militar”, completou.

Ainda em relação à morte do advogado Antônio Carlos, o sargento Carlos disse que chegou a alertar ao advogado que Expedito José dos Santos iria entrar com uma representação contra ele na OAB, após os dois disputarem um terreno, que acabou resultando no assassinato, de acordo com a polícia. 

Advogado suspeito de matar jovem em Extremoz ganha liberdade

terça-feira, 23 de julho de 2013 · 0 comentários

Tribunal de Justiça expediu habeas corpus para Tiago Mafra, nesta terça-feira.

Por Thyago Macedo do portalbo
Foto: Cedida

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte decidiu, em 2ª Instância, conceder liberdade provisória para o advogado Tiago Mafra Sinedino, que é apontado pela polícia como suspeito do assassinato da jovem Ana Janaína Alves, de 24 anos, em Extremoz. O advogado estava preso desde o dia 27 de junho.

Ele teve um mandado de prisão preventiva decretado, após o delegado Cláudio Henrique colher elementos e indícios que o colocam como principal suspeito do assassinato de Ana Janaína, que foi morta com sinais de estrangulamento, em novembro do ano passado.

Desde então, a defesa de Tiago Mafra vinha tentando relaxar a prisão do advogado e, na manhã desta terça-feira (23), o Tribunal de Justiça publicou a decisão sobre o julgamento do pedido de habeas corpus.

“A Câmara, à unanimidade, em consonância com o parecer do Dr. Pedro de Souto, 11º. Procurador de Justiça em substituição, conheceu e concedeu parcialmente a ordem, a fim de revogar a prisão preventiva decretada em desfavor do paciente, concedendo-lhe liberdade provisória, mediante a imposição das medidas previstas no artigo 319, I, II, III, IV e V, do Código de Processo Penal, salvo se por outro motivo deva permanecer preso, nos termos do voto da Relatora”, consta no processo.

Tiago Mafra estava detido no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar e deverá ser solto ainda hoje. Ele nega que tenha praticado o assassinato, embora a polícia afirme que há vários registros de ligações telefônicas e de pagamentos que comprovam que ele foi a última pessoa a ter contato com a vítima e que os dois estiveram em um motel na Praia do Meio.

Sargento da PM teria vendido arma usada para matar advogado Antônio Carlos

sábado, 22 de junho de 2013 · 0 comentários


Advogado Antônio Carlos foi executado em um bar.
Por Thyago Macedo do portalbo
Foto: Thyago Macedo


O sargento PM Antônio Carlos Ferreira Lima, preso nesta sexta-feira por suspeita de envolvimento na morte do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, teria sido o responsável por vender a arma usada pelo assassino. De acordo com a polícia, o revólver calibre 38 foi repassado por ele para Expedito José dos Santos, o Irmão Sérgio, apontado como mandante.

O delegado Raimundo Rolim de Albuquerque Filho, que integra a comissão especial que investiga o crime, destacou que essa informação teriam sido repassadas para a polícia em outros depoimentos dos demais envolvidos.

Além disso, os depoimentos indicaram que o sargento Carlos teria tido uma participação mais no crime, tendo em vista que também teria feito um levantamento dos três locais mais frequentados pelo advogado Antônio Carlos, incluindo o Bino’s Bar, onde a vítima foi assassinada no dia 9 de maio.

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A polícia investiga ainda se o policial militar teria feito a intermediação entre Expedito José, possível mandante, e Lucas Daniel André da Silva, o Lukinha, assassino confesso do advogado. Ainda de acordo com o delegado Raimundo Rolim, a prisão do sargento Carlos, nesta sexta-feira, encerra as buscas pelos envolvidos no crime, tendo em vista que ele era considerado o último dos participantes no homicídio.

“Com os últimos depoimentos e prisões, nós definimos o final da fase embrionária, passando agora para a 2ª fase do inquérito, isto é, análise criminal de provas técnicas de caráter sigiloso, avaliação de laudos periciais de caráter complementar, requisição de reprodução simulada dos fatos, requisição de perícia complementar em local de Crime, entre outras providências”, destacou Raimundo Rolim, que trabalha em conjunto com os delegados Roberto Andrade e Karla Viviane.

Histórico

O advogado Antônio Carlos foi assassinado na noite de 9 de maio, após Expedito José ter ido até a casa de Lucas Daniel e estabelecido a participação de cada um no crime. O próprio Expedito teria dirigido o Doblô usado para levar o grupo, também composto pelo Irmão Marcos, até o Bino’s Bar.
Lá, Lukinha teria usado o revólver calibre 38 vendido pelo sargento Carlos, uma calça, camisa de cor preta e uma balaclava que teriam sido repassadas por Expedito. Eles esperaram o momento em que o advogado foi ao banheiro e, então, Lukinha desceu, seguiu e atirou em Antônio Carlos, por volta das 20h30

Em 12 de maio, Expedito e a esposa, Francine Andrade, teriam incendiado o Doblô, em Jaguaribe, no Ceará. Os dois foram presos no dia 28 de maio. No dia 5 de junho, a polícia prendeu Lucas Daniel, no Barro Vermelho, em Natal. Ele confessou ter sido o executor e deu todos os detalhes da trama.

