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Presos se rebelam e queimam colchões em cadeia de Natal

segunda-feira, 22 de abril de 2013 · 0 comentários

Os presos do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Ribeira, em Natal, fizeram uma rebelião na noite deste domingo (21), segundo a Polícia Militar. O motim começou às 19h, quando os detentos quebraram celas e queimaram colchões. A PM e o Corpo de Bombeiros foram acionados para ajudar os agentes penitenciários a controlar a situação.
Todo o quarteirão da unidade prisional foi isolado para evitar uma possível fuga. Em alguns momentos, os policiais precisaram atirar para conter os presos. Ao todo, foram mais de duas horas de tensão entre polícia e detentos. A situação foi contornada por volta das 21h30.

Segundo o capitão Leonardo Araújo, 1º Batalhão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, os presos abriram um buraco na parede para tentar fugir. “Houve o rompimento na parte externa, mas não foi registrada fuga. Foi contido antes que alguns detidos se evadissem”, disse.
Além dos soldados do 1º BPM, os Policiais da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam), do Batalhão de Choque e do Grupo de Operações Especiais da PM reforçaram o apoio aos agentes penitenciários. O Corpo de Bombeiro foi convocado para controlar o fogo nos colchões. “Eles tentaram aumentar o tamanho do fogo para tentar dificultar a ação dos policiais e dos bombeiros”, afirmou o sargento Roberto de Morais, do Corpo de Bombeiros.
O CDP abriga, atualmente, 120 presos custodiados. A maioria deles foi presa por crimes como tráfico de drogas e assalto..


G1RN

PM conteve um principío de rebelião no Raimundo Nonato

domingo, 22 de abril de 2012 · 0 comentários


Um princípio de rebelião aconteceu, na tarde de sábado (21), no presídio Raimundo Nonato, situado na Zona Norte da cidade. Essas informações foram confirmadas por José Olímpio, coordenador do sistema penitenciário no Rio Grande do Norte.

De acordo com Olímpio, o motivo desse motim seria a paralisação de 48 horas dos agentes penitenciários, que proibiu a entrada de visitas ao presídio. Por conta disso, os presos quebraram algumas grades e queimaram objetos.

A revolta foi contida quando o Grupo de Operações Especiais (GOE), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), entrou no Raimundo Nonato e conteve os ânimos. Olímpio afirma que não houve rebeliões em outros presídios do estado.

nominuto.com

 

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