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Sem acordo, motoristas e cobradores de ônibus mantêm greve em Natal

quinta-feira, 12 de junho de 2014 · 0 comentários

Proposta de reajuste de 5,82% não foi aceita pelo sindicato.
Categoria iniciou greve nesta quinta-feira (12).

Do G1 RN

Sintro manteve 30% dos ônibus nas ruas (Foto: Fernanda Zauli/G1)

Motoristas e cobradores de ônibus não aceitaram a proposta de 5,82% de reajuste feita pelo Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros de Natal (Seturn) e decidiram pela manutenção da greve. A categoria inicou a paralisação das atividades nesta quinta-feira (12).
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Ainda na manhã desta quinta, representantes doSindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Passageiros do Rio Grande do Norte (Sintro/RN) participaram de uma reunião no Ministério Público do Trabalho com os diretores do Seturn e mais uma vez não houve acordo.

A secretária de Mobilidade Urbana de Natal, Elequicina Santos, afirmou que irá autorizar o uso de transportes alternativos, como escolares e vans, para o transporte de passageiros a partir desta sexta-feira (13). Já o Seturn, ingressou com uma ação na Justiça pedindo que seja mantido o mínimo de 70% da frota nos horários de pico, das 5h às 9h e das 16h às 20h.



Justiça suspende greve de guardas em Natal e proíbe paralisação na Copa

terça-feira, 10 de junho de 2014 · 0 comentários

Desição, tomada nesta segunda, é do desembargador Saraiva Sobrinho.
Guardas fecharam cruzamento em Natal em protesto.

Do G1 RN


Guardas municipais protestaram em Natal nesta segunda (9) (Foto: Fernanda Zauli/G1)

O desembargador Saraiva Sobrinho, doTribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, declarou a ilegalidade da greve dos Guardas Municipais de Natal na tarde desta segunda-feira (9). Além disso, Saraiva proibiu os servidores municipais de iniciarem qualquer paralisação durante o período de realização da Copa do Mundo. Na tarde desta segunda, os guardas fecharam o cruzamento das avenidas Senador Salgado Filho e Bernardo Vieira, na zona Sul da cidade. O ato provocou congestionamentos nas vias próximas.

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Na decisão liminar, Saraiva Sobrinho determinou o retorno imediato dos guardas municipais. Essa categoria e as demais municipais estão proibidas de deflagrarem greve durante a Copa sob pena de multa diária no valor de R$ 20 mil a cada um dos Sindicatos, e de R$ 2 mil aos presidentes das entidades, individualmente.

Em caso de descumprimento, fica determinado desde logo, o bloqueio das contas bancárias dos presidentes dos sindicatos. As entidades poderão contestar a ação dentro do prazo legal.

Ao analisar o pedido da Prefeitura, por meio da Procuradoria Geral do Município de Natal, o desembargador destaca : "a mim me parece terem as greves ou ameaça delas, especificamente quanto aos serviços essenciais, contornos de ilegalidade e abusividade, residindo daí a verossimilhança das alegações, ao menos em parte". Tampouco deve ser diminuída a importância das reivindicações para assegurar melhorias salariais e das condições de trabalho. "Todavia, utilizá-las de maneira casuística macula e desnatura a sua legitimidade, podendo trazer prejuízos irreparáveis à coletividade.

Obstrução de ruas
Em relação ao pleito do Município para a proibição da interdição, obstrução e ocupação ilegal, total ou parcial de toda e qualquer via pública localizada na capital até 30 de julho. O relator lembra dos investimentos mencionados pelos órgãos públicos na área de segurança para o evento futebolístico, bem como o emprego de 12 mil homens das forças armadas e polícias federais e estaduais, afora o aparato de 200 câmeras de monitoramento da cidade.

"Nessa perspectiva, penso ser totalmente descabida e prescindível a ingerência do órgão judicante para fazer vezes do Executivo na defesa do interesse social, ainda mais, respaldada agora em reconhecimento da ilegalidade de movimento paredista, desaguando no repudiado ativismo judicial", enfatiza Saraiva Sobrinho.

Agentes penitenciários iniciam greve neste sábado no Rio Grande do Norte

sábado, 31 de maio de 2014 · 0 comentários

Categoria pedem envio do estatuto e plano de cargos para a AL.
Governo do Estado pediu decretação de ilegalidade da greve na Justiça.

Do G1 RN

Agentes deflagraram greve neste sábado (31) (Foto: Matheus Magalhães/Inter TV Cabugi)

Os agentes penitenciários do Rio Grande do Norte iniciaram greve neste sábado (31). De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do Rio Grande do Norte (Sindasp/RN), a categoria reivindica o envio do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração e o Estatuto para deliberação da Assembleia Legislativa. O Governo do Estado entrou na Justiça com um pedido de ilegalidade da greve.

"A categoria já vem ao longo dos últimos anos dialogando com o Governo sobre a valorização profissional da categoria, que se consolidaria com a aprovação do Plano de Cargos. O Plano consta, inclusive, no Plano Plurianual. No entanto já se aproxima o período eleitoral e essa importante meta não é posta em ação", explicou Vilma Batista.

A categoria mantém os 30% do efetivo estabelecidos em lei. No Presídio Estadual de Parnamirim, neste sábado, os agentes não estavam permitindo a entrada de alimentos levados pelos familiares dos presos. Só entrava no local a alimentação fornecida pelo governo.

O titular da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Julio Cesar Queiroz, afirmou que o plano de cargos tem 55 artigos e o estatuto, 66. Segundo ele, não houve tempo hábil para análise de todos os pontos por parte do governo do estado. "O RN é o sétimo estado da federação com melhor remuneração dos agentes. No Nordeste só perdemos para o Maranhão. Os agentes querem passar o salário que hoje é de R$ 3.100 para R$ 9.500. O governo quer conversar, mas com base em patamares reais e com tempo para discutir todos os artigos do estatuto e do plano de cargos", disse.

