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Operação da Lei Seca prende trinta na Zona Norte de Natal

sábado, 2 de agosto de 2014 · 0 comentários

Operação Lei Seca foi realizada na avenida João Medeiros Filho, na madrugada deste sábado.
Portalbo
Foto: Divulgação / PM

A Polícia Militar mais uma vez deflagrou Operação Lei Seca para fiscalizar motoristas em Natal. Desta vez, o alvo foi na zona Norte da capital, mais precisamente na avenida João Medeiros Filho. Os policiais da Companhia de Polícia Rodoviária Estadual prenderam 30 motoristas por embriaguez ao volante.

A operação começou por volta de 1h e se estendeu até às 4h deste sábado(2). Além dos 30 presos, os policiais apreenderam 100 carteiras de habilitações durante a blitz. As pessoas detidas foram conduzidas para a Delegacia de Plantão da Zona Norte, onde foram autuadas.

Muitas delas pagaram fiança estabelecida pelo delegado e acabaram sendo liberadas. No entanto, terão carteiras de motoristas retidas e vão responder criminalmente por dirigir sob efeito de álcool, bem como pagarão multa de 1.915,40.


Operação Conjunta PM PC prende foragido da justiça em Taipu

quarta-feira, 11 de junho de 2014 · 0 comentários

 Uma Operação conjunta entre o Policiamento do Pelotão destacado de Taipu, o Serviço Reservado da PM e a Polícia Civil dessa cidade, cuminou na prisão do Foragido da Justça, José Alberanir Gomes, condenado à mais de 10 anos de prisão por assalto à mão armada e formação de quadrilha.


A operação foi montada e dois veículos descaracterizados foram usados na investida; ao chegar na Resedência do mesmo no Distrito do Matãoem Taipu o mesmo não se encontrava, e instantes após a investida, o mesmo chegara à sua residência, e ao visualizar a mesma cercada de policiais, empreendeu fugar pela BR 406 em sentido à Taipu, em seguida adentrando pelas estradas carroçais tentando despistar os policiais que o seguiam.
As buscas prosseguiram por vários distritos por mais de meia hora e o mesmo chegou a ser capturado no distrito de Lajedo do Upanema, município de Ceará Mirim.
Durante a abordagem verificou-se que o mesmo conduzia o veículo com a Esposa e duas filhas dentro, pondo em risco as vidas das mesmas, tendo em vista a alta velocidade que o mesmo conduzia o veículo em estradas de péssima qualidade.
Apos a prisão efetuada, o mesmo foi conduzido até sua residência, onde foi encontradas munições de .40 em seu quarto, mas nenhuma arma foi encontrada.
Em seguida o mesmo foi conduzido ao Hospital da cidade para realização de Exame de Corpo de Delito e em seguida entregue ao Delegado desse Município para que fossem tomadas as medidas cabíveis.
No período em que esteve foragido Alberanir se escondeu em várias cidades, entre as quais Nova Cruz e Santo Antonio, no agreste potiguar.





Governadores sob pressão: policiais planejam paralisação nacional na quarta-feira

segunda-feira, 19 de maio de 2014 · 0 comentários

Mobilização ocorre na esteira do fiasco da gestão pernambucana da crise na segurança pública. Categorias militares, civis e federais se unem para cobrar aumento salarial e melhores condições de trabalho

Para mergulhar um Estado na mais completa desordem, tudo o que a polícia tem a fazer é nada fazer – e os ladrões, traficantes, agitadores e saqueadores "profissionais" e de ocasião cuidarão do restante. As cenas de saques e vandalismo em Pernambuco, mergulhado numa crise de segurança pública após três dias de greve da PM e dos bombeiros, saltaram para o topo da pauta dos governadores, principalmente onde há cidades-sede da Copa do Mundo. Quem não acordou para o problema será despertado de forma estridente na próxima quarta-feira, quando está prevista uma paralisação nacional dos policiais, com convites às forças militares, civis e federais. O protesto, programado propositalmente para as vésperas da Copa, traz o risco de novas situações de tensão, com possíveis consequências nas urnas, a cinco meses das eleições de 5 de outubro.

É certo que o salário do policial no Brasil é baixíssimo. E também não há dúvida de que em qualquer movimento como o de agora há quem queira navegar nos ventos da convulsão social. O terceiro componente do problema é a forma desastrada como as negociações desse tipo têm sido conduzidas. Ex-secretário adjunto de Defesa Social de Minas Gerais e professor da PUC-MG, o sociólogo Luis Flavio Sapori avalia que governadores têm tratado reivindicações trabalhistas de policiais como afronta à autoridade. Em 2012, bombeiros, PMs e policiais civis rebelaram-se em vários Estados. A baderna maior se deu na Bahia, agravada pela postura vacilante do governo do petista de Jacques Wagner. Com militares de braços cruzados, Wagner deixou a situação correr, não estabeleceu um canal eficiente de negociação com os grevistas e custou a admitir que tinha perdido o controle da situação. Quando finalmente pediu ajuda da Força Nacional de Segurança (FNS), o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia estava ocupado por grevistas, que entraram em choque com tropas do Exército, FNS e da PF.

A reputação do governador baiano ficou em frangalhos, mas a lição não surtiu efeito produtivo país afora. O governador pernambucano João Lyra Neto (PSB) recebeu do antecessor, Eduardo Campos, uma Polícia Militar em ponto de ebulição. Manteve a política de não negociar com grevistas, com a greve julgada ilegal. Os policiais ignoraram a decisão judicial, a cidade mergulhou no caos e quem pagou o pato foi a população. De quebra, enquanto as lojas de Recife eram saqueadas, a equipe da campanha publicou na internet uma foto de Campos com a mulher e o filho caçula viajando em um jatinho – a imagem foi retirada, mas o grito de guerra contra ele foi inevitável entre os grevistas.

Os policiais voltaram ao serviço nesta sexta-feira. A paz, não. Até que o policiamento se reorganize, a população está vulnerável, como esteve na madrugada e na manhã seguintes ao fim da greve, período em que houve assassinatos, assaltos e saques na Região Metropolitana de Recife. Os policiais, desgastados, acabaram ficando com o que já estava previamente negociado com o governo do Estado desde 2011: reajuste de 14,55% programado para junho, incorporação da gratificação por “risco operacional” também pelos militares da reserva e promessas de melhorias nas condições de promoção e de saúde no hospital da PM. “A sociedade pernambucana não pode pagar o prejuízo”, admitiu, na quinta-feira, um dos líderes da greve, o soldado Joel do Carmo.

“Há sempre interesses de partidos, de pessoas que aproveitam a liderança para ganhar projeção. Mas os governadores têm tratado essas greves com uma lógica de confronto. É o que Pernambuco fez agora. Mesmo em uma paralisação considerada ilegal, não se pode abrir mão de negociar. É fundamental criar canais de negociação. O corporativismo tomou conta desses movimentos. E os governadores pioraram a situação porque não tiveram capacidade de negociar”, afirma Sapori.

