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Promoção: Noiado invade casa de PM e acorda o cara no cochilo do domingão

segunda-feira, 4 de novembro de 2013 · 0 comentários


Bicho, se o cara não for preparado, arrombar casa deve ser uma roleta russa. Um tiro no escuro. Vai na fé, e entra, brother.

Muitas vezes dá certo. Outras, não. Hoje não é o dia de Alexandro da Silva. Mas é porque não é mesmo. Mas não é o dia dele assim, com muita força.

Tava a fim de fumar aquela pedrinha, né? A vontade não passa. Nunca vi um negócio daquele. Daí passeando pela rua Eduardo Gomes, em Lagoa Nova II, decide invadir uma residência. Roubar um botijão de gãs, uma bicicleta na varanda, uma mangueira de jardim… sei lá, véi, noiado leva qualquer coisa… Uma vez me roubaram um bonsai quando eu morava na Vila de Ponta Negra. asuhauhauhahu Pô, eu fico pensando no noiado chegando na boca-de-fumo com um bonsai na mão, pra trocar por crack. “Um bonsai, galadooo?! Que por#*$% eu vou fazer com a por$#@¨& de um bonsai, fresco?!” – Deve ter gritado o traficante. kkkkk

Mas voltando, o nosso bom e velho Alex entrou na casa. Tava lançada a sorte, jogo feito, girando a roleta. Foi logo para a cozinha, “percurar” algo de futuro.

O que ele não sabia é que aquela era a casa de um soldado da PM, do Batalhão de Choque, que é pra acabar de se lascar. E o PM tinha largado um serviço de 24h. Isso foi agora, uma da tarde. E se o cochilo do domingo já é “gotoso”, imagina prum cara que tinha acabado de trabalhar 24h seguidas … Óia aí, a Promoção Nº 5 que o Alexandro arranjou. rsrsrssr

O soldado acordou com Alexandro fazendo zoada nas panelas da cozinha. Se levantou e quando foi olhar, encontrou o fi do Cabrunco na ponta do pé, futucando a geladeira. “Assôôôôô!!!”, disse o noiado. (Não sei se foi assim, mas gosto de pensar que foi).

Não, o PM não deu nem um cascudo no nóia (Também não sei se foi assim, mas seria melhor pro Alex que fosse). Chamou os colegas da PM e o levou para a delegacia, onde foi feito flagrante.

Pensando bem, hoje foi o dia do Alexandro. Mas assim, foi mesmo, tipo king size. Nasceu de novo, o miseráve.

Após 10 dias, manifestantes deixam Câmara Municipal de Natal

sexta-feira, 25 de outubro de 2013 · 0 comentários

Fred Carvalho e Fernanda Zauli Do G1 RN


Câmara Municipal foi deixada pichada pelos manifestantes (Foto: Fernanda Zauli/G1)

Após 10 dias, os manifestantes que ocupavam a Câmara Municipal de Natal deixaram o local. De acordo com a Polícia Militar, o grupo desocupou a sede do legislativo municipal por volta das 3h desta sexta-feira (25). Na noite desta quinta (24), o ministro Geraldo Og Nicéas Marques Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça, negou pedido de habeas corpus feito pelos manifestantes.

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Com a decisão do STJ, a Polícia Militar teria que dar cumprimento a ordem de reintegração de posse assinada pela juíza Francimar Dias Araújo da Silva, da 2ª Vara da Fazenda Pública da capital potiguar. O comandante geral da PM no estado, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, informou a G1 que a determinação seria cumprida nesta sexta-feira.

"Tomamos conhecimento da decisão do Superior Tribunal de Justiça e iríamos retirar os manifestantes da Câmara nesta sexta. Mas, felizmente, o grupo achou por bem deixar a Câmara de forma pacífica", falou o coronel Araújo.

Os manifestantes ocupavam a sede do legislativo municipal desde o último dia 15, quando os vereadores mantiveram o veto do prefeito Carlos Eduardo ao projeto do passe livre no transporte coletivo da capital. No início da semana, a mesa diretora da Casa suspendeu as atividades até que o grupo deixe o local.