Agentes penitenciários decidem entrar em greve por tempo indeterminado

terça-feira, 27 de maio de 2014 · 0 comentários

Paralisação começa à 0h do próximo sábado, dia 31 de maio.

PortalBO
Foto: Divulgação / Sindasp-RN

Os agentes penitenciários do Rio Grande do Norte decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A paralisação terá início a partir da 0h do próximo sábado, dia 31 de maio. A categoria espera do Governo do Estado o Plano de Cargos e Carreira, desde 2011, mas o pleito ainda não foi atendido.

Com isso, os agentes se reuniram em assembleia, na tarde desta terça-feira (27), e deliberaram pelo início da paralisação. Vilma Batista, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte (SINDASP-RN), explica que a categoria está cansada de esperar e não ver compromisso por parte do Governo.

“Infelizmente, parece que a prioridade do Governo do Estado é a Copa do Mundo e não a segurança pública o sistema penitenciário do RN. Esse processo vem se arrastando desde 2011 e, agora, na reta final, está sendo protelado nas secretarias”, comenta a presidente do SINDASP-RN.

Vilma Batista lembra ainda que, além de não implantar o Plano de Carreira, o Governo deixou que o sitema chegasse a outros graves problemas. “Hoje, a população carcerária é muito maior que o número de agentes e a estrutura de trabalho que estamos tendo hoje é retirada do Fundo Penitenciário”.

Durante a greve dos agentes penitenciários, deverá ser mantido somente os serviços essenciais para o funcionamento das unidades prisionais, respeitando o efetivo de 30% trabalhando, de acordo com o Sindicato.

Policiais militares de Pernambuco decidem encerrar a greve

sexta-feira, 16 de maio de 2014 · 0 comentários

"Paramos porque entendemos que a sociedade não pode
continuar sofrendo", diz Joel Maurino representante dos
policiais militares (Foto: Débora Soares/G1)

A comissão independente de policiais e bombeiros militares decidiu encerrar a greve da Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (15). Eles se reuniram em frente à sede do Palácio do Campos das Princesas, sede do Executivo estadual, no Centro do Recife. A assembleia foi tumultuada e os líderes do movimento chegaram a ser vaiados por quem queria continuar com a paralisação. "Paramos porque entendemos que a sociedade pernambucana não pode continuar sofrendo", disse Joel Maurino, representante dos policiais. O governo de Pernambuco ainda não se pronunciou sobre o fim da paralisação.

A orientação do comando de greve é que a tropa volte às ruas ainda esta noite. Segundo os líderes do movimento, três itens foram acordado com o governo: a reestruturação do Hospital da PM, implantação da gratificação por risco de vida no salário-base e a aprovação, até julho, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), de promoções para os praças. As outras reivindicações, listadas em documento com 18 itens, só voltam a ser discutidas em janeiro de 2015, conforme o comando de greve.

A categoria, que iniciou o movimento na noite de terça (13), também cobrava aumento de 30% a 50%, dependendo da patente. No entanto, recuou da exigência. Durante a tarde, o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, afirmou que o canal de diálogo havia sido fechado após a paralisação ter sido decretada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).


Comando de greve da PM decidiu encerrar movimento em assembleia no Recife 

Durante o movimento, saques, depredações e outros crimes foram registrados em cidades do Grande Recife e no interior do estado. O comércio fechou as portas em várias localidades e as aulas foram suspensas em universidades e escolas públicas e particulares. O clima de insegurança deixou ruas desertas e o trânsito livre nos principais corredores da capital pernambucana. Empresas suspenderam o expediente mais cedo e liberaram funcionários. A Prefeitura e a Câmara de Toritama, no Agreste do estado, foram depredadas e tiveram mobiliário queimado.

Nesta quinta, o estado começou a receber agentes da Força Nacional de Segurança Pública e militares do Exército para substituir os PMs grevistas. No mesmo horário em que a categoria realizava assembleia para decidir sobre o fim do movimento, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse em entrevista coletiva que poderia convocar a Marinha e a Aeronáutica, se fosse preciso, para patrulhar o estado.

Prisões

A Polícia Civil de Pernambuco informou, em coletiva esta noite, que 234 pessoas foram detidas no estado suspeitas de furtos, roubos, porte ilegal de arma de fogo, dano qualificado, perturbação do sossego, entre outros crimes. As prisões foram realizadas nas últimas 24 horas e 102 pessoas foram autuadas em flagrante.
Tropas do Exército de vários estados do Brasil e da Força Nacional estão em solo pernambucano realizando a patrulha nas ruas, desde a madrugada. Agentes da Polícia Civil também reforçaram o policiamento ostensivo, com apoio de agentes de unidades especializadas, da Companhia Independente de Operações na Área de Caatinga (Ciosac) - que é ligada à PM, mas não aderiu ao movimento, além de patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal.

Em coletiva realizada na sede da Secretaria Estadual de Planejamento, no Centro do Recife, o chefe da Polícia Civil, delegado Osvaldo Morais, ainda disse que foram registrados 27 homicídios no estado, entre a última terça (13) e esta quinta (15).

FONTE - G1 via Pec300.com

PMs de PE fecham postos de atendimento e governo convoca policiais do interior

quarta-feira, 14 de maio de 2014 · 0 comentários


Nas primeiras horas de paralisação de policiais militares e bombeiros em Pernambuco, o governo do Estado convocou cerca de 300 homens de batalhões do interior para atuar no reforço da segurança na região metropolitana do Recife. 

Entre os policiais convocados estão aqueles da chamada Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga, que atuam principalmente na repressão ao plantio e tráfico de drogas no sertão do Estado. 

Na manhã de hoje, por exemplo, quiosques da PM no Marco Zero do Recife, zona turística da capital, estavam fechados. 