Pernambuco tem um histórico de greves de policiais desastrosamente conduzidas. Em julho de 1997, uma greve que durou doze dias deixou as ruas do Recife à mercê da criminalidade. O então governador, Miguel Arraes, solicitou apoio das Forças Armadas e foram enviados para o Estado 1.030 homens do Exército, com veículos blindados. No período da paralisação da polícia, houve setenta assassinatos, catorze postos policiais foram depredados, seis incendiados. Um soldado morreu com um tiro na cabeça, quando atuava em um assalto. Quatro anos depois, o Exército precisou voltar às ruas para socorrer os pernambucanos, no governo Jarbas Vasconcelos (PSDB). Os oficiais que haviam conduzido a primeira greve negociavam um adiamento da mobilização. Os praças, no entanto, cobravam aumento imediato do piso de 500 para 900 reais. Diante do impasse, os PMs marcharam, armados, até a Praça da República, onde fica a sede do governo. No dia mais tenso da mobilização, dois grupos de policiais militares se enfrentaram com tiros.

O pesquisador José Vicente Tavares, professor da UFRGS, dedicou-se a monitorar greves policiais desde a redemocratização. De tão recorrentes as demandas, acredita ele, greves desse tipo devem ser encaradas como uma crise estrutural da segurança pública. “O salário é a ponta do iceberg. Essas greves usam conjunturas favoráveis, como eleições ou Copa do Mundo, mas há uma crise institucional nas polícias”, afirma.

A repetição de movimentos grevistas nas forças de segurança favoreceu o surgimento de uma bancada de policiais nos Legislativos federal, estadual e municipal. Ao fim, esses movimentos serviram para impulsionar pretensões eleitorais. Mas, no poder, os sindicalistas-grevistas não contribuíram para amenizar os problemas que as paralisações de policiais causam nas ruas. “Greves policiais não são um problema deste ou daquele governo. Temos que encarar como uma questão social e política. Houve um incremento na presença de agentes das mais variadas corporações no Legislativo, mas as paralisações ainda ganham contornos dramáticos”, afirma Tavares.

Paralisação nacional – Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Gandra, que lidera o movimento, o protesto de quarta-feira será feito para cobrar “melhorias na segurança pública”. “A população deve ser compreensiva com o movimento”, diz Gandra. Não será fácil obter aprovação popular se as cenas de Pernambuco se repetirem. E é evidente que a mobilização nacional, e o momento escolhido para a manifestação, tem mais relação com salários do que com combate ao crime.

No Rio de Janeiro, os policiais civis penduraram em frente à Chefia de Polícia um grande cartaz lembrando ao governador Luiz Fernando Pezão que “a decisão é dele”. Os agentes, que reivindicam a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais, decidirão em assembleia na próxima quarta-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, se haverá paralisação em todas as delegacias do Estado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, a incorporação da gratificação vem sendo discutida com o governo do estado desde o ano passado. Em abril, a categoria estabeleceu um prazo, que se esgotou na última quinta-feira, para que o governador Luiz Fernando Pezão apresentasse o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O projeto, no entanto, não foi levado aos deputados. Segundo o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 reais. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.

No Rio a arapuca está armada para Pezão, pré-candidato do PMDB ao governo: a Polícia Militar está pronta para, em caso de vitória dos colegas civis, deflagrar imediatamente um movimento reivindicatório. Ou seja: se Pezão não atender, complica-se com a Civil; se ceder, fica na mão dos militares.

PEC 300 – Na greve de 2012, como na de agora, a meta nunca alcançada pelos grevistas é a PEC 300 – que, em resumo, equipara os salários dos policiais de todo o país ao da PM do Distrito Federal, atualmente na casa dos 4.200 reais. Cada estado, é verdade, tem uma realidade econômica e um orçamento público próprios, com limitações e tamanhos diferentes. Acontece que, para surpresa – apenas – de quem não acompanha a novela desde o início, todos os Estados tiveram, há quatro anos, uma promessa de socorro para implantar a realidade salarial da capital. Fazer da PEC 300 uma realidade foi compromisso de campanha de Dilma Rousseff, pois, justamente pelas diferenças entre os estados, é necessário que a União complemente os salários nas unidades da federação mais estranguladas.

A PEC deixou de ser prioridade tão logo a presidente subiu a rampa do Planalto. Agora, quando está mais perto de descê-la do que em qualquer momento dos últimos quatro anos – como indicam as últimas pesquisas de intenção de voto – Dilma tem algumas contas a fazer. Uma, aritmética, diz respeito ao quanto custaria levar à frente a equiparação, comprometendo mais uma fatia do orçamento da União. A outra, estratégica e política, leva em consideração os efeitos dos levantes nos estados.

FONTE - VEJA.

Policiais militares de Pernambuco decidem encerrar a greve

sexta-feira, 16 de maio de 2014 · 0 comentários

"Paramos porque entendemos que a sociedade não pode
continuar sofrendo", diz Joel Maurino representante dos
policiais militares (Foto: Débora Soares/G1)

A comissão independente de policiais e bombeiros militares decidiu encerrar a greve da Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (15). Eles se reuniram em frente à sede do Palácio do Campos das Princesas, sede do Executivo estadual, no Centro do Recife. A assembleia foi tumultuada e os líderes do movimento chegaram a ser vaiados por quem queria continuar com a paralisação. "Paramos porque entendemos que a sociedade pernambucana não pode continuar sofrendo", disse Joel Maurino, representante dos policiais. O governo de Pernambuco ainda não se pronunciou sobre o fim da paralisação.

A orientação do comando de greve é que a tropa volte às ruas ainda esta noite. Segundo os líderes do movimento, três itens foram acordado com o governo: a reestruturação do Hospital da PM, implantação da gratificação por risco de vida no salário-base e a aprovação, até julho, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), de promoções para os praças. As outras reivindicações, listadas em documento com 18 itens, só voltam a ser discutidas em janeiro de 2015, conforme o comando de greve.

A categoria, que iniciou o movimento na noite de terça (13), também cobrava aumento de 30% a 50%, dependendo da patente. No entanto, recuou da exigência. Durante a tarde, o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, afirmou que o canal de diálogo havia sido fechado após a paralisação ter sido decretada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).


Comando de greve da PM decidiu encerrar movimento em assembleia no Recife 

Durante o movimento, saques, depredações e outros crimes foram registrados em cidades do Grande Recife e no interior do estado. O comércio fechou as portas em várias localidades e as aulas foram suspensas em universidades e escolas públicas e particulares. O clima de insegurança deixou ruas desertas e o trânsito livre nos principais corredores da capital pernambucana. Empresas suspenderam o expediente mais cedo e liberaram funcionários. A Prefeitura e a Câmara de Toritama, no Agreste do estado, foram depredadas e tiveram mobiliário queimado.

Nesta quinta, o estado começou a receber agentes da Força Nacional de Segurança Pública e militares do Exército para substituir os PMs grevistas. No mesmo horário em que a categoria realizava assembleia para decidir sobre o fim do movimento, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse em entrevista coletiva que poderia convocar a Marinha e a Aeronáutica, se fosse preciso, para patrulhar o estado.

Prisões

A Polícia Civil de Pernambuco informou, em coletiva esta noite, que 234 pessoas foram detidas no estado suspeitas de furtos, roubos, porte ilegal de arma de fogo, dano qualificado, perturbação do sossego, entre outros crimes. As prisões foram realizadas nas últimas 24 horas e 102 pessoas foram autuadas em flagrante.
Tropas do Exército de vários estados do Brasil e da Força Nacional estão em solo pernambucano realizando a patrulha nas ruas, desde a madrugada. Agentes da Polícia Civil também reforçaram o policiamento ostensivo, com apoio de agentes de unidades especializadas, da Companhia Independente de Operações na Área de Caatinga (Ciosac) - que é ligada à PM, mas não aderiu ao movimento, além de patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal.

