Mostrando postagens com marcador Rio de janeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rio de janeiro. Mostrar todas as postagens

Maioria dos espancamentos de suspeito não vira inquérito policial

quarta-feira, 2 de abril de 2014 · 0 comentários

Clara VelascoDo G1, em São Paulo*

Uma série de linchamentos e espancamentos de suspeitos de crime foi noticiada este início de 2014, mas os autores das agressões passaram em geral impunes. Dos 22 casos noticiados peloG1 até o dia 25 de março, em apenas 5 situações a polícia investiga quem participou das agressões.

Um dos mais polêmicos foi o do adolescente preso nu por uma tranca de bicicleta a um poste no Rio. Outro caso controverso foi a do homem colocado sobre formigueiro no Piauí. Ambos são investigados, assim como o do rapaz que sofreu infarto durante fuga em Franca (SP), um espancamento em Sidrolândia (MS) e uma tentativa de furto em trailer no Rio.

linchamentos no brasil

Mas outros 13 não têm inquérito nem da Polícia Civil nem do Ministério Público. Entre eles, está o do homem que tentou roubar uma casa na Grande Natal. Após ser rendido e amarrado, moradores colocaram saco plástico em sua cabeça e o espancaram. Em relação a três casos em Santa Catarina a polícia não passou informações ao G1. Outro caso no mesmo estado foi investigado, mas depois acabou arquivado porque o agredido não prestou queixa.

Limbo jurídico
Segundo Ariadne Natal, socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo(NEV/USP), os linchamentos são ações cujo objetivo é machucar o suspeito de praticar um crime.

Para caracterizar uma ação desta forma, o propósito de “fazer a justiça com as próprias mãos” é mais importante do que seu desfecho - que, em algumas vezes, já terminou em morte no Brasil.

O linchamento, porém, não é considerado um crime na linguagem jurídica. Para ser investigado, é caracterizado como lesão corporal, tortura, tentativa de homicídio etc. Isso dificulta o levantamento de quantos casos acontecem no Brasil por ano. 

Além disso, a socióloga critica o fato de que os inquéritos parecem depender do registro das queixas dos agredidos - quando as autoridades é que têm que perceber o crime. “Se a pessoa já é acusada de algo, está em uma situação vulnerável. Caso ela seja agredida, então, isso deve gerar um novo boletim de ocorrência para investigar um novo crime”, diz.

No caso já citado no Rio de Janeiro, por exemplo, a Polícia Civil iniciou uma investigação de lesão corporal baseada nas imagens que foram divulgadas na época - já que o adolescente e seus pais não registraram um boletim de ocorrência.

Já em Goiânia, o caso de outro adolescente amarrado a uma grade de ferro sob a suspeita de roubar uma moto está emperrado exatamente por falta de queixa. Segundo a Polícia Civil, que investiga a tentativa de roubo, um pedido de investigação das agressões foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). O DPCA informou, porém, que não recebeu pedidos sobre o caso e que os pais do menor não registraram queixas.
Menor preso a poste com tranca de bicicleta no Rio
(Foto: Yