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Policiais Militares recebem quentinha estragada para o almoço em Natal

sexta-feira, 18 de abril de 2014 · 0 comentários

Fato aconteceu nesta sexta-feira (18); peixe estava azedo.
Oficiais do Bope registraram boletim de ocorrência sobre o caso.

Do G1 RN
Quentinhas seriam para o almoço dos policiais nesta sexta-feira (18) (Foto: Divulgação/Associação de Cabos e Soldados)

Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Natal denunciam que a quentinha oferecida a eles para o almoço desta sexta-feira (18) veio azeda. Os policiais registraram um boletim de ocorrência na Delegacia de Plantão da zona Norte da capital potiguar. Segundo eles, esta é a quarta vez que a comida das quentinhas vem estragada somente este ano.

O comandante da Polícia Militar no Rio Grande do Norte, coronel Francisco Araújo, confirmou que cerca de 20 quentinhas apresentaram o problema. Mas, segundo ele, essa foi uma falha pontual, já que a mesma empresa fornece refeição não apenas para a Polícia Militar, mas também para a Polícia Civil e a Secretaria de Justiça. Além do boletim de ocorrência, o coronel pediu que fosse feito um relatório, que será enviado à empresa na próxima terça-feira. Ele disse ainda que as quentinhas que estavam estragadas foram devolvidas e não serão pagas pelo Governo do Estado.

As quentinhas com arroz e peixe foram recolhidas. Os policiais, que pediram para não serem identificados, informaram que vários homens já passaram mal após comer as quentinhas e uma operação no Passo da Pátria foi comprometida na última semana porque alguns oficiais foram para o hospital.

O presidente da Associação de Cabos e Soldados, Roberto Campos, acompanhou os policiais no registro da ocorrência e ressaltou que o pagamento de vales alimentação , como era feito até o ano passado, seria uma opção para evitar casos como este.
Policiais registraram o caso na delegacia de plantão da zona Norte de Natal (Foto: Divulgação/Associação de Cabos e Soldados)

Bandidos assaltam Correios, são perseguidos fazem refém, e se entregam

quinta-feira, 28 de novembro de 2013 · 0 comentários

Por Sérgio Costa do portalbo
Foto: Cedida / Kleber Teixeira

Quatro homens armados realizaram um assalto aos Correios da cidade de Extremoz, na tarde desta quinta-feira (28), mas foram surpreendidos por um cabo da Polícia Militar que estava próximo ao local e percebeu a ação. Os bandidos fugiram para a zona Norte de Natal e, cercados, entraram em uma casa, fazendo uma mulher refém.

O cabo da PM que viu o assalto chegou a atirar contra os assaltantes, mas não conseguiu detê-los. No entanto, vários policiais foram avisados e passaram a realizar diligências. Já no Jardim Progresso, uma equipe do 4º Batalhão da Polícia Militar se deparou com o bando em um Celta.

Houve uma perseguição e o bando acabou entrando em uma residência, na rua da Fé, onde fizeram pelo menos uma mulher como refém e estão neste momento. Com isso, a polícia cercou o local e, agora, tenta negociar a rendição dos suspeitos.

De acordo com as primeiras informações repassadas pela polícia, o grupo está armado com revólver e até mesmo com espingarda calibre 12. Eles estariam exigindo coletes a prova de bala para poderem sair da casa.
 
A alguns instantes atrás utilizando familiares como escudos, os Assaltantes se entregaram Polícia e nesse momento estão sendo conduzidos à seda da Polícia Federal

Mulher é presa pelo BOPE com maconha dentro da bolsa

quinta-feira, 8 de agosto de 2013 · 0 comentários

Por Sérgio CostaFotos: Sérgio Costa / Portal BO

Na tarde desta quarta-feira (7), policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) prenderam em flagrante uma mulher portando aproximadamente um quilo de maconha, em tabletes. A prisão foi feita próximo ao viaduto do Baldo, no Centro da Cidade.

Os policiais receberam informações sobre uma mulher que estaria transportando drogas e que a suspeita desceria de um ônibus no Centro. Com isso, dois militares descaracterizados foram ao local e fizeram campana próximo ao Baldo, no ponto indicado na denúncia.