Em coletiva realizada na sede da Secretaria Estadual de Planejamento, no Centro do Recife, o chefe da Polícia Civil, delegado Osvaldo Morais, ainda disse que foram registrados 27 homicídios no estado, entre a última terça (13) e esta quinta (15).

FONTE - G1 via Pec300.com

Jovem morre após teste físico para ingressar na Polícia Militar

quarta-feira, 14 de maio de 2014 · 0 comentários

O corpo do jovem foi velado na manhã desta quarta-feira em Teresina.

Reprodução/Internet
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Um jovem morreu na noite de terça-feira depois de passar mal enquanto fazia um teste de corrida para o último concurso realizado para Polícia Militar do Piauí. Josimar do Nascimento Cardoso, 26 anos, caiu no campo de futebol da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), em Teresina. Desmaiado, ele foi levado para o Hospital Público do Matadouro.

Os médicos teriam informado à família que ele precisaria passar por cirurgias, e por isso foi transferido para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Segundo esse hospital, o paciente chegou em estado grave e teve que receber um corte na perna para diminuir o inchaço decorrente do rompimento de vasos – provavelmente causados por esforço físico excessivo.

Responsável pelo exame, o Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos da Uespi afirmou, em nota, que o candidato “apresentou todos os exames médicos exigidos, bem como atestado devidamente assinado por cardiologista”. O corpo do jovem foi velado na manhã desta quarta-feira em Teresina.

http://www.portalnco.com.br/noticias/policial/jovem-morre-apos-teste-fisico-para-ingressar-na-policia-militar/

PMs de PE fecham postos de atendimento e governo convoca policiais do interior

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Nas primeiras horas de paralisação de policiais militares e bombeiros em Pernambuco, o governo do Estado convocou cerca de 300 homens de batalhões do interior para atuar no reforço da segurança na região metropolitana do Recife. 

Entre os policiais convocados estão aqueles da chamada Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga, que atuam principalmente na repressão ao plantio e tráfico de drogas no sertão do Estado. 

Na manhã de hoje, por exemplo, quiosques da PM no Marco Zero do Recife, zona turística da capital, estavam fechados. 

A greve foi iniciada no final da tarde de ontem, após centenas de policiais marcharem pelo centro do Recife em direção à sede do governo, o Palácio do Campo das Princesas. 

Nesta quarta-feira (14), representantes dos policiais grevistas terão uma reunião com o governador do Estado, João Lyra Neto (PSB), para buscar um acordo para a pauta de reivindicações. 

Os PMs pedem a estruturação do plano de cargos e salários da categoria e o aumento da remuneração em 50% para soldados e tenentes, e em 30% aos oficiais. A faixa salarial em Pernambuco vai de R$ 2.461,70 (soldado) a R$ 13.212,53 (coronel), incluindo possíveis gratificações. 

Outras demandas dos PMs são a extinção da prisão por erros administrativos e a equiparação de alguns benefícios envolvendo funções correlatas no Estado: o motorista de um veículo da PM recebe um bônus de R$ 32 no salário, contra R$ 400 na Assembleia Legislativa e no Tribunal de Justiça. 

Além do policiamento nas ruas, outra preocupação do comando da Policia Militar são os presos em custódia nos hospitais do Estado, com aqueles feridos em conflitos com a polícia ou em brigas com outros detentos nas unidades prisionais que podem receber alta médica e serem liberados sem escolta policial. 

Ontem, em nota oficial, o governo de Pernambuco divulgou que ofereceu aumento de 14,55% a partir de junho. Para outras reivindicações, foi criada uma comissão multissetorial que envolve as secretarias estaduais de Administração, Defesa Social, Planejamento e Gestão, Fazenda e os comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. 

FONTE - FOLHA Via Pec300.com

Movimento independente de PMs anuncia paralisação em Pernambuco

terça-feira, 13 de maio de 2014 · 0 comentários


Em assembleia realizada na noite desta terça-feira (13), em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco, no Recife, uma comissão independente de policiais e bombeiros militares decidiu cruzar os braços, após participar de reunião com o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, e com o chefe da Casa Militar, coronel Mario Cavalcanti de Albuquerque. Não há consenso sobre o número de participantes da assembleia: os representantes do movimento afirmam que 6 mil PMs e bombeiros estavam no local, mas o Batalhão de Polícia de Trânsito informa que não passou de 2 mil o total de presentes.

O governo do estado não reconheceu a paralisação e informou que uma nova reunião com a categoria está marcada para esta quarta (14), com a presença do governador João Lyra Neto -- nesta terça, ele acompanhou a presidente Dilma Rousseff em visita às obras da transposição do Rio São Francisco, no Sertão do estado.

"Em nenhum momento, no recebimento da comissão foram colocados esses pontos, são pontos novos [sobre a paralisação]. Estamos analisando uma pauta extensa que foi dada no dia 25 de abril, envolvendo diversas secretarias, o governo irá tomar todas as providências para que esse clima de tranquilidade permaneça. O governador esteve ausente acompanhando a presidente da República e logo que chegar tomará conhecimento e começará as tratativas com os principais órgãos envolvidos", comentou o secretário Luciano Vasquez.

Em nota, a Secretaria da Casa Civil comunicou que os PMs terão reajuste de 14,55% no contracheque de junho. "Todos os pontos reivindicados pelas categorias e pactuados anteriormente estão sendo rigorosamente cumpridos pelo Governo do Estado. Para as novas reivindicações, foi criada uma comissão multissetorial, que envolve as secretarias estaduais de Administração, de Defesa Social, de Planejamento e Gestão e da Fazenda, e os comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros", detalha o documento.
Joel Maurino, soldado da PM e ligado à Associação de Cabos e Soldados, é um dos representantes do movimento independente. "No dia 25 de abril, fizemos uma manifestação, onde foi repassada para o governo a pauta de reivindicações e informado o perigo de possível greve. Durante esses 18 dias, não tivemos retorno. Hoje, a Casa Civil disse que sentaria até amanhã [quarta] com o governador, que daria uma resposta. Mas a categoria esperava que a gente já tivesse uma resposta, por isso decretamos greve", disse. Representantes da Associação de Praças, Policiais e Bombeiros Militares de Pernambuco também estavam no local.

A orientação da comissão independente é que seja mantido 30% do efetivo, que se referem aos serviços essenciais, como o funcionamento do Hospital da PM, as equipes dedicadas ao cuidado com as armas e o policiamento ostensivo para rebeliões e manifestações. Uma nova assembleia da categoria deve ser realizada nesta quarta-feira, após a definição do governo do estado sobre a situação. Procurada pelo G1, a assessoria da Polícia Militar de Pernambuco disse que não foi oficialmente comunicada sobre o movimento.
O reajuste de 14,55%, previsto para a folha de junho, já tinha sido assegurado em acordo firmado entre o governo e a categoria, em 2011. De lá para cá, percentuais gradativos de aumento foram incorporados aos salários dos PMs -- segundo a Casa Civil, já são 134% de reajuste real para a PM, desde 2007. Os representantes do movimento independente pleiteiam reajuste de 50% sobre o salário-base da categoria, a ser pago a partir de janeiro de 2015.