Na manhã desta quinta, também por determinação da mesa, os vereadores e funcionários que trabalham na Câmara foram impedidos de entrar do prédio. “Eu cheguei e o guarda legislativo informou que foi determinação da mesa diretora não deixar ninguém entrar. Não pude nem pegar meus telefones que estão no meu gabinete”, relatou o vereador Hugo Manso (PT).
100 PMs estiveram no local para cumprir a reintegração de possena CMN (Foto: Fernanda Zauli/G1)

Grupo de manifestantes invade Congresso Nacional e tenta subir em cúpulas

segunda-feira, 17 de junho de 2013 · 0 comentários



Um grupo de manifestantes invadiu a cúpula do Congresso Nacional. A tropa de choque tentou impedir o acesso, mas cerca de 300 pessoas conseguiram entrar. Num primeiro momento, eles tentaram entrar pela lateral do prédio, mas PMs evitaram. Quase simultaneamente, outras pessoas conseguiram driblar a segurança e subir no teto da Casa Legislativa. Eles cantam o hino nacional e gritam palavras de ordem. Um dos alvos é o deputado Marco Feliciano (PSC/SP). O Comando da PM mobilizou homens de diversos batalhões do Distrito Federal para reforçar o cerco aos integrantes do protesto. Após negociação, manifestantes começaram a deixar a plataforma, por volta de 19h50, pela rampa.


Manifestantes chegam ao Congresso e um grupo invade o espelho d'água

Aproximadamente 5 mil pessoas se reúnem nesta segunda-feira (17/6) em Brasília para a chamada "Marcha do Vinagre" - o nome faz referência à substância usada pelos jovens para neutralizar os efeitos do gás lacrimogêneo. Os manifestantes já chegaram ao Congresso e um grupo invadiu o espelho d'água. Três integrantes do movimento conseguiram furar o bloqueio armado e subir a rampa do Congresso Nacional.

Os PMs usaram spray de pimenta para impedir a progressão do trio. Eles foram retirados à força, carregados. O protesto, que começou pacífico, começa a ganhar contornos de guerra. Há cerca de 30 minutos, soldados da tropa de choque lançaram bombas de gás lacrimogênio para dispersar os manifestantes. Um adolescente foi apreendido. Ainda não se sabe por quais motivos.


O Congresso foi cercado pela tropa de choque e a cavalaria da PM. Outros manifestantes gritam que vão invadir o Congresso. Welinton Fontinele, um dos líderes da manifestação, informou que os grupos que tentam invadir o prédio estão sendo procurados. Segundo Fontinele, os líderes do protesto querem convencer os jovens mais exaltados a desistir dessa ideia para que não se sujem a imagem da "Marcha do Viniagre", que pretende ser pacífica.

Punks e partidos
Apesar das orientações da PM para não ultrapassar duas das seis faixas do Eixo Monumental permitidas para o protesto e a não atrapalhar o trânsito, mais cedo, um grupo de punks invadiu todas as faixas do Eixo Monumental. Eles rodearam uma viatura da PM. Os líderes da "Marcha do Vinagre" tentaram conter o grupo e pediram que eles liberem as pistas ocupadas, mas os punks acabaram fechando as pistas e, agora há pouco, os integrantes da manifestação invadiram todas todas as faixas do Eixo Monumental.

Antes dos manifestantes chegarem ao Congresso, policiais fizeram um cordão de isolamento e empurraram os manifestantes para que eles voltassem às duas faixas. A Polícia Militar soltou bombas de gás lacrimogêneo para conter uma confusão entre os manifestantes e o grupo do Patido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU). Integrantes do PSTU foram retirados do protesto.

Influenciados por um onda de manifestações que começou na semana passada em São Paulo, os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil. Declaram também apoio à Marcha da Corrupção. Cerca de 16 mil pessoas confirmaram presença no evento criado no Facebook.



Os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil

Confusão na concentração
A Polícia Militar identificou seis pessoas riscando carros que estavam próximos ao museu. "Nós optamos por esperar a manifestação começar. Acreditamos que esses índividuos podem não estar relacionados ao grupo de manifestantes e consideramos que prender pessoas em meio à concentração poderia acirrar os ânimos. Nossa vontade é que tudo ocorra com a maior tranquilidade possível", disse Gouveia.


Manifestantes se concentraram próximo ao Museu da República

Reivinidicações
Os manifestantes também pedem investimento no transporte público, na saúde e na educação, a não aprovação da PEC/37 e da PL 728/2011, investigação das obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal e do Ministério Público e a luta contra a remoção das famílias das áreas de interesse econômico em nome da Copa das Confederações e do Mundo.

 

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