Após certo tempo de espera, eles avistaram a suspeita com as mesmas características repassadas pelo denunciante e então fizeram a abordagem. A jovem Ana Danielly da Silva, de 21 anos, estava com uma bolsa e dentro os PMs encontraram um tablete de maconha dividido em pedaços.

A droga estimada em aproximadamente um quilo. Imediatamente, a dona de casa recebeu voz de prisão. Na delegacia, a jovem se negou a falar com a imprensa, mas disse aos policiais que a droga seria para consumo. No entanto, devido a quantidade, ela foi autuado por tráfico.

De acordo com o tenente Barros, do Núcleo de Comunicação do BOPE, Ana Danielly declarou que tem um familiar preso, mas que a droga pertencia a ela mesma.

BOPE da PM RN explode caixa com suposta bomba em estacionamento do norte shopping

sexta-feira, 17 de maio de 2013 · 0 comentários

Foto: Sergio Costa

Mais uma ameaça de bomba foi registrada em um shopping de Natal. Desta vez, seguranças do Norte Shopping encontraram uma caixa com um objeto suspeito dentro e o esquadrão antibomba do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) foi acionado e teve que explodir a caixa por medidas de segurança.
O tenente Barros, relações públicas do BOPE, explicou que os seguranças do shopping visualizaram a caixa e observaram uma luz piscando dentro. Com isso, os próprios seguranças retiraram o objeto do local e o levaram para os fundos do estabelecimento e só então acionaram a polícia.
O esquadrão antibomba, por questões de segurança, preferiu retirar a caixa das imediações do shopping e usaram explosivos para destruir o material em uma área deserta. Em seguida, o que restou do artefato foi levado para a sede do BOPE, na zona Norte, para que possa ser analisado.

De acordo com o tenente Barros, os seguranças do Norte Shopping agiram de maneira imprudente e arriscada ao retirar o objeto do estacionamento antes da chegada dos especialistas. O oficial explicou que esse tipo de atitude pode ativar algum mecanismo e explodir bombas, em caso de ameaças verdadeiras.
Este é o terceiro caso de suposta bomba deixada em shoppings de Natal. Na última segunda-feira (13), duas mulheres assaltaram uma joalheria, no Midway, e deixaram uma caixa também com suposta bomba. No ano passado, em outro roubo a joalheria, uma bomba foi deixada no shopping Via Direta.

Duas mulheres assaltam joalheria no Midway e deixam caixa supostamente com bomba

terça-feira, 14 de maio de 2013 · 0 comentários





Duas mulheres assaltaram uma joalheria dentro do shopping Midway, no final da tarde desta segunda-feira (13). Elas foram até a loja, localizada no terceiro piso do shopping, e disseram aos funcionários que estavam com uma bomba dentro de uma caixa. Em seguida, elas recolheram várias jóias e colocaram em uma sacola.
De acordo com as pessoas que estavam na joalheria, uma das mulheres estava usando farda do colégio Atheneu. As duas mulheres conseguiram fugir e deixaram a caixa dentro da loja. Com isso, os seguranças do shopping decidiram interditar parte do terceiro piso.
Os policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) já foram acionados para verificarem se a caixa contém mesmo uma bomba. De acordo com o tenente Felipe, do 1º Batalhão, a caixa foi retirada do local e levada para a sede do BOPE, na zona Norte de Natal.
O material que estava no interior da caixa foi analisado e constatou-se que se trata de um artefato, porém, sem o dispositivo de detonação.
Ainda de acordo com o tenente Felipe, o sistema de câmeras da loja e do shopping Midway flagrou a ação das duas mulheres, que estavam de cara limpa. Além da que moça que vestia a camisa do Atheneu, a segunda suspeita usava blusa verde, calça jeans e salto alto.
FONTE PORTAL BO

Deputado Federal irá propor proibição do uso da caveira nos Batalhões de todo o Brasil

quinta-feira, 25 de abril de 2013 · 0 comentários



O deputado Luiz Couto (PT-PB) vai propor à ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, que recomende aos comandos das polícias militares em todo o país a proibição da caveira como símbolo dos batalhões.