A Associação de Cabos e Soldados (ACS), à qual são filiados 10 mil policiais e bombeiros militares de Pernambuco, está sob intervenção desde o último mês de março, após uma chapa concorrente da atual direção ter questionado a legitimidade do resultado das últimas eleições da entidade. Segundo a ACS, o efetivo total da categoria, hoje, em Pernambuco, soma 20 mil PMs e 2 mil bombeiros militares.

Passeata pelo Centro

Na tarde desta terça, cerca de 500 PMs e bombeiros militares se concentraram para a passeata, na Praça do Derby. O BPTran estimou que 2 mil pessoas participaram da marcha, que seguiu pela Avenida Conde da Boa Vista, Rua da Aurora e Palácio do Campo das Princesas. A organização da caminhada afirmou que policiais de várias cidades, como Petrolina, Nazaré da Mata e Gravatá, participaram do ato.

Ao chegar ao palácio do governo, uma comissão formada por oito policiais foi recebida pelo secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, e pelo chefe da Casa Militar, coronel Mario Cavalcanti de Albuquerque.
No dia 25 de abril, cerca de 300 policiais e bombeiros militares participaram da primeira caminhada da categoria, que terminou com a entrega da pauta de reivindicações na sede da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na Rua da Aurora.

A pauta de reivindicações da categoria traz 18 itens, entre eles a revisão nas escalas de serviços, no valor da gratificação de risco de vida e no Plano de Cargos e Carreiras; aumento do vale-alimentação; gratificação para motoristas; humanização do código disciplinar; auxílio de invalidez; gratificação para quem possui cursos superiores e qualquer pós-graduação; investimento em especialização profissional e bolsas de estudo, além da implantação do subsídio mais 40% de reajuste.

G1 via PEC300.com

MT: Mais de 1000 militares lotam AL e ameaçam parar na Copa; Reunião com Silval é 5ª

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19h02 - O deputado José Riva anunciou há pouco na tribuna da Assembleia Legislativa que está marcada para quinta-feira (15), 15 horas, a primeira reunião entre o governador Silval Barbosa e o militares. “Convocamos os representantes das Associações de militares e também os deputados para iniciarmos essa negociação sobre reestruturação salarial com o governo. Justificar que independente do resultado, todos os deputados esperavam justamente isso do governo, a abertura do diálogo”, disse.

18h26 - O presidente da Assof afirma que hoje situação é dos militares é de sacrifício pois é submetido a uma jornada de trabalho de praticamente o dobro dos outros servidores da Segurança Pública. “Por isso entendemos que essa reivindicação salarial é justa”, afirma.

18h19 - O deputado estadual José Riva (PSD) se comprometeu com os policiais militares e bombeiros a intermediar uma agenda entre o governador Silval Barbosa (PMDB) e eles. Mesmo com a negativa do governador com relação à proposta da categoria de reajuste salarial de 40%, os militares querem ter oportunidade de dialogar com o chefe do Executivo. “A Assembleia sempre abraçou o pleito da categoria e hoje não se comportou diferente”, disse ao final de reunião o presidente da Associação dos sargentos e subtenentes, Luciano Esteves Corrêa da Costa.

16h45 - Uma comissão de policiais militares e bombeiros conversa neste momento com o deputado José Riva (PSD), Walter Rabelo (PSD) e J. Barreto (PR). Os miliares pedem que os parlamentares interfiram na negociação com o governo.

16h15 - Mais de 1000 policiais chegaram à Assembleia Legislativa cantando o hino da Polícia Militar. Eles estão no local para falar com o deputado estadual José Riva (PSD) e pedir que o parlamentar interfira junto ao governo do Estado na negociação da reestruturação salarial.

Segundo o presidente da Assof, o pedido formulado ao Estado e de reajuste salarial de 40% e disso eles não abrem mão. A primeira parcela do reajuste seria em primeiro de julho, a segunda em dezembro deste ano, a terceira em maio de 2015 e quarta em outubro do ano que vem.

“O percentual de reajuste não é negociável, o que é negociável é forma de pagamento. Sempre entendemos o lado do Estado, mas agora não vamos voltar atrás”, afirma.



Cerca de 600 militares entre oficiais e praças, que estão de folga nesta terça-feira (13), saem neste momento do ginásio Verdinho, onde realizam assembleis geral das categorias de Policia e Bombeiros em carreata para o Centro Político Administrativo. A intenção é seguir em marcha até a Assembleia Legislativa e lotar as galerias da Casa durante sessão vespertina.

Segundo o major Wanderson Nunes de Siqueira, presidente da Associação dos Oficiais de Mato Grosso (Assof-MT), a informação é de que o comandante geral da PM, coronel Denardi, já recebeu resposta negativa do governo com relação à proposta apresentada pela categoria de reestruturação salarial.

Sem resposta do governo, policiais militares e bombeiros decidem nesta terça se entram em greve

Atualmente são ligados à Assof cerca de 1.100 oficiais e a Associação de Cabos e Soldados outros 5,6 mil militares. Em abril, tanto praças quanto oficiais protocolaram pedidos ao governo do Estado que perpassam por solicitações por melhores salários considerando as exigências para o ingresso nas carreiras, como nível superior. A progressão horizontal (garantias salariais considerando as qualificações de cada profissional).

Desde a semana passada a reportagem tenta contato em vão com Secretaria de Segurança Pública sobre o assunto. Os militares ameaçam entrar em greve durante a Copa do Mundo, que começa daqui a um mês. O artigo 142 da Constituição Federal, inciso 3, prevê que ‘ao militar são proibidas a sindicalização e a greve”.

FONTE - OLHAR DIRETO

Capitão Wagner alerta para paralisação geral de policiais militares no Brasil

domingo, 27 de abril de 2014 · 0 comentários

Ocupando a tribuna, na manhã desta quinta-feira, 24, o vereador Capitão Wagner (PR) criticou a prisão do vereador baiano do PSDB, Marco Prisco, e culpou o Partido dos Trabalhadores por estar “enclausurando o soldado que participou de um movimento reivindicatório”.

“O ministro Lewandowskil negou o pedido de liberdade ao vereador alegando que ele é um perigo para a segurança nacional, e há de se admirar que o governo da Bahia é do PT e ainda mais absurdo é que o Ministério Público Federal, está na eminência de conseguir bloquear as contas da associação dos policiais militares. E como vai conseguir pagar suas contas, as viagens para tentar soltar o vereador?, questiona o parlamentar.

O vereador do PR ainda alertou o Governo Federal para uma possível paralisação dos policiais militares no período da Copa do Mundo. Segundo Wagner, os policiais não aguentam mais tantas promessas sem serem cumpridas e com a prisão do vereador Prisco “acenderam uma fogueira de paralisação”.

PEC300.com

Capitão Tadeu não gostou da prisão do vereador Marco Prisco, que foi levado para um presídio em Brasília

sexta-feira, 18 de abril de 2014 · 0 comentários

Redação iBahia

Policias seguem trabalhando normalmente 


Após a prisão do vereador e diretor-geral da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), Marco Prisco, o deputado Capitão Tadeu, em entrevista na Rádio Sociedade da Bahia, convocou os policiais para retornar ao movimento de greve, encerrado na última quinta-feira (18).



