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Motorista flagrado dirigindo viatura da PM afirma ter recebido autorização para almoçar em casa com carro da polícia

segunda-feira, 25 de novembro de 2013 · 0 comentários



No início desta tarde o representante legal do motorista que foi flagrado dirigindo uma viatura da PM no bairro da Cidade da Esperança, região oeste da capital, disse que o mecânico que aparece no vídeo dirigindo o carro da Polícia Militar tinha autorização para ir com o veículo almoçar em casa.

O representante do mecânico acusa os rapaz que publicou o vídeo de fazer rachas até na frente do comando da Polícia Militar.

Confira a nota abaixo

''Venho por meio desta, falar em nome do condutor do carro da polícia militar, exposto num vídeo postado neste blog.

Após o motorista do carro civil (Um Chevrolet celta, preto, de placas ****, com motor ilegalmente turbinado e com suspensão ilegalmente rebaixada ) expor sua versão dos fatos mostrados no vídeo, esta parte se sente no direito de também falar.

Levando em consideração que o condutor do celta preto é praticante ativo de rachas ilegais, autor de arruaças, como ‘borrachoes’ em frente ao comando da polícia militar (vide imagens) e possuidor de um carro com adulterações PROIBIDAS PELO DETRAN, devemos duvidar de quando este afirma que a velocidade máxima do seu carro no vídeo foi de 45km, uma vez que este possui um carro de motor turbinado e acelera com força as duas primeiras marchas do seu carro. A velocidade máxima da via é de 30km/h. E mais: Porque o condutor do celta preto teria demonstrado medo (o vídeo deixa claro), se não estava fazendo nada de errado? Alem do motor turbinado ilegalmente e da suspensao modificada sem autorização, o bloco do motor também é adulterado.

Pois bem:

O condutor do carro da PM é um mecânico, que estava fazendo um serviço de lanternagem na viatura e que com DEVIDA AUTORIZAÇÃO ausentou-se de sua oficina para almoçar em sua residência. Este, ao reconhecer o veículo preto como sendo de um conhecido seu, apenas brincou, por vê-lo ‘pisando’ no acelerador do seu veículo.

Ora, quem não brincaria com um conhecido no meio da rua, ao vê-lo de surpresa?

Nada mais do que isso foi feito pelo condutor do veículo da PM, que estava prestando um serviço, apenas. Ainda completo, informando que o condutor ja esteve presente na polícia agora pela manhã e esclareceu os fatos em diálogo direto com o Coronel Alves.

Da parte que se diz ‘inocente’, apenas ‘testando’ seu carro turbinado ilegalmente, possuo vídeos de rachas e fotos do ‘borrachão’ em frente ao comando da policia militar. Alias, este ‘borrachao’ esta registrado em vídeo no instagram do ‘inocente’''

VIA CERTA NATAL

Advogado apresenta defesa do cabo Jeoás no Tribunal de Justiça da Bahia

sexta-feira, 18 de maio de 2012 · 0 comentários

Por portalbo.com

 A defesa do Cabo Jeoás Santos, no processo que corre contra ele no Tribunal de Justiça da Bahia por ter participado da greve dos policiais militares baianos, foi apresentada na última quarta-feira. O Cabo Jeoás é ex-presidente e atual coordenador de Direitos Humanos da Associação dos Cabos e Soldados da PM/RN, bem como vice-presidente da Associação Nacional dos Praças (Anaspra).

De acordo o advogado Paulo César Ferreira da Costa, a linha seguida pela defesa é de negativa da autoria com o pedido de absolvição sumária, já que não há nenhuma fundamentação que comprove que ele tenha cometido os crimes aos quais ele está sendo acusado, formação de quadrilha e incitação.

Caso o juiz não o absolva, o processo prosseguirá será aguardada a data da audiência de instrução, que deve ocorrer somente no segundo semestre. “Na defesa alego que o Cabo Jeoás é um representante da categoria policial militar e como vice-presidente da Associação Nacional dos Praças tinha o direito e o dever de estar presente na mobilização na Bahia. A sua presença não caracteriza nenhum ato de vandalismo”, explicou.

Greve Bahia
A greve dos policiais militares da Bahia durou 12 dias, tendo sido iniciada no dia 31 de janeiro, quando os grevistas ocuparam a frente da Assembleia Legislativa, em Salvador, e nos dias seguintes o prédio. Cerca de 10 mil PMs, de um efetivo de 32 mil homens, aderiram ao movimento.

A paralisação foi realizada para reivindicar a criação de um plano de carreira para a categoria, além do pagamento da Unidade Real de Valor (URV), adicionais de periculosidade e insalubridade, gratificação de atividade policial incorporada ao soldo, anistia, revisão do valor do auxílio-alimentação e melhores condições de trabalho, entre outros pontos.

Dois dias após o início da greve, a justiça baiana decretou a ilegalidade do movimento e determinou a suspensão do mesmo. Doze mandados de prisão contra líderes grevistas foram expedidos, sendo que quatro foram cumpridos, um deles contra o Cabo Jeoás, que esteve em Salvador por apenas quatro dias. O representante dos policiais militares se entregou ao Comando da Polícia Militar do RN, no dia 14 de fevereiro, e permaneceu preso no Batalhão de Operações Especiais – BOPE por quarenta dias. Jeoás foi solto por após a decisão favorável do pedido de habeas corpus.

 

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