A audiência com a ministra Maria do Rosário, marcada para esta semana, terá a participação de integrantes do Conselho de Direitos Humanos da Paraíba, que convenceram o governador do estado, Ricardo Coutinho (PSB), a retirar o símbolo (um crânio atravessado por punhais) das fardas e veículos do Bope paraibano no mês passado. O argumento foi uma portaria assinada pela própria ministra que recomenda a proibição do uso, em fardas ou veículos oficiais, de símbolos e expressões com “conteúdo intimidatório ou ameaçador, assim como de frases e jargões em músicas ou jingles de treinamento que façam apologia ao crime e à violência”.

Contrários à mudança, defensores do uso da caveira dizem que a imagem constantemente utilizada por militares lembra a morte dos próprios policiais, “companheira inseparável devido ao alto nível de risco das missões cumpridas”.

Luiz Couto e os conselheiros paraibanos querem que Maria do Rosário interceda para que os governadores de outros estados sigam o mesmo caminho adotado na Paraíba, que, no dia 22 de março, retirou o símbolo da caveira de suas fardas e veículos. A retirada, porém, provocou uma série de protestos e reclamações de oficiais. Eles alegam que a caveira não incita a violência e reclamam que não foram consultados sobre o assunto.

“Queremos a implementação dessa resolução em todos os estados, tirando esses símbolos que não são expressão de liberdade, justiça e paz. Queremos símbolos que apostem na vida, em valores fundamentais”, diz Luiz Couto, que também condena o uso de expressões que incitam o ódio em cânticos de treinamentos de militares.

Cultura de paz

Padre e ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado petista considera a caveira um símbolo que atenta contra a dignidade e o respeito ao ser humano. “Há quem diga que é o símbolo da vida e da inteligência. Conversa fiada: matar e botar uma faca na cabeça do outro? Precisamos de símbolos positivos e propositivos, que não se prestem à violência, à morte e à destruição. Trabalhamos por uma cultura de paz”, afirma Luiz Couto.

Para o deputado, atacar um símbolo associado à morte é um primeiro passo para rediscutir o papel da polícia brasileira, sobretudo, a militar. “O homem que entra para a polícia vai se tornando, com o tempo, um animal feroz. A grande ação da polícia deveria ser o trabalho preventivo, de ajudar a população. A repressão deve ser utilizada no momento adequado, mas não como instrumento de tortura para conseguir, por exemplo, o depoimento de pessoas”, critica Luiz Couto.

No ofício enviado ao governador da Paraíba, em que solicitava a retirada da caveira das fardas e veículos dos policiais militares, o Conselho Estadual de Direitos Humanos diz que a caveira é o símbolo da “morte” e do “terror”. “Nas antigas civilizações, eram usadas pelos povos primitivos em rituais de magia. Durante as guerras entre povos, costumava-se usar a caveira para avisar ao inimigo da morte imediata. Na Idade Moderna, as seitas costumavam usar para seus ritos secretos. Hoje a imagem da caveira é usada em várias atividades. Na maioria das vezes, representa o terror a morte a violência”, sustenta a nota.

“Interpretação equivocada”

Ex-comandante do Grupo Especial Tático, antecessor do Bope na Paraíba, o tenente-coronel Onivan Elias de Oliveira escreveu um artigo de 78 páginas para defender a manutenção do símbolo. “Cometeram um equívoco interpretativo”, disse ele ao Congresso em Foco. Coordenador de Planejamento do Estado-Maior da Polícia Militar da Paraíba, Onivan afirma que a caveira faz o policial lembrar que “a morte dele é uma companheira inseparável devido ao alto nível de risco das missões a serem cumpridas” (veja a íntegra do estudo).

A retirada provocou reação do comandante do Bope paraibano, major Jerônimo Pereira da Silva Bisneto, que divulgou uma carta contra a medida. “O Estado Democrático de Direito deve ser preservado e aplicado a todos dentro do território nacional e, isso implica que também nós, policiais militares e policiais do Bope, devamos ter nossos direitos preservados, direitos a pensar, a seguir convicções filosóficas e continuar acreditando que a “faca na caveira” significa a vitória da vida sobre a morte, com sabedoria, poder, força e invencibilidade frente à criminalidade”, alegou o major, em nota divulgada logo após o anúncio da retirada do símbolo, no final de março. “Somos uma instituição hierarquizada e disciplinada. E as ordens são cumpridas. Vida que segue”, diz o tenente-coronel Onivan.