Entretanto, o comandante geral da Polícia Militar da Bahia, Alfredo Castro, pediu para que as tropas continuem na rua. Segundo Castro, como o caso de Marco Prisco é uma situação federal, o estado não tem gerência sobre o assunto.

"Eu conto com a compreensão dos policias militares, na confiança que eles tem na figura do comando geral, em minha pessoa, de que nós estaremos trazendo segurança à população. Esse fato envolve a justiça federal, e não a o campo estadual, que deve ser preservado. Fizemos um acordo e não podemos trazer transtorno a esse acordo. Temos a confiança nos nossos policiais", disse Castro à rádio Sociedade da Bahia.

Líder do movimento grevista da PM, Marco Prisco é preso a pedido do MPF

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Prisão preventiva foi requerida dentro de ação penal e visa garantir a ordem pública

Do R7
Prisco foi preso pela Polícia Federal em um resortReprodução/Facebook

O vereador e coordenador-geral da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia), Marco Prisco Caldas Machado, líder do movimento grevista da Polícia Militar da Bahia, foi preso na tarde desta sexta-feira (18), a pedido do MPF-BA (Ministério Público Federal na Bahia). O pedido de prisão preventiva ajuizado pelo MPF foi concedido pela Justiça Federal em 15 de abril e a prisão foi realizada nesta tarde, pela PF (Polícia Federal), em um resort em Costa do Sauípe, no Litoral Norte, onde Prisco se encontrava.


De acordo com informações do MPF, o pedido foi feito na segunda-feira (14) dentro da ação penal movida em abril de 2013, que denunciou sete pessoas entre vereadores, soldados e cabos da PM por diversos crimes, a maioria deles contra a segurança nacional, praticados durante a greve realizada em 2012. A intenção do pedido de prisão preventiva é garantir a ordem pública, segundo o MPF.

Prisco é processado por crime político grave, e qualquer recurso contra sua prisão só poderá ser ajuizado no Supremo Tribunal Federal. A prisão será cumprida inicialmente em presídio federal localizado fora do estado da Bahia. De acordo com o capitão Tadeu, o líder grevista foi encaminhado para Brasília. Em nota, a PF confirmou a informação e disse que Prisco ficará no Complexo da Papuda.


Acaba a greve da Polícia Militar da Bahia

quinta-feira, 17 de abril de 2014 · 0 comentários

Grevistas votaram em assembleia na tarde desta quinta (17), em Salvador.
Reunião com arcebispo antecedeu votação; paralisação começou na terça.

Do G1 BA
PMs comemoram fim da greve na Bahia após realização de assembleia (Foto: Maiana Belo/G1)

A greve da Polícia Militar da Bahia foi encerrada na tarde desta quinta-feira (17) após assembleia realizada entre líderes do movimento e PMs, no Wet'n Wild, espaço de shows em Salvador, onde parte da corporação permaneceu acampada desde a noite de terça-feira (15), quando omovimento foi iniciado. Logo após a assembleia, os policiais comemoraram bastante e gritaram em coro "A PM voltou".

De acordo com Marco Prisco, vereador e presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), a categoria conseguiu um aumento de 25% no soldo (remuneração específica dos policiais) para o administrativo da PM; de 45%, para o operacional; e de 60%, para motoristas. Também foi aprovada a extinção do código de ética, nova discussão sobre o plano de carreira e fim do curso de cabo. "Os benefícios conseguidos hoje são para ativos e inativos”, afirmou o líder da PM.

“Estamos indo para a governadoria para a entrega do documento, pois primeiro precisávamos conversar com a categoria para votação e depois levar o documento assinado para o governo”, completou Marco Prisco.

De acordo com informações do coronel Gilson Santiago, diretor de comunicação da Polícia Militar, representantes da gestão estadual estão em reunião na sede da governadoria e devem se posicionar no final da tarde sobre os itens discutidos.

O fim da greve ocorreu no mesmo horário em que era realizada uma reunião entre o governador daBahia, Jaques Wagner, e o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, além de outras autoridades locais e nacionais. O encontro foi realizado na sede da governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

"Estamos satisfeitos com o fim da greve, pois não queríamos. O governo foi intransigente, mas conseguimos chegar a um acordo. Foi satisfatório esse resultado para nós e tenho certeza que, para a população, também. A população pode ficar tranquila", comentou o soldado Santos, da 41ª Companhia Independente de Polícia Militar, após participar da assembleia.

Primeira reunião
Uma reunião entre o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, o coronel da Polícia Militar Alfredo Castro, representante do governo, e lideranças de associações da PM foi realizada na manhã desta quinta, no Largo dos Aflitos, na capital. Durante o encontro, uma nova contraproposta foi apresentada pelo coronel da PM aos grevistas e um documento foi elaborado pelas lideranças para ser submetido ao crivo da categoria em assembleia.

"Eu penso que minha participação foi modesta, mas de alguém que ajuda as pessoas a dialogar e desarmar o espírito. Hoje na missa eu disse 'a paz é um dom de Deus'. Vamos pedir que ela venha para toda a Bahia. Nem eu achei que viria uma resposta tão rápida", disse Dom Murilo Krieger após o fim da paralisação.

Segundo o coronel Castro, comandante da corporação, o reajuste nas Condições Especiais de Trabalho (CET), um dos principais pontos de divergência entre governo e grevistas, foi revisto . "O que mudou foram as condições das propostas no que diz respeito aos índices. Nós tivemos uma proposta feita anteriormente sem o índice de CET e nós colocamos agora o índice de CET. Também estamos colocando a retirada de sanção disciplinar, as faltas leves administrativas durante esse período de greve", disse o oficial. O governo explica que a CET é uma gratificação que atualmente vigora para oficiais e que os grevistas pedem que se estenda a todos do efetivo policial.

Homicídios
Foram registrados 39 homicídios em Salvador e região metropolitana pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia durante pouco mais de 42 horas desde o início da greve, que começou por volta das 19h30 da terça. Na segunda-feira (14), dia que anteceu o início da paralisação, foram registrados seis homicídios em Salvador e região, segundo dados da SSP-BA.

De acordo com informações da assessoria de comunicação da SSP, esse número foi contabilizado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa até as 13h40 desta quinta-feira. A secretaria ressalta que ainda é preciso um período de investigação para saber se essas mortes estão relacionadas à redução do policiamento nas ruas devido à greve da PM.

Assembleia aprovou o início da greve da PM na BA
(Foto: Imagens/G1)

Justiça
Na quarta-feira, a greve foi considerada inconstitucional pela Justiça da Bahia, que estipulou multa diária de R$ 50 mil. O governo afirmou que as reivindicações das associações de policiais grevistas "ultrapassavam o limite orçamentário do Estado".

Nesta quinta, a Justiça Federal determinou a suspensão imediata da paralisação, estipulou multa em R$ 1,4 milhão, além de bloquear bens das associações grevistas.