A greve foi iniciada no final da tarde de ontem, após centenas de policiais marcharem pelo centro do Recife em direção à sede do governo, o Palácio do Campo das Princesas. 

Nesta quarta-feira (14), representantes dos policiais grevistas terão uma reunião com o governador do Estado, João Lyra Neto (PSB), para buscar um acordo para a pauta de reivindicações. 

Os PMs pedem a estruturação do plano de cargos e salários da categoria e o aumento da remuneração em 50% para soldados e tenentes, e em 30% aos oficiais. A faixa salarial em Pernambuco vai de R$ 2.461,70 (soldado) a R$ 13.212,53 (coronel), incluindo possíveis gratificações. 

Outras demandas dos PMs são a extinção da prisão por erros administrativos e a equiparação de alguns benefícios envolvendo funções correlatas no Estado: o motorista de um veículo da PM recebe um bônus de R$ 32 no salário, contra R$ 400 na Assembleia Legislativa e no Tribunal de Justiça. 

Além do policiamento nas ruas, outra preocupação do comando da Policia Militar são os presos em custódia nos hospitais do Estado, com aqueles feridos em conflitos com a polícia ou em brigas com outros detentos nas unidades prisionais que podem receber alta médica e serem liberados sem escolta policial. 

Ontem, em nota oficial, o governo de Pernambuco divulgou que ofereceu aumento de 14,55% a partir de junho. Para outras reivindicações, foi criada uma comissão multissetorial que envolve as secretarias estaduais de Administração, Defesa Social, Planejamento e Gestão, Fazenda e os comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. 

FONTE - FOLHA Via Pec300.com

Representantes dos militares da Forças Armadas já falam em paralisação

segunda-feira, 28 de abril de 2014 · 0 comentários

Reunião tensa no Ministério da Defesa. Representantes dos militares da Forças Armadas já falam em paralisação.


“ Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu...”

"Nos vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL..."

Dia 24 de abril ocorreu nova reunião no Ministério da Defesa, com a presença de Ari Matos Cardoso, Secretário Geral do ministério. No evento compareceram varios políticos e representantes de associações. O deputado Izalci, do PSDB, que se apresentou como “defensor das Forças Armadas”, logo de início disse que defende a criação de uma espécie de comissão no Ministério da Defesa voltada exclusivamente para a questão de remuneração dos militares. Segundo o deputado, todas as categorias que fazem paralisação conseguem ter suas reivindicações atendidas, mas os militares, que não podem se sindicalizar nem fazer greves, permanecem com enorme defasagem salarial.

Recentemente os policiais da Bahia realizaram uma greve, considerada ilegal, e os militares federais foram deslocados para reforçar a segurança do estado. Os policiais conseguiram seu reajuste.

Ari Matos Cardoso disse que o Ministério da defesa já construiu uma política de remuneração dos militares, que teve a aprovação dos três comandos, que deve ser apresentada ainda esse mês. Segundo o mesmo, o documento será um instrumento orientador para a valorização da carreira militar.

O senador Paulo Paim, quando assumiu a palavra logo mencionou a questão do inacreditável valor do salário família dos militares, que é de 16 centavos, valor ridículo, que só ganhou evidência nacional após um já conhecido militar carioca, sargento Vinícius Feliciano - em ação ousada - escalar a estátua do Marechal Deodoro usando uma camisa com a frase “Não é só por R$ 0,16”

As falas da maioria das pessoas foram dentro da tão conhecida, e já angustiante, ética parlamentar. Que acaba, pelo excesso de gentilezas e atenuantes linguísticos, fazendo parecer que os temas tratados não são tão urgentes e importantes quanto na verdade são. Fugindo dessa regra surge a Senhora Kelma, presidente da Unifax. Kelma Costa não poupou palavras de indignação. Ela parece saber realmente o que são as privações passadas pela família militar, e cremos que deixou o Ministério da Defesa bastante preocupado depois de ouvir suas palavras.

Kelma começou sua fala perguntando: “ _Ha quanto tempo que se sabe disso? Quando você sabe de um problema e não busca uma solução demonstra-se com isso algumas coisas. Ou é falta de vontade de resolver. Porque se for falar que é questão de dinheiro eu vou ter que desmentir, porque no Brasil, aonde se tem dinheiro pra tudo é complicado acreditar e passar isso pra tropa hoje. Isso não pode ser mais justificativa. A questão dos 28.86% é uma questão agora de execução...
Ela continuou. Ao seu lado Ari Matos mantinha o semblante fechado. "O que eu preciso saber é o seguinte: se tudo isso que se disse aqui já se sabe desde 2005, então, sair daqui ou nos deixar novamente no vácuo, sem uma resposta, uma data, um preto no branco, seria simplesmente a defesa se colocar numa posição omissa. Ou de que não quer resolver ou de que joga a bola pra Presidente. E os militares vão saber o seguinte, nós então estamos sem representação, nós não temos mais a quem recorrer a não ser o comandante supremo..."

O senhor lembra que eu estive aqui em manifestação no ano passado... estivemos em reunião com o senhor... no dia seguinte voltamos em manifestação... buscando de alguma forma chamar a atenção do Ministério da Defesa pra essa situação que eu to apresentando pro senhor um ano depois, e nada foi feito. Eu disse, então nós vamos pro Congresso, do Congresso partimos pro Senado, e as coisas cresceram e a tendencia agora é crescer muito mais. Porque eu vou dizer uma coisa pro senhor doutor Ari, eu estou com quatro ônibus de militares da reserva preparadinhos, porque se não for tomada uma decisão nós vamos vir pra cá.