A Portaria 8/2012, assinada por Maria do Rosário, não tem poder impositivo em relação aos governadores, chefes das polícias militares. Mas prevê que suas recomendações sejam estendidas aos órgãos estaduais. A norma também sugere que seja abolido o emprego de “designações genéricas”, como “autos de resistência” e “resistência seguida de morte”, em registros, boletins de ocorrência, inquéritos policiais e notícia de crime. A ideia, encampada pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), é evitar que expressões dessa natureza encerrem apurações de homicídios e ocorrências envolvendo policiais.



NOTA DO BLOG

acredito que esses deputados não tem coisa melhor pra fazer, se sentir incomodado com uma caveira na farda da PM, imaginem os Cidadãos Brasileiros como não se sentem com um monte de políticos corruptos nas casas legislativas.

Novo caveirão do BOPE do Rio De Janeiro sobe escadas e anda inclinado

quinta-feira, 11 de abril de 2013 · 0 comentários

Modelo do novo caveirão adquirido pelo governo do Rio de Janeiro é exibido na Feira Internacional de Defesa e Segurança
Até o fim do ano, as áreas de conflito do Rio de Janeiro terão as operações reforçadas com o novo caveirão –veículo blindado da polícia. Um exemplar do novo modelo, que foi batizado como Maverick, está em exposição na Laad Defesa e Segurança, feira do setor que acontece no Riocentro, zona oeste da capital fluminense, e atrai curiosos que não dispensam uma foto no novo veículo. São oito carros --quatro para o Bope (Batalhão de Operações Especiais), dois para o Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) e dois para o BPChq (Batalhão de Choque)-- que custaram R$ 7 milhões ao governo do Estado.
Em vias comuns o Maverick pode chegar a 120 km/h, além de também subir escadas e andar inclinado. A informação consta no manual do veículo, que tem autonomia de 700 km.
A Paramount Group, empresa sulafricana que desenvolveu o Maverick, testou durante três meses o veículo em favelas cariocas --que não tiveram os nomes divulgados-- com homens das três forças policiais.
"Ele tem proteção para armas de grosso calibre, uma proteção muito alta. É melhor que todos saibam. Os pneus podem continuar rodando em qualquer superfície e resistem a tiros", explicou Miles Chambers, da diretoria da empresa. "As paredes têm proteção contra coquetéis molotov e granadas."
Além da proteção, o veículo é inteligente. Um sistema de câmeras grava o que acontece do lado de fora do veículo, de todos os ângulos, e seus passageiros --ele tem capacidade para 12 policiais-- também não sofrerão com o desconforto do calor, já que o ar condicionado funciona mesmo com o veículo desligado.
O Maverick é usado em países da África que passam por conflitos internos e principalmente para reforçar a segurança de grandes eventos, explicou Chambers, como no Gabão, durante a Copa das Confederações em 2012, e nas eleições de Gana, em dezembro do ano passado.
19 toneladas de "caveira"
O novo caveirão pode chegar a 19 toneladas durante ação de combate - com capacidade para quatro toneladas somente de cargas. Ele pode carregar desde uma torre de tiro até um canhão de água, mas também tem opções para armamentos mais simples e até equipamentos para abrir a mata ou cortar arame.