Enquanto governo e categoria não chegavam a um acordo, tropas do Exército reforçavam a segurança nas ruas de Salvador. Durante a madrugada de terça (15), houve uma série de saques e arrombamentos pela cidade.
Saqueadores roubam supermercado e quebram
produtos em Salvador (Foto: Imagens/TV Bahia)

Saques
A Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da capital contabilizou 60 carros roubados no primeiro dia de greve da Polícia Militar. Segundo o delegado titular da unidade, Marcos César Silva, essa quantidade foi registrada entre terça (15) e quarta-feira (16), e representa um número três vezes maior do que o registrado em um dia comum. "Isso aqui está um inferno na terra. O movimento triplicou", afirmou o delegado

Na madrugada desta quinta-feira, uma loja de eletrodomésticos foi invadida no bairro da Calçada, na Cidade Baixa, também em Salvador. Segundo informações da polícia, um grupo de homens entrou no estabelecimento com um carro e roubou diversos produtos da loja. Um veículo foi abandonado no local. Já por volta das 5h desta quinta-feira, um supermercado da rede Cesta do Povo foi arrombado no bairro da Fazenda Grande I. De acordo com a polícia, um grupo ainda ateou fogo ao estabelecimento.

No bairro de Cosme de Farias, na noite de quarta-feira (16), um mercado local foi arrombado por moradores da região. O estabelecimento foi completamente saqueado pelo grupo.

Ainda na noite de quarta, outros quatro estabelecimentos foram arrombados e saqueados emSalvador. Três deles no bairro de Brotas. No supermercado Bompreço, saqueadores levaram diversos produtos, quebraram objetos e sujaram todo o local. Já em Camaçari, região metropolitana de Salvador, um caixa eletrônico foi explodido por um grupo de homens.

Ainda no bairro de Brotas, só que nas Lojas Americanas, um carro foi utilizado para arrombar a porta da Lojas Americanas, que também foi saqueada. Homens do Exército foram até o local, mas não encontraram os assaltantes.

Já no Vale do Ogunjá, no mesmo bairro, o assalto foi realizado no supermercado GBarbosa. Seis homens foram presos pela Polícia de Choque (PM) durante a ação. No supermercado Bompreço, localizado na Avenida Garibaldi, produtos também foram levados após o arrombamento do local.
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Jovem Taipuense rouba carro de promotora e morre em confronto com a PM

terça-feira, 1 de abril de 2014 · 0 comentários

Dupla estava no veículo e reagiu a abordagem dos policiais militares, nesta segunda.
Portalbo
Foto: Sérgio Costa / Portal BO

Um jovem Taipuense o morreu em confronto com a Polícia Militar, na noite desta segunda-feira (31), no bairro das Quintas. Ele e um comparsa estavam em um veículo Corolla, roubado de uma promotora, no bairro de Capim Macio, no domingo (30).

Policiais militares realizavam diligência nas Quintas e se deparam com a dupla no carro. Ao desconfiarem, os policiais tentaram se aproximar pra fazer uma abordagem, no entanto, os suspeitos começaram a fugir.

A equipe do 1º BPM então solicitou reforço e uma equipe do Batalhão de Choque (BPChoque) que estava nas imediações também saiu em diligência. Ao se aproximarem, os policiais foram recebidos a tiros e, por isso, tiveram que revidar.

Um dos jovens foi baleado, chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Walfredo Gurgel, mas não resistiu. Já o comparsa dele conseguiu fugir. 

Operação Combustão fecha pontos de venda de combustível no interior do RN

sábado, 22 de março de 2014 · 0 comentários

Uma operação conjunta entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, realizada ontem 21/03, terminou com o fechamento de três postos de venda ilegal de combustível em Taipu e Poço Branco na Zona da Mata Potiguar, a Operação denominada ``Combustão´´, contou com a participação da Equipe da PC de Taipu, tendo a frente Dr Getúlio que responde pelas Delegacias de Taipu e Poço Branco, e o Efetivo da Polícia Militar do Pelotão de Taipu e Destacamento de Poço Brancoque teve a frente o Asp Herculano.

Material apreendido em um dos pontos em Poço Branco
de Acordo com a LEI Nº 8.176, DE 8 DE FEVEREIRO DE 1991. em seu Art. 1° Constitui crime contra a ordem econômica:
I - adquirir, distribuir e revender derivados de petróleo, gás natural e suas frações recuperáveis, álcool etílico, hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes, em desacordo com as normas estabelecidas na forma da lei;
II - usar gás liqüefeito de petróleo em motores de qualquer espécie, saunas, caldeiras e aquecimento de piscinas, ou para fins automotivos, em desacordo com as normas estabelecidas na forma da lei.
Pena: detenção de um a cinco anos.

Na operação foram conduzidas para delegacia uma quantia apróximada de 300 litros de combustível, entre Gasolina, álcool e Óleo Diesel, três pessoas foram conduzidas à DP para que fosse lavrado flagrante e uma conseguiu se evadir, durante a operação uma pessoa que foi abordada ainda foi conduzida à DP para que fosse lavrado um TCO por desacato e desobediência.

Operação de combate às drogas e homicídios prende suspeitos em Pedro Velho

sexta-feira, 21 de março de 2014 · 1 comentários

Do G1 RN com informações da DP de Pedro Velho


OPERAÇÃO RESQUÍCIO

Quatro pessoas foram presas e uma adolescente apreendida suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e homicídios no interior do Rio Grande do Norte. As prisões são resultado da Operação Resquício, deflagrada na manhã desta sexta-feira (21) pelas polícias Civil e Militar na cidade de Pedro Velho, distante 80 quilômetros de Natal.

A operação da polícia civil de Pedro Velho denominada “Resquício” é fruto de investigações da Operação “Vila Nova” deflagrada no dia 14 de novembro de 2013, no qual resultou em 12 pessoas presas. Estas investigações resultaram também em cinco prisões em flagrantes relacionadas ao tráfico de drogas na cidade de Pedro Velho neste mesmo período.
Com essas prisões realizadas chegou-se a outras pessoas envolvidas no apoio logístico do tráfico de drogas nesta cidade. No qual verificou-se a necessidade de ser realizado uma nova operação – “Resquício” – que tem por conotação os resquícios do crime de tráfico de drogas desta quadrilha.
Na manhã do dia 21 de março foi deflagrada esta operação com o apoio das delegacias da região (Pedro Velho, Nova Cruz, DEFUR, DENARC e S. J. Campestre) e com o apoio do GTO de Canguaretama. Sendo o total o cumprimento de cinco mandados de prisão que tem como alvo traficantes da cidade de Pedro Velho, Nova Cruz e do distrito de Piquiri em Canguaretama - RN.
São os seguinte presos: ARIAN DE OLIVEIRA DIAS, DAVID FRANÇA DA SILVA, JOSÉ LUIZ DE ALMEIDA, JARDEL ANDRADE DA SILVA e existe outro mandado em aberto em que os policiais estão em diligência para efetuar a prisão e apreendida a menor L.L.S., todos relacionados com o tráfico de drogas na cidade.
Segundo o balanço geral de toda a investigação realizada pela DP de Pedro Velho, originada pelo homicídio ocorrido em 27 de dezembro de 2012, foi observado um resultado de 22 prisões de pessoas relacionadas ao homicídio e ao tráfico de drogas, 02 apreensões de adolescentes e cerca de 05 quilos de drogas entre maconha e crack. — com Abraão Junior e outras 2 pessoas.