Nós vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL, aí vai complicar a situação. Eu vou dizer pro senhor que o meu marido é um desses que está cansado, sobrecarregado, endividado, e esperando, esperando... Vai ter que acontecer igual acontece aí, uma hora vamos parar, vamos parar com tudo e quem tiver que prender prenda e quem tiver que arcar com as consequências que arque... Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu. Porque o senhor vai levar e eu vou ficar sentada do lado de fora esperando ele sair, ou dentro da cela com ele. Vai ser um trabalho dobrado.

A senhora Ivone Luzardo descreveu uma mensagem que recebeu de um militar: “Eu quero entrar no Congresso armado... se eu tiver uma chance não sobra um.” "A que ponto deixaram chegar os militares. Se isso não é revanchismo é o que?" Disse Luzardo

Pelo conteúdo dos discursos conclui-se facilmente que a situação está no limite. As falas dos representantes nos levam a crer que em um momento como esse qualquer coisa pode acontecer.

Essa semana mesmo o grupo TERNUMA (Terrorismo Nunca Mais) criou uma grande lista, exemplarmente democrática, em repúdio ao governo atual. Em poucos dias o documento já conta com mais de 2 mil signatários. Imaginem um grande grupo de militares da reserva, generais que ocuparam altos cargos, coronéis, capitães, sargentos... Caminhando silenciosamente e simplesmente se posicionando em frente ao Palácio do Planalto. Imaginem que eles permaneçam ali por vários dias seguidos... Que cena! Que repercussão incrível causaria!

Qual será o tamanho do prejuízo político se a sociedade perceber que as Forças Armadas estão insatisfeitas com o governo, a ponto de atitudes extremas, como mencionou a senhora Kelma Costa?


Temendo novas greves durante a Copa, Dilma monitora policiais militares

segunda-feira, 21 de abril de 2014 · 0 comentários


Lei e ordem A cúpula do governo Dilma Rousseff monitora o risco de novas greves de policiais militares em Estados que vão sediar partidas da Copa do Mundo, nos meses que antecedem a competição —a exemplo do movimento que terminou ontem na Bahia. O Palácio do Planalto já identificou essa possibilidade no Rio Grande do Norte, no Amazonas e em Mato Grosso. A equipe da petista avisou aos governos locais que tropas do Exército serão enviadas aos Estados, se for necessário.

Precedente O Ministério da Justiça lembrou aos governadores que há entendimento do Judiciário para que as greves sejam declaradas ilegais.

Fogo baixo Ao analisar os movimentos, o Planalto identificou que os PMs usam a proximidade da Copa para fortalecer suas demandas, mas não estariam dispostos a parar durante o evento.

FONTE - FOLHA

Capitão Tadeu não gostou da prisão do vereador Marco Prisco, que foi levado para um presídio em Brasília

sexta-feira, 18 de abril de 2014 · 0 comentários

Redação iBahia

Policias seguem trabalhando normalmente 


Após a prisão do vereador e diretor-geral da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), Marco Prisco, o deputado Capitão Tadeu, em entrevista na Rádio Sociedade da Bahia, convocou os policiais para retornar ao movimento de greve, encerrado na última quinta-feira (18).



Entretanto, o comandante geral da Polícia Militar da Bahia, Alfredo Castro, pediu para que as tropas continuem na rua. Segundo Castro, como o caso de Marco Prisco é uma situação federal, o estado não tem gerência sobre o assunto.

"Eu conto com a compreensão dos policias militares, na confiança que eles tem na figura do comando geral, em minha pessoa, de que nós estaremos trazendo segurança à população. Esse fato envolve a justiça federal, e não a o campo estadual, que deve ser preservado. Fizemos um acordo e não podemos trazer transtorno a esse acordo. Temos a confiança nos nossos policiais", disse Castro à rádio Sociedade da Bahia.

Líder do movimento grevista da PM, Marco Prisco é preso a pedido do MPF

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Prisão preventiva foi requerida dentro de ação penal e visa garantir a ordem pública

Do R7
Prisco foi preso pela Polícia Federal em um resortReprodução/Facebook

O vereador e coordenador-geral da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia), Marco Prisco Caldas Machado, líder do movimento grevista da Polícia Militar da Bahia, foi preso na tarde desta sexta-feira (18), a pedido do MPF-BA (Ministério Público Federal na Bahia). O pedido de prisão preventiva ajuizado pelo MPF foi concedido pela Justiça Federal em 15 de abril e a prisão foi realizada nesta tarde, pela PF (Polícia Federal), em um resort em Costa do Sauípe, no Litoral Norte, onde Prisco se encontrava.


De acordo com informações do MPF, o pedido foi feito na segunda-feira (14) dentro da ação penal movida em abril de 2013, que denunciou sete pessoas entre vereadores, soldados e cabos da PM por diversos crimes, a maioria deles contra a segurança nacional, praticados durante a greve realizada em 2012. A intenção do pedido de prisão preventiva é garantir a ordem pública, segundo o MPF.

Prisco é processado por crime político grave, e qualquer recurso contra sua prisão só poderá ser ajuizado no Supremo Tribunal Federal. A prisão será cumprida inicialmente em presídio federal localizado fora do estado da Bahia. De acordo com o capitão Tadeu, o líder grevista foi encaminhado para Brasília. Em nota, a PF confirmou a informação e disse que Prisco ficará no Complexo da Papuda.


Acaba a greve da Polícia Militar da Bahia

quinta-feira, 17 de abril de 2014 · 0 comentários

Grevistas votaram em assembleia na tarde desta quinta (17), em Salvador.
Reunião com arcebispo antecedeu votação; paralisação começou na terça.

Do G1 BA
PMs comemoram fim da greve na Bahia após realização de assembleia (Foto: Maiana Belo/G1)

A greve da Polícia Militar da Bahia foi encerrada na tarde desta quinta-feira (17) após assembleia realizada entre líderes do movimento e PMs, no Wet'n Wild, espaço de shows em Salvador, onde parte da corporação permaneceu acampada desde a noite de terça-feira (15), quando omovimento foi iniciado. Logo após a assembleia, os policiais comemoraram bastante e gritaram em coro "A PM voltou".