Retirada da caveira como símbolo do Bope da Paraíba gera crise na PM

quinta-feira, 4 de abril de 2013 · 3 comentários



A decisão da Polícia Militar da Paraíba de retirar a caveira do emblema do Bope (Batalhão de Operações Especiais), em 22 de março, provocou uma crise na corporação, polêmica e reações de oficiais superiores.
No fim de março, nove entidades de direitos humanos protocolaram pedido de proibição do uso do símbolo ao governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB-PB), à Secretaria de Segurança Pública e ao comando da PM.
Os grupos alegaram o descumprimento de resolução da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, de dezembro de 2012, segundo a qual “é vedado o uso, em fardamentos e veículos oficiais das polícias, de símbolos e expressões com conteúdo intimidatório ou ameaçador, assim como de frases e jargões em músicas ou jingles de treinamento que façam apologia ao crime e à violência”.
O movimento foi impulsionado pelo deputado federal Luiz Couto (PT-PB), que se manifestou na Câmara de Deputados contra o emblema. Diante da pressão política, o comando da PM publicou a proibição no boletim interno. Policiais reclamaram não ter havido discussão interna antes da decisão.
Oito dias antes de assinar o boletim, o comandante-geral da PM, coronel Euller Chaves, manifestara seu apoio ao Bope, ao trajar a farda preta ornada por uma caveira, na comemoração do primeiro aniversário do batalhão. A bandeira da unidade, com a caveira trespassada por um punhal sobre o mapa da Paraíba, foi hasteada, e Euller gritou ao microfone: “Caveira!”
No dia 22, entretanto, o Bope deixou de usar em seus uniformes e viaturas a "caveira", símbolo de operações especiais pelo mundo. A página da unidade no Facebook, porém, manteve o distintivo da caveira com o punhal como imagem principal.
A medida está gerando protestos formais na PM-PB. Fundador e ex-comandante do Grupo Especial Tático – embrião do Bope –, o tenente-coronel Onivan Elias de Oliveira, coordenador de Planejamento do Estado-Maior da PM, escreveu um trabalho para defender a manutenção do símbolo e o protocolou no Estado-Maior da PM.
Major Bisneto (de preto), comandante do Bope-PB refutou a proibição da caveira

Para ele, a decisão “mexeu com os simbolismos, as tradições, os brios e a cultura da Instituição pública mais antiga do Estado da Paraíba” e abalou a tropa. O texto, com 78 páginas, é intitulado “O símbolo da Caveira e de Animal nas Forças de Operações Especiais Militares e Policiais no Brasil e as interpretações: uma (in)justiça para quem interpreta diante de contextos imaginários ideológicos”.
Segundo a unidade, o emblema do Bope abolido é um escudo cinza, contornado em preto, representando o sigilo das operações especiais e a disposição de operar em qualquer missão. "Ao centro, a caveira (crânio), símbolo da Inteligência e da coragem de um guerreiro e do desprendimento pessoal para o cumprimento da missão, cravada com a espada da justiça, simbolizando a 'vitória da vida sobre a morte'; ou seja, superando e vencendo a morte e o mal na Paraíba, representado pelo mapa ao fundo; as garruchas simbolizam as polícias militares."
Para contestar a ideia de que a caveira levaria à agressividade, Onivan cita símbolos como a espada do Ministério Público da Paraíba – que poderia ser interpretado como ligada à violência –, a cruz da igreja cristã – suplício e tortura? – ou a cobra, emblema da medicina. Diz ainda que cantigas de ninar, como “Atirei o pau no gato” não desenvolvem nas crianças desejo de matar bichos.
O Bope da Paraíba tem apenas um ano de vida, mas é originário de unidades criadas em 1996
O crânio é símbolo dos comandos do Exército Brasileiro e dos comandos anfíbios, da Marinha (cujo distintivo é uma caveira alada), assim como a onça representa os especialistas em guerra na selva. Diz-se que o mito teria nascido quando um comando francês (unidade de operações especiais cujo símbolo era uma adaga) durante a 2ª Guerra Mundial cravou sua adaga em uma caveira que enfeitava a mesa de um oficial nazista alemão. Esse gesto de “faca na caveira” – hoje um brado – simbolizaria a vitória sobre a morte.
O comandante do Bope-PB , major Jerônimo Bisneto, também manifestou seu desagrado com a medida em documento ao comandante-geral da PM.Oficiais da PM de 22 Estados manifestaram apoio ao símbolo na Paraíba.Para conselho de direitos humanos, símbolo é apologia à violência


IG

Policiais ameçam deixar Bope após retirada de caveira. Confira!