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Irmãos morrem em confronto com a polícia durante operação em Serra do Mel

quinta-feira, 13 de março de 2014 · 0 comentários

PORTALBO
Foto: Marcelino Neto (O Câmera)

Policiais civis e militares realizaram uma ação conjunta, na madrugada desta quinta-feira (13), no município de Serra do Mel, e dois irmãos morreram ao reagirem. Manoel Diego da Silva Fernandes e Francisco de Assis da Silva Fernandes entraram em confronto com os policiais, acabaram sendo baleados e socorridos para Mossoró.

No entanto, os dois não resistiram e morreram a caminho do Hospital Regional Tarcísio Maia. Além dos dois irmãos mortos, a polícia prendeu outros dois irmãos, identificados como Ivan Carlos de Almeida, de 40 anos, e Breno da Almeida Pereira, de 19 anos.

Também foram apreendidas duas armas em uma casa onde estava Ivan Carlos. A operação aconteceu na Vila Goiás e os detalhes deverão ser apresentados pela polícia ainda nesta quarta-feira.

Rita Lee é condenada a indenizar policiais sergipanos em R$ 245 mil

domingo, 4 de agosto de 2013 · 0 comentários

Paulo Rolemberg, UOL via qthdanotícia

Rita Lee abaixa a calça e mostra bumbum durante show em Brasília.

Rita Lee voltou aos palcos para um show no domingo em Brasília, na Esplanada dos Ministérios. A apresentação fez parte do Green Move Festival, que recebeu cerca de 25 mil pessoas, de acordo com a organização do evento. Há nove meses, após polêmica com policiais em Aracaju (SE), Rita Lee anunciou que pararia de fazer shows (04/11/2012) Leia mais Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a cantora Rita Lee deverá pagar R$ 245 mil de indenização por danos morais aos 33 policiais militares sergipanos que se sentiram ofendidos pela artista durante um show ocorrido em janeiro de 2012, no município de Barra dos Coqueiros (SE). Em valores atualizados a artista deverá desembolsar cerca de R$ 7 mil para cada militar. A decisão é definitiva e não cabe mais recurso.
Em abril deste ano, a Turma Recursal do Tribunal de Justiça de Sergipe estabeleceu que a cantora pagasse R$ 5 mil a título de indenização por danos morais a dois policiais, no total de 33 militares sergipanos que se sentiram ofendidos pela artista durante o show. Cada militar entrou com uma ação especifica e cobrava um ressarcimento no valor de R$ 24.880, porém a cifra pedida foi reduzida
Com a derrota na Justiça sergipana, a defesa da cantora apresentou recursos extraordinários nos processos junto ao STF, que no último dia 30 decidiu pela improcedência do pedido de Rita Lee. Inicialmente foram analisados sete processos que serão reenviados para Turma Recursal do TJ de Sergipe que, em seguida, remeterá ao 7º Juizado Especial Cível da Comarca de Aracaju (SE), para que a cantora seja intimada e realize o pagamento da indenização.
"Estamos aguardando apenas o processo retornar para Turma Recursal do TJ Sergipe para entrarmos com uma ação de cumprimento de sentença", disse o advogado dos policiais, Plinio Karlo.
Como não cabe mais recurso, a artista terá 15 dias, a partir da chegada da decisão no 7º Juizado para efetuar o pagamento. Caso não pague a indenização, pode ser cobrada multa de 10% sobre o valor da condenação.
"Agradeço à justiça brasileira e principalmente aos magistrados sergipanos, que não deixaram os policiais militares sergipanos serem desacatados e desmoralizados pela cantora Rita Lee", disse o presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe, sargento Jorge Vieira.
O UOL entrou em contato com a assessoria da cantora, mas até o fechamento desta reportagem não obtivemos resposta. No entanto, Rita usou sua conta no Twitter para se manifestar sobre o assunto.

CANTOR RICARDO CHAVES É ASSALTADO DESABAFA NO FACEBOOK E DEFENDE A POLICIA.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013 · 0 comentários

Centoenoventa190

O cantor Baiano ricardo chaves relatou na sua pagina do facebook o momento de tensão e terror que passou durante um assalto junto com seus familiares.

Ao longo da vida, vivemos muitas situações desagradáveis. Hoje fui apresentado a uma delas. Tive de ver impotente, uma arma apontada para a cabeça do meu filho, e assistir três "cidadãos" em duas motos, levarem os nossos telefones e relógios. Passado o susto, os primeiros sentimentos são alívio e gratidão por estarmos vivos e bem. Mas é impossível não se revoltar por saber que esses três "cidadãos", apesar de terem cometido um crime, gozam de direitos que muitas vezes eu não tenho. 

Caso a polícia tivesse chegado e disparado contra eles, os mesmos passariam de criminosos a vítimas. Se fossem presos e tomassem umas porradas, logo apareceriam entidades de direitos humanos prontas para defendê-los. Advogados atuariam gratuitamente e logo esses "cidadãos" estariam de volta às ruas, dirigindo as suas motos e efetuando o seus"trabalhos".

Em um outro cenário, se eu fosse um exímio atirador, legalmente portador de uma arma e, em uma cena de cinema, sacasse minha arma e abatesse os três "cidadãos". Teria cometido o crime de, em defesa da minha vida, da do meu filho e da sociedade, ter retirado das ruas pessoas que em nada contribuem para o seu bem. Para me defender teria de gastar muito dinheiro para contratar um bom advogado e viveria com a sombra de uma possível condenação. 

Todos os amigos que tomaram conhecimento do susto que passei, comentaram que sabiam de algum outro episódio semelhante. O crime se banalizou nas nossas vidas e isso é muito triste.

Pouco dias depois de termos sido brindados com o sorriso, as palavras e as idéias de uma pessoa tão especial como o Papa Francisco, fico com um dos vários conselhos dado por ele: "Tenham coragem de ser felizes. Eu peço que sejam revolucionários, que vão contra a corrente". Acho que já passou da hora da sociedade rever alguns pontos das nossas leis. Vamos lembrar que em 2014, além da Copa, teremos eleições!


fonte facebook ricardo chaves (cantor Baiano )

Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República baixa norma contra uso de Armas de Fogo pela PM em Manifestações

segunda-feira, 29 de julho de 2013 · 0 comentários



RESOLUÇÃO N° 06 DE 18 DE JUNHO DE 2013.

Dispõe sobre recomendações do Conselho de Defesa 

dos Direitos da Pessoa Humana para garantia de 

direitos humanos e aplicação do princípio da não 

violência no contexto de manifestações e eventos 

públicos, bem como na execução de mandados 

judiciais de manutenção e reintegração de posse. 