De acordo com Marco Prisco, vereador e presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), a categoria conseguiu um aumento de 25% no soldo (remuneração específica dos policiais) para o administrativo da PM; de 45%, para o operacional; e de 60%, para motoristas. Também foi aprovada a extinção do código de ética, nova discussão sobre o plano de carreira e fim do curso de cabo. "Os benefícios conseguidos hoje são para ativos e inativos”, afirmou o líder da PM.

“Estamos indo para a governadoria para a entrega do documento, pois primeiro precisávamos conversar com a categoria para votação e depois levar o documento assinado para o governo”, completou Marco Prisco.

De acordo com informações do coronel Gilson Santiago, diretor de comunicação da Polícia Militar, representantes da gestão estadual estão em reunião na sede da governadoria e devem se posicionar no final da tarde sobre os itens discutidos.

O fim da greve ocorreu no mesmo horário em que era realizada uma reunião entre o governador daBahia, Jaques Wagner, e o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, além de outras autoridades locais e nacionais. O encontro foi realizado na sede da governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

"Estamos satisfeitos com o fim da greve, pois não queríamos. O governo foi intransigente, mas conseguimos chegar a um acordo. Foi satisfatório esse resultado para nós e tenho certeza que, para a população, também. A população pode ficar tranquila", comentou o soldado Santos, da 41ª Companhia Independente de Polícia Militar, após participar da assembleia.

Primeira reunião
Uma reunião entre o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, o coronel da Polícia Militar Alfredo Castro, representante do governo, e lideranças de associações da PM foi realizada na manhã desta quinta, no Largo dos Aflitos, na capital. Durante o encontro, uma nova contraproposta foi apresentada pelo coronel da PM aos grevistas e um documento foi elaborado pelas lideranças para ser submetido ao crivo da categoria em assembleia.

"Eu penso que minha participação foi modesta, mas de alguém que ajuda as pessoas a dialogar e desarmar o espírito. Hoje na missa eu disse 'a paz é um dom de Deus'. Vamos pedir que ela venha para toda a Bahia. Nem eu achei que viria uma resposta tão rápida", disse Dom Murilo Krieger após o fim da paralisação.

Segundo o coronel Castro, comandante da corporação, o reajuste nas Condições Especiais de Trabalho (CET), um dos principais pontos de divergência entre governo e grevistas, foi revisto . "O que mudou foram as condições das propostas no que diz respeito aos índices. Nós tivemos uma proposta feita anteriormente sem o índice de CET e nós colocamos agora o índice de CET. Também estamos colocando a retirada de sanção disciplinar, as faltas leves administrativas durante esse período de greve", disse o oficial. O governo explica que a CET é uma gratificação que atualmente vigora para oficiais e que os grevistas pedem que se estenda a todos do efetivo policial.

Homicídios
Foram registrados 39 homicídios em Salvador e região metropolitana pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia durante pouco mais de 42 horas desde o início da greve, que começou por volta das 19h30 da terça. Na segunda-feira (14), dia que anteceu o início da paralisação, foram registrados seis homicídios em Salvador e região, segundo dados da SSP-BA.

De acordo com informações da assessoria de comunicação da SSP, esse número foi contabilizado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa até as 13h40 desta quinta-feira. A secretaria ressalta que ainda é preciso um período de investigação para saber se essas mortes estão relacionadas à redução do policiamento nas ruas devido à greve da PM.

Assembleia aprovou o início da greve da PM na BA
(Foto: Imagens/G1)

Justiça
Na quarta-feira, a greve foi considerada inconstitucional pela Justiça da Bahia, que estipulou multa diária de R$ 50 mil. O governo afirmou que as reivindicações das associações de policiais grevistas "ultrapassavam o limite orçamentário do Estado".

Nesta quinta, a Justiça Federal determinou a suspensão imediata da paralisação, estipulou multa em R$ 1,4 milhão, além de bloquear bens das associações grevistas.

Enquanto governo e categoria não chegavam a um acordo, tropas do Exército reforçavam a segurança nas ruas de Salvador. Durante a madrugada de terça (15), houve uma série de saques e arrombamentos pela cidade.
Saqueadores roubam supermercado e quebram
produtos em Salvador (Foto: Imagens/TV Bahia)

Saques
A Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da capital contabilizou 60 carros roubados no primeiro dia de greve da Polícia Militar. Segundo o delegado titular da unidade, Marcos César Silva, essa quantidade foi registrada entre terça (15) e quarta-feira (16), e representa um número três vezes maior do que o registrado em um dia comum. "Isso aqui está um inferno na terra. O movimento triplicou", afirmou o delegado

Na madrugada desta quinta-feira, uma loja de eletrodomésticos foi invadida no bairro da Calçada, na Cidade Baixa, também em Salvador. Segundo informações da polícia, um grupo de homens entrou no estabelecimento com um carro e roubou diversos produtos da loja. Um veículo foi abandonado no local. Já por volta das 5h desta quinta-feira, um supermercado da rede Cesta do Povo foi arrombado no bairro da Fazenda Grande I. De acordo com a polícia, um grupo ainda ateou fogo ao estabelecimento.

No bairro de Cosme de Farias, na noite de quarta-feira (16), um mercado local foi arrombado por moradores da região. O estabelecimento foi completamente saqueado pelo grupo.

Ainda na noite de quarta, outros quatro estabelecimentos foram arrombados e saqueados emSalvador. Três deles no bairro de Brotas. No supermercado Bompreço, saqueadores levaram diversos produtos, quebraram objetos e sujaram todo o local. Já em Camaçari, região metropolitana de Salvador, um caixa eletrônico foi explodido por um grupo de homens.