segunda-feira, 25 de março de 2013 · 1 comentários


A polêmica sobre a caveira do pelotão especial da Polícia Militar BOPE continua rendendo.
Após o símbolo ser proibido pelo comandante da PM, coronel Euller Chaves, devido a reação de militantes e políticos ligados aos Direitos Humanos, policiais que integram o pelotão estão ameaçando deixar o grupo especial da PM.
O próprio comandante do BOPE, major Bisneto, teria entregado o cargo ao secretário de Segurança, Claudio Lima, mas teve o pedido recusado e continua no cargo.
A maioria dos policiais do pelotão são contrários a proibição, mas evitam falar sobre o assunto publicamente por conta do respeito a hierarquia militar, já que a decisão de retirar a caveira da farda do grupo partiu do comando geral da PM. Em contato com alguns, eles confirmam que muitos estão até pensando em deixar o Pelotão do BOPE.
O major Souza Neto, comandante do Batalhão da PM em Campina Grande, é um dos que fizeram o curso do BOPE no Rio de Janeiro, mas disse que não iria se posicionar sobre o caso. “Tenho minhas convicções, mas como foi uma decisão de comando, não devo fazer declarações”.
O comandante da PM, coronel Euller Chaves, disse em entrevista ao programa Correio Verdade da 98 FM, que a Polícia não visa entrar em polêmica e que a mensagem e atuação da Instituição é muito maior que um símbolo.
O secretário de Segurança, Claudia Lima, também colocou panos quentes no assunto e disse que o assunto ganhou mais repercussão do que deveria. Ele explicou que existe uma determinação ministerial que solicita que se evite elementos que remetam a violência.

Correio da PB
Read more: http://qthdanoticia.blogspot.com/2013/03/policiais-amecam-deixar-bope-apos.html#ixzz2OYuGXpxq

A polemica da caveira

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"VIOLÊNCIA"... Sr. Dep. Luiz Couto, é ver crianças, jovens e adultos se acabando nas drogas; e sem as mínimas condições de bancar o vício praticam furtos e roubos ao cidadão de bem. e, em muitos casos são mortos por não pagarem as dividas das drogas, elevando assim as taxas de homicídios em nosso Estado. "VIOLÊNCIA"... Sr. Dep. Luiz Couto, é ver os crimes contra à vida se alastrando em nosso País, principalmente contra os mais indefesos (CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS) e ter que aceitar que os senhores politicos não fazem nada para mudar esse "Código Penal" arcaíco, pois a impunidade gera violência. "VIOLÊNCIA"... Sr. Dep. Luiz Couto, é ver o sertanejo chorar a míngua, por ver o seu rebanho morrer de sede e fome no sertão sem nada poder fazer, e os senhores políticos com medidas emergenciais. Pois bem Sr. Dep Luiz Couto, se o Sr. fosse um político que ostentasse em seu peito uma CAVEIRA!! seria um político de honra!!! Pois a CAVEIRA, que os CAVEIRAS ostentam no peito os tornam homens e mulheres de honra e glória da nossa briosa Polícia Militar; CAVEIRAS, que combatem o crime preservando à vida, e com o sacrifício da própria vida. Com a permissão dos CAVEIRAS!!!! CAVEIRA POOOOOOOOORRAAA!!!!

fonte:http://qthdanoticia.blogspot.com.br/

BOPE salva criança abandonada em um carro na Grande Natal

quinta-feira, 7 de março de 2013 · 0 comentários

Um casal foi preso no início da tarde desta quarta-feira (6) após ter deixado a filha, um bebê de quatro meses, trancada dentro de um carro em Macaíba, município da Grande Natal. De acordo com informações da Polícia Militar, Edivalberto de Pontes Araújo e Genúbia Oliveira, pais do bebê, foram levados para a delegacia de Macaíba e autuados em flagrante. Segundo o delegado Márcio Delgado, os dois serão indiciados por abandono de incapaz. Para que respondam pelo crime em liberdade, foi estipulada fiança de R$ 1 mil para cada.


A criança foi encontrada por uma guarnição do Batalhão de Operações Policiais Epeciais do Rio Grande do Norte (Bope). De acordo com o tenente Craveiro, os policiais pararam em um posto de combustíveis para abastecer a viatura e ouviram um choro de bebê. "Fomos buscar de onde vinha o choro e chegamos até o carro. Ainda gritamos para ver se aparecia alguém. Como não apareceu, quebramos o vidro do veículo para resgatar a criança", disse o tenente.



Segundo ele, a criança estava aparentemente bem, apesar de bastante aflita. "Os pais apareceram quando perceberam a movimentação policial. Eles disseram que estavam almoçando em um restaurante dentro no próprio posto", afirmou o tenente Craveiro.


Ao G1, o pai do bebê afirmou que a criança estava dormindo e, por isso, preferiu não acordá-la. "Nós íamos apenas almoçar. Ela estava dormindo, então achamos melhor deixá-la no carro para não ter que acordá-la", afirmou Edivalberto Araújo.