A MINISTRA DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, na qualidade de PRESIDENTA DO CONSELHO DE DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA HUMANA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 4.319, de 16 de março de 1964, dando cumprimento à deliberação unânime do Colegiado do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, realizada em sua 218ª reunião ordinária;

Considerando que a Constituição Federal em seu art. 5º, IV, IX, XVI, assegura os direitos humanos de reunião e de livre manifestação do pensamento a todas as pessoas pelos órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

Considerando que a execução de mandados judiciais devem se respaldar nos ditames do Estado Democrático de Direito e no resguardo da integridade física de todas as pessoas;

Considerando o disposto na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, promulgado pelo Decreto nº 594, de 6 de julho de 1992, especificamente em seus Arts. 6º, 7º e 19, e na Convenção Contra a Tortura e outros Tratamentos ou penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes, promulgada pelo Decreto nº 40, de 15 de fevereiro de 1991;

Considerando o disposto no Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei, adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na sua Resolução 34/169, de 17 de dezembro de 1979; nos Princípios Básicos sobre o Uso da Força e Armas de Fogo pelos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei, adotados pelo Oitavo Congresso das Nações Unidas para a Prevenção do Crime e o Tratamento dos Delinquentes, realizado em Havana, Cuba, de 27 de Agosto a 7 de setembro de 1999; nos Princípios orientadores para a Aplicação Efetiva do Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei, adotados pelo Conselho Econômico e Social das 

Nações Unidas na sua resolução 1989/61, de 24 de maio de 1989; Considerando o disposto na Portaria Interministerial SDH/MJ nº 4.226, de 31 de dezembro de 2010, que estabelece diretrizes sobre o uso da força pelos agentes de segurança pública; 

Considerando a Resolução nº 8, de 20 de dezembro de 2012 do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana;

Considerando o disposto no Manual de Diretrizes Nacionais para Execução de Mandados Judiciais de Manutenção e Reintegração de Posse Coletiva, editado pelo Departamento de Ouvidoria Agrária e Mediação de Conflitos do Ministério do Desenvolvimento Agrário, recomenda:Art. 1º Esta Resolução dispõe sobre a garantia de direitos humanos e aplicação do princípio da não violência no contexto de manifestações e eventos públicos, bem como na execução de mandados judiciais de manutenção e reintegração de posse. 

Paragrafo único. A atuação do Poder Público deverá assegurar a proteção da vida, da incolumidade das pessoas e os direitos humanos de livre manifestação do pensamento e de reunião essenciais ao exercício da democracia, bem como deve estar em consonância com o contido nesta Resolução.

Art. 2º Nas manifestações e eventos públicos, bem como na execução de mandados judiciais de manutenção e reintegração de posse, os agentes do Poder Público devem orientar a sua atuação por meios não violentos.

Art. 3º Não devem ser utilizadas armas de fogo em manifestações e eventos públicos, nem na execução de mandados judiciais de manutenção e reintegração de posse.

Art. 4º O uso de armas de baixa letalidade somente é aceitável quando comprovadamente necessário para resguardar a integridade física do agente do Poder Público ou de terceiros, ou em situações extremas em que o uso da força é comprovadamente o único meio possível de conter ações violentas

§1º Para os fins desta Resolução, armas de baixa letalidade são entendidas como as projetadas especificamente para conter temporariamente pessoas, com baixa probabilidade de causar mortes ou lesões corporais permanentes.

§2º Não deverão, em nenhuma hipótese, ser utilizadas por agentes do Poder Público armas contra crianças, adolescentes, gestantes, pessoas com deficiência e idosos.

Art. 5º As atividades exercidas por repórteres, fotógrafos e demais profissionais de comunicação são essenciais para o efetivo respeito ao direito humano à liberdade de expressão, no contexto de manifestações e eventos públicos, bem como na cobertura da execução de mandados judiciais de manutenção e reintegração de posse.

Parágrafo único. Os repórteres, fotógrafos e demais profissionais de comunicação devem gozar de especial proteção no exercício de sua profissão, sendo vedado qualquer óbice à sua atuação, em especial mediante uso da força. 

Art. 6º Os responsáveis pela atuação dos agentes do poder público deverão equipá-los com meios que permitam o exercício de sua legítima defesa, a fim de se garantir sua integridade física e reduzir a necessidade do emprego de armas de qualquer espécie.

Art. 7º O Poder Público da União e de todas as unidades da federação deverá assegurar a formação continuada de seus agentes, voltada à a proteção de direitos humanos e a solução pacífica dos conflitos.Art. 8º. O Poder Público federal deverá priorizar a elaboração, tramitação e análise de normas que versem sobre o uso da força e, em especial, sobre a utilização de armas de baixa letalidade, considerando os princípios de direitos humanos.

Art. 9º. O CDDPH oficiará os órgãos federais e estaduais com atribuições afetas às recomendações constantes desta Resolução dando-lhes ciência de seu inteiro teor.

Paragrafo único. O CDDPH instalará Grupo de Trabalho sobre Regulamentação de Uso da Força e de Armas de Baixa Letalidade com atribuição específica para aprofundar ações de estudo e monitoramento relacionados ao objeto desta Resolução. 

Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.


NOTA DO BLOG: quero só ver, quando sai uma resolução parecida, proibindo os marginais que vão às manifestações fazer arruaça, utilizar bombas de fabricação caseira, e coquetel molotov contra policiais de serviço!
Esse povo dos Direitos Humanos esquecem que os Policiais também são cidadãos, e que tem o direito constitucional de se defender. 

Garotos de 10 e 12 anos confessam autoria de homicídio ocorrido nesta terça em Patos

quinta-feira, 18 de julho de 2013 · 0 comentários

Foto cedida pela PM
Foto: Acilene Candeia
Guarnição de São Mamede


A Polícia Militar através do Serviço de Inteligência e uma guarnição de São Mamede conseguiu apreender dois adolescentes de 10 e 12 anos na manhã desta quarta-feira (17) acusados de praticar o homicídio ocorrido na noite desta terça (16) contra Gabriel da Silva Sousa, de 13 anos.

Os jovens foram alcançados em São Mamede quando já estavam fugindo para a cidade de Campina Grande. De acordo com o comandante do 3° BPM, Ten. Cel. Cunha Rolim, os jovens estavam perambulando desde a noite de ontem após o crime e disseram que ainda estavam sem se alimentar. Ainda de acordo com o comandante, os adolescentes foram apreendidos com um revólver calibre 38, 13 munições intactas e uma deflagrada, sendo que esta foi a utilizada no homicídio.

“Após várias diligências, na manhã de hoje a guarnição de São Mamede efetuou uma abordagem a dois jovens que se encontravam no terminal rodoviário daquela cidade. Eles estavam em atitude suspeita, e foi descoberto que um deles estava com o revólver calibre 38. Ao passar a informação via rádio, o serviço de inteligência foi até o local e o Tenente Fernando, que já havia verificado as imagens do circuito de segurança, reconheceu os jovens como sendo os autores do homicídio”, explicou.

Os jovens foram encaminhados para a 5ª Delegacia de Polícia Civil onde confessaram a autoria do crime.

Cunha Rolim destacou que o crime chega a chocar a sociedade mediante a forma que foi praticada, um tiro certeiro partido de duas pessoas tão jovens. “Duas crianças de tão pouca idade, mas de maldade extrema, isso deixa a gente estarrecido”, disse.

Os jovens afirmaram que estavam indo para Campina Grande para a casa da mãe, e aqui estavam na casa dos avós.

Quanto à arma, o comandante informou que será investigado de que forma eles conseguiram o revólver, quem a passou para eles. O delegado Elcenho Engel está à frente do caso.

Gabriel da Silva Sousa foi morto com um tiro na cabeça no Campo da Liga, na BR 361, saída para Piancó. O crime teria ocorrido por causa de uma rixa entre jovens que foram tirar satisfação por motivos banais.

Acilene Candeia/maispatos.com



 

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