Ainda no bairro de Brotas, só que nas Lojas Americanas, um carro foi utilizado para arrombar a porta da Lojas Americanas, que também foi saqueada. Homens do Exército foram até o local, mas não encontraram os assaltantes.

Já no Vale do Ogunjá, no mesmo bairro, o assalto foi realizado no supermercado GBarbosa. Seis homens foram presos pela Polícia de Choque (PM) durante a ação. No supermercado Bompreço, localizado na Avenida Garibaldi, produtos também foram levados após o arrombamento do local.
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Servidores do ITEP decidem entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 7

sexta-feira, 28 de março de 2014 · 0 comentários

Categoria espera que até lá Governo envie Estatuto do ITEP para a Assembleia Legislativa.

Portalbo
Foto: Divulgação / Sinpol-RN

Diante da falta de resposta do Governo do RN para o Estatuto do ITEP, os servidores do órgão decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 7 de abril, caso até lá o projeto não seja enviado para a Assembleia Legislativa. A categoria já realizou uma paralisação de 48 horas, nesta quarta-feira e quinta-feira, e agora pretende cruzar os braços de vez.

Em assembleia geral realizada na tarde desta quinta-feira, os servidores do Instituto Técnico-Científico de Polícia decidiram também que, a partir do dia 1º de abril, próxima terça-feira, vão voltar a trabalhar com escala de plantão de 12 horas.

Atualmente, por imposição da direção, a maior parte dos servidores está trabalhando no expediente, mas está sendo informado para a Administração que eles trabalham em escala de plantão. Por isso, os trabalhadores temem que possam perder a gratificação do plantão, que durante muitos anos tem como função ser um complemento salarial, tendo em vista que esses servidores recebem apenas salário mínimo como base, justamente pela falta de um Estatuto.

Em 2011, por exemplo, no primeiro mês do Governo Rosalba, houve um corte abrupto das gratificações dos servidores do ITEP, o que gerou sérios transtornos, pois alguns desses trabalhadores praticamente tiveram o contra cheque zerado. Com isso, foi realizado uma greve e as gratificações foram restituídas sob a promessa de que a carga horária seria revisada com a vigência do Estatuto.

Nesta sexta-feira (28), a Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública vai enviar um ofício para a diretora do ITEP, Raquel Taveira, informando sobre o retorno do trabalho na escala de plantão. No próximo dia 4 de abril, uma sexta-feira, os profissionais do ITEP voltam a se reunir em assembleia no SINPOL-RN para ratificar o indicativo de greve por tempo indeterminado.

*Fonte: Assessoria / Sinpol-RN

Policiais civis fecham delegacias e suspendem remoção de corpos no RN

quarta-feira, 26 de março de 2014 · 0 comentários

Do G1 RN

Paralisação de advertência foi iniciada às 8h desta quarta-feira (Foto: Kléber Teixeira/Inter TV Cabugi)

Os policiais civis que iniciaram uma paralisação de advertência de 48 horas na manhã desta quarta-feira (26) decidiram endurecer o movimento no começo da noite e fecharam as delegacias de plantão da zona Sul e Norte. Além disso, os servidores do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) suspenderam a remoção de corpos em via pública. O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) e não obteve retorno sobre o posicionamento do governo.
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Inicialmente o presidente do Sindicato da Polícia Civil e dos Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol-RN), Djair Oliveira, informou que somente as duas delegacias de plantão continuariam funcionando, assim como o recolhimento de cadáveres ou perícias de flagrante.

Segundo Djair, a decisão de parar as atividades por 48 horas foi tomada em assembleia geral realizada na noite desta terça (25) e é uma resposta “à falta de compromisso para com o Estatuto do Itep, não nomeação dos concursados da Polícia Civil, não realização de um novo curso de formação e descumprimento de vários itens acordados” com o governo estadual. O governo não se pronunciou sobre a paralisação das atividades ou sobre as reivindicações das categorias.

Ainda de acordo com o Sinpol, desde o início de março os servidores do Itep e Polícia Civil já haviam agendado a votação da paralisação para o dia 25 – data que tinha sido dada pela governadora Rosalba Ciarlini para envio do Estatuto do Itep para a Assembleia Legislativa. “Ainda na manhã da terça, inclusive, a diretoria do sindicato chegou a se reunir com o novo secretário da Segurança Pública, general Eliéser Girão Monteiro, mas, apesar disso, nada nos foi apresentado”, afirmou Djair Oliveira, presidente do Sinpol.

Segundo Djair, “por mais absurdo que pareça, não se sabe nem onde está o Estatuto do Itep”. Sobre a pauta da Polícia Civil, o presidente do sindicato afirma que o secretário da Segurança demonstrou “ainda não ter conhecimento sobre o pleito dos policiais”.

“Os servidores do Itep e policiais civis vão se reunir na sede do Sinpol, na Cidade Alta, e decidirão para onde seguir em mobilização. Ao longo de todo o dia, serão realizadas ações para mostrar à sociedade e ao governo Rosalba a indignação dessas categorias”, acrescentou Djair.

Grevistas acampam em frente à Secretaria de Segurança do RN

sexta-feira, 13 de setembro de 2013 · 0 comentários

Do G1 RN

Grevistas querem ser recebidos pelo secretário de Segurança (Foto: Elaine Vládia)

Os grevistas da Polícia Civil e Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) do Rio Grande do Norte estão acampados em frente ao prédio da Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), no Centro Administrativo, em Natal, desde as 9h desta sexta-feira (13). De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol/RN), Djair Oliveira, os grevistas só estão dispostos a sair de lá após uma resposta do Governo em relação à pauta apresentada desde o início da semana.
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Justiça determina corte de ponto dos grevistas da Segurança Pública do RN
Policiais civis do RN entram em greve por tempo indeterminado
Servidores do Itep entram em greve nesta segunda no RN

Uma reunião entre os grevistas e o secretário da Segurança Pública, Aldair da Rocha, estava marcada para 9h desta sexta, mas foi cancelada pelo governo. De acordo com o secretário, o Executivo não teve tempo hábil para analisar os pontos, assim como fazer os impactos para atender as pautas financeiras. O gestor informou ainda que vai tentar ter essa resposta ainda hoje e se reunir novamente com os representantes das duas categorias às 15h .