De acordo com o delegado Márcio Delgado, os pais do bebê serão indiciados por abandono de incapaz. O delegado estipulou fiança de R$ 1 mil para cada um para que eles possam responder em liberdade. Em caso de condenação, a pena para este crime é de 6 meses a 3 anos de prisão.


Ainda de acordo com informações da polícia, o casal é de Araruna, na Paraíba e veio para Macaíba para entregar um equipamento de antena parabólica.

G1

Polícia Militar prende bandidos e liberta reféns

sábado, 8 de dezembro de 2012 · 0 comentários

Por Redação portalbo

A Polícia Militar realizou a apreensão de cinco elementos e libertou sete reféns nesta sexta-feira, 07, em Parnamirim. Por volta do meio dia, cinco homens fortemente armados chegaram em um automóvel Honda Civic a uma fábrica de Açaí, na Rua Ulisses Jerônimo, quatro deles adentraram no estabelecimento e um deles ficou aguardando no veículo.
Enquanto o bando realizava assalto ao estabelecimento, a Polícia cercou o local com várias viaturas, inclusive equipes do BOPE, momento em que a quadrilha manteve sete reféns.
Após uma negociação intermediada pelo Major Trigueiro, os acusados libertaram os reféns e em seguida se entregaram. Em posse dos acusados estavam um revólver calibre 38 e duas pistolas, sendo uma de uso restrito. 

O reforço das Forças Especializadas

quarta-feira, 18 de abril de 2012 · 0 comentários


Por Andrey Ricardo, via Jornal De Fato


Os policiais militares estaduais têm sua função primordial no policiamento preventivo e na manutenção da ordem pública. Essa é a atribuição mais ampla dessa instituição, que é subdivida em inúmeros grupos, cada um com sua área de atuação e função específica. Os chamados grupos especiais ou especializados existem para dar suporte àquelas equipes comuns, do policiamento diário. No Rio Grande do Norte, existem aproximadamente 10 mil policiais militares e uma pequena parte é especializada.



As unidades especializadas podem ser identificadas pela própria população a partir de uma característica básica: o fardamento. No Rio Grande do Norte, os integrantes das equipes do policiamento ostensivo normal usam farda de cor cinza-escuro. Eles são chamados de radiopatrulha (RP) e são usados em situações de menor potencial ofensivo. As RPs atuam geralmente nos bairros, mediando conflitos entre vizinhos e nos bares, furto, consumo de entorpecentes e outros casos mais simples. Em termos proporcionais, eles representam a maior parcela do efetivo da corporação no RN.

Já os grupos especializados atuam de maneira completamente diferente. Há aqueles que são treinados para ações de extremo risco, como os integrantes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) – destacado no cinema com os sucessos Tropa de Elite I e II -, há outros que atuam no combate aos crimes ambientais, integrantes da Companhia de Policiamento Ambiental (CIPAM), outros que são acionados em casos que a agilidade é imprescindível, da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (ROCAM). Ao todo, o RN dispõe hoje de pelo menos seis grupos especiais.



O Bope e o Batalhão de Choque (BPCHOQUE) estão sediados na capital do Estado, mas podem ser deslocados para qualquer lugar, dependendo da necessidade. O Bope, como foi retratado nas telas do cinema, é a última escala da PM, composto por policiais especialmente treinados para situações que envolvam extremo risco. Já o Choque tem função diferente. Ele é usado geralmente na contenção de grandes multidões, como uma rebelião em presídio, uma passeata etc.. Dos seis grupos especiais que a PM do RN dispõe, esses dois são os únicos que não estão disponíveis para a PM de Mossoró.



A cidade conta hoje com equipes da Rocam e da Cipam, além da Cavalaria, que são os policiais montados em cavalos, e o Grupo Tático Operacional (GTO), que é empregado em situações de maior risco, a exemplo do Bope. Dentro da instituição, esses grupos são divididos entre forças de primeiro, segundo e terceiro esforços. O esforço significa justamente o nível em que eles serão empregados. As RPs, por exemplo, são de primeiro esforço. Unidades da Rocam e do Choque seriam de segundo, ou seja, um nível dois de risco. No terceiro esforço entram os policiais do Bope e do GTO.


via: Soldado Gláucia

 

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