No dia 9 de junho, Marcos Antônio Melo Pontes, mais conhecido como “Irmão Marcos”, foi preso na cidade Ipanema, em Minas Gerais. Já nesta sexta-feira, o sargento Carlos se apresentou à polícia e ficou preso por força de um mandado de prisão.

Delegada da Deicor é designada para investigar a morte de advogado no RN

sexta-feira, 10 de maio de 2013 · 0 comentários

G1RN
Antônio Carlos era considerado pela OAB como um dos advogados criminalistas mais atuantes do estado
(Foto: Ney Douglas)

A delegada Sheila Freitas, titular da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), foi designada pela Delegacia Geral de Polícia Civil do Rio Grande do Norte para comandar as investigações do assassinato do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, morto a tiros na noite desta quinta-feira (9) em um bar no bairro Nazaré, zona Oeste de Natal.

Para a delegada, é prematuro, neste momento inicial das investigações, fazer qualquer afirmação sobre suspeitos ou motivação do crime. “Ainda não podemos falar nada. Seria prematuro fazer qualquer afirmação agora”, disse ela ao G1.

Delegada Sheila Freitas assume as investigações
(Foto: João Ricardo Correia/Sesed)
Antonio Carlos de Souza Oliveira era advogado criminalista e atuou em casos emblemáticos no Rio Grande do Norte, como a defesa do comerciante Lailson Lopes (o Gordo da Rodoviária), indiciado pela morte do radialista Francisco Gomes de Medeiros, o F. Gomes, assassinado na noite de 18 de outubro de 2010.

O crime
O advogado estava no bar do Binos, no bairro de Nazaré, e foi assassinado com tiros de pistola na cabeça quando estava no banheiro. O comandante geral da Polícia Militar, coronel Francisco Araújo, informou que o crime foi cometido por volta das 20h30. Segundo ele, testemunhas informaram que o advogado foi ao banheiro e um homem gordo o seguiu, em seguida, as pessoas ouviram os tiros e viram esse homem gordo saindo do local correndo e com uma pistola na mão. Ainda de acordo com informações da PM, o suspeito fugiu em um Doblò cinza de placas MMW-6343.


advogado é morto em banheiro de bar (Foto: Jorge Talmon / Inter TV Cabugi)Advogado foi morto no banheiro de um bar (Foto: Jorge Talmon / Inter TV Cabugi)

Advogado Antônio Carlos é assassinado em banheiro de bar

quinta-feira, 9 de maio de 2013 · 0 comentários

Por Sérgio Costa e Thyago Macedo do portalbo
Fotos: Sergio Costa

O advogado criminalista Antônio Carlos de Souza foi assassinado, na noite desta quinta-feira (9), dentro do banheiro de um bar, no bairro de Nazaré, zona Oeste de Natal. O advogado foi surpreendido por dois que o seguiram dentro do banheiro e morto com vários tiros na cabeça.

A informação foi confirmada ao Portal BO pelo tenente PM Styvenson, bem como pelo irmão da vítima que esteve no local, o major Jorge, que é proprietário de uma empresa de segurança em Natal.

O advogado Antônio Carlos é bastante conhecido na área policial e judiciária do Rio Grande do Norte, tendo atuado em vários casos. De acordo com a polícia, os homens que cometeram o assassinato chegaram ao bar em um veículo Doblô, cuja placas ainda não foram identificadas.

Eles esperaram o momento em que a vítima saiu da mesa em que estava e o seguiram. Dentro do banheiro, os bandidos efetuaram dois tiros na cabeça do advogado.



OAB acompanha investigação da morte de advogado em Apodi, RN

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013 · 0 comentários


A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte vai acompanhar as investigações da Polícia Civil sobre a morte do advogado Marcelo Roverlando. Ele foi assassinado na noite desta quarta-feira (9), no município de Apodi. Em nota, a OAB disse que o presidente da subseção de Mossoró, Aldo Fernandes, juntamente com o delegado Renato Batista e o promotor de Justiça Silvio Brito, foram até o local do crime para apurar os fatos.
Segundo o delegado, a polícia ainda não sabe o real motivo do crime, mas ele apresenta fortes indícios de execução. Marcelo Roverlando estava em uma motocicleta, a 30 metros de casa, quando foi alvejado com cinco tiros por dois homens que também estavam em uma moto. Ele morreu no local, antes da chegada do socorro médico.
Conforme o presidente da OAB/RN, Sérgio Freire, a seccional potiguar vai acompanhar as investigações sobre esse crime bárbaro e exigir sua imediata apuração e punição dos envolvidos. “A advocacia está entristecida com esse episódio de violência e vai buscar a solução do caso”, disse.
Marcelo Roverlando Jorge de Moura nasceu no município de Apodi em 1974. Ele se formou em Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 2003.
G1RN

 

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