Os servidores do Itep entraram em greve no dia 12 de agosto. Já os agentes e escrivães da Polícia CIvil, paralisaram as atividades no dia 6 de agosto.

Greves na segurança pública continuam por tempo indeterminado

segunda-feira, 9 de setembro de 2013 · 0 comentários

Por Thyago Macedo do portalbo
Foto: Divulgação / Sinpol-RN

As greves dos policiais civis e dos servidores do Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) vão continuar. As categorias se reuniram em assembleia, no final da manhã desta segunda-feira (9), e votaram pela manutenção da paralisação. Os grevistas afirmam que a decisão do desembargador Cláudio Santos de cortar o ponto dos servidores não vai intimidar o movimento.

Mais cedo, o presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública, Djair Oliveira, havia dito ao Portal BO que o Sinpol-RN vai recorrer da decisão judicial. “Tudo que determina a Lei de Greve está sendo mantido, o que torna nosso movimento legal. Então, estamos recorrendo dessa liminar do desembargador”, afirmou.

Na semana passada, após encontro com o chefe de Gabinete Civil, Carlos Augusto Rosado, a categoria já tinha mostrado insatisfação com a forma de negociação do Governo do Estado e reafirmou a manutenção da greve. Os policiais civis e servidores do ITEP esperam do Governo propostas e compromissos concretos com as pautas de reinvindicações, como nomeação de policiais civis concursados e andamento do Estatuto do ITEP.

Além da decisão do corte de ponto, o desembargador solicitou o envio de cópia do processo que trata da greve dos policiais civis encampada pelo sindicato da categoria (Sinpol-RN) ao procurador geral de Justiça, Rinaldo Reis, para, ao seu critério, abertura de inquérito prévio ou oferta de denúncia pelos crimes de desobediência à ordem judicial e abandono de função. Djair Oliveira, presidente do Sinpol-RN afirmou que a entidade também vai recorrer dessa solicitação.


Servidores da Segurança em greve fazem caravana para Mossoró nesta sexta

sexta-feira, 16 de agosto de 2013 · 0 comentários

Portaqlbo
Foto: Divulgação / Sinpol-RN

Os grevistas da Polícia Civil e ITEP fazem uma caravana para Mossoró, na manhã desta sexta-feira (16). Eles saem em cinco ônibus fretados com destino à capital do Oeste por volta das 6h, concedendo entrevista coletiva à imprensa local por volta das 11h, na sua sub-sede. Depois disso, farão atos públicos para chamar a atenção para suas lutas e necessidade de cobrança popular ao Governo do Estado.

Hoje
Nesta quinta-feira (15), os agentes e escrivães e servidores do ITEP foram à Assembleia Legislativa, onde receberam apoio dos deputados, que falaram sobre os problemas das categorias em Sessão, além de se comprometerem a formar uma comissão parlamentar para intermediar as negociações com o Governo do Estado. 

Sinalizaram positivamente Fabio Dantas, Fernando Mineiro, Márcia Maia, Getúlio Rego, entre outros. Já está marcada uma audiência pública, por proposição da deputada Márcia Maia, para o próximo dia 22, às 15h.

Governo aciona Justiça para pedir declaração de ilegalidade da greve dos professores

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Tribuna do Norte

O Governo do Estado deu entrada na tarde desta sexta-feira (16) com um pedido para decretação judicial de ilegalidade da greve dos professores da rede estadual de Saúde. A confirmação foi do procurador-geral do Estado, Miguel Josino, que também informou que o Executivo ainda analisa documentação para fazer o pedido contra outras categorias que paralisaram as atividades.


Nas justificativas para o pedido ajuizado, Josino explicou que o entendimento da Procuradoria do Estado é que a greve dos professores não tem justa-causa para ocorrer. Segundo ele, há motivação política na paralisação e a decisão do sindicato para a greve foi tomada por parcela que não representa todos os professores.


"Um grupo pequeno de professores decidiu (pela greve) em uma assembleia que, na sua ata, tinha a confirmação da presença de 154 professores. Como 154 pessoas podem decidir o destino de quase 20 mil?", questionou o procurador.


No entendimento de Josino, o cumprimento da recomendação do Ministério Público para que servidores da Educação cedidos ao Sinte retornassem às atividades foi o estopim para a paralisação dos professores.


"O Governo do Estado está aberto ao diálogo, mas essa greve é inoportuna, ilegítima, ilegal e prejudica os alunos que vão fazer o Enem. A sociedade não admite mais esse tipo de prática", disse Josino.


O pedido de ilegalidade está no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e será designado um desembargador para fazer a relatoria do caso. Enquanto não há decisão, o Governo mantém o corte ao pontos dos professores, que estão de braços cruzados desde o dia 12 de agosto. 


Análise


A Procuradoria-Geral do Estado ainda aguarda informações de outras secretarias para acionar a Justiça contra outras categorias que estão em greve. A ação contra a paralisação dos servidores da Saúde, que também estava prevista para hoje, não ocorreu até o fim da tarde. De acordo com Miguel Josino, a tendência é que somente na segunda-feira (19) as informações necessárias para a ação sejam encaminhadas à PGE e, em seguida, o Estado tenha condições de acionar a Justiça contra o movimento.


Ainda segundo Miguel Josino, o Estado aguarda o envio de informações de todas as secretarias em que há servidores com os braços cruzados. Atualmente, estão em greve policiais civis, servidores do Itep, Saúde, além da Educação. Os delegados estão em estado de greve, mas seguem trabalhando, e os médicos ainda aguardam conversa com o Governo do Estado para decidir se seguirão trabalhando.

Delegados entram em estado de greve até reunião com governo do RN

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Do G1 RN

Delegados em protesto no dia 18 de julho
na Delegacia Geral (Foto: Caroline Holder/G1)

Os delegados do Rio Grande do Norteentraram em estado de greve nesta sexta-feira (16). Em votação, a categoria decidiu que a situação será mantida até a próxima quarta-feira (21), quando está marcada uma reunião com o Governo do Estado para tratar da pauta de reivindicações. O estado de greve funciona como uma advertência antes de uma possível paralisação dos trabalhos.

De acordo com a Associação dos Delegados de Polícia Civil do RN (Adepol), todos os profissionais continuarão trabalhando normalmente no período. Na quinta-feira (22), está marcada uma assembleia para avaliar o encontro com os representantes do governo. "Vamos decidir na quinta se entramos em greve. O trabalho já está prejudicado pela paralisação dos policiais civis", afirma a presidente da Adepol, Ana Cláudia Saraiva.

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A principal reivindicação da categoria diz respeito à convocação de 60 delegados concursados em 2010. A associação informa que os profissionais já foram treinados e estão prontos para começar a trabalhar.

Os delegados também criticam a falta de estrutura das delegacias. A Adepol afirma que o governo não está pagando os aluguéis imóveis e equipamentos das DPs.

Servidores do ITEP estão em greve a partir desta segunda-feira

segunda-feira, 12 de agosto de 2013 · 0 comentários

Portalbo
Foto: Divulgação / Sinpol-RN

A greve dos agentes e escrivães da Polícia Civil do RN entra na sua segunda semana com um reforço dos servidores do Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP), que paralisam suas atividades também por tempo indeterminado, a partir desta segunda-feira (12). Desta maneira, o sindicato representante das categorias, o Sinpol-RN, agenda assembleia conjunta às 8h, quando deverão deliberar sobre mobilizações.

MOBILIZAÇÕES
Além de cortejos, passeatas e carreatas pelas ruas de Natal, mobilização na Assembleia Legislativa e expedição pelo interior do estado, os policiais civis também estão promovendo atos públicos de grande apelo popular, como o que foi realizado na manhã desta sexta-feira (09) na Governadoria, com ampla cobertura da imprensa.

Após uma carreata partindo da sede do SINPOL, em Cidade Alta, com grande apoio de pedestres e motoristas (acenos e buzinaço), os agentes e escrivães fizeram um Ato de Repúdio ao descaso do Governo com a Segurança Pública (com direito a caixão simbólico) no Centro Administrativo. Eles afixaram cruzes no gramado, em referência aos quase mil homicídios contabilizados no RN desde o início do ano.

MAIS
Durante o ato foi feito um minuto de silêncio em solidariedade à família do agente penitenciário Maxwell André Marcelino, 44 anos, assasinado ontem em Parnamirim durante resgate de um preso. Os policiais repudiam a falta de estrutura e condições de trabalho que levam vários servidores da Segurança Pública a perderem suas vidas.

Em tempo: a diretoria do SINPOL viajou nos últimos dias para Mossorpo, e de lá seguiram com uma comitiva da região para Pendências, Alto do Rodrigues, Macau, Assu e Areia Branca mobilizando a categoria para a luta, além de fazer esclarecimentos à imprensa e população do interior sobre a pauta dos policiais.

PAUTAS
No caso dos policiais civis, as negociações foram suspensas na última segunda-feira (05), quando o presidente da comissão governamental, o secretário de Administração e Recursos Humanos Alber da Nóbrega disse que não poderia atender os pontos da pauta, por falta de autonomia para transigir com a categoria.

Já com relação aos servidores do ITEP, estes não possuem sinalização de avanço ao anteprojeto que criará a Lei Orgânica e Estatuto do órgão, que lutam desde 2009. Após passar e voltar de diversas instâncias governamentais, a matéria está na Secretaria de Administração, sem previsão de seguir para o Gabinete Civil e finalmente para a Assembleia Legislativa, para votação pelos deputados (o SINPOL tentou dialogar sobre a pauta, sem avanço também com os representantes do Estado).

*Fonte: Sinpol-RN

Professores decidem hoje se entram em greve

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Tribuna do Norte


Os professores da rede pública estadual decidem nesta segunda-feira (12) se iniciarão greve. Os profissionais terão assembleia da categoria às 8h30, na escola estadual Winston Churchill, em Natal, onde discutirão se cruzarão os braços. Algumas escolas já estão com as atividades suspensas devido à participação dos professores no encontro.


A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), Fátima Cardoso, acusou o Governo de, entre outras coisas, não cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal de pagar as horas extras aos professores, o que teria gerado um déficit no pagamento dos profissionais. Segundo Fátima Cardoso, esse é somente um dos pontos que contribui para motivar a paralisação.


A sindicalista diz que um levantamento realizado pelo Sinte apontou que 94% das escolas estaduais do RN estão comprometidas e há um déficit de pelo menos 1.500 professores na rede de ensino. Além disso, Fátima Cardoso também afirmou que há dois anos o Governo não investe os 25% do orçamento na área de Educação, conforme determina a lei. 


"Estamos buscando melhorias e, para o pagamento das horas extras, já acionamos a Justiça solicitando o bloqueio da verba do Governo. Hoje deveremos paralisar todas as atividades e pedimos o apoio dos alunos, porque a luta é pela Educação pública do Estado", disse Fátima Cardoso na manhã de hoje.


A orientação do Sinte é que os estudantes busquem informações antes de irem às escolas. A tendência é que várias unidades de ensino já não tenham aulas a partir desta manhã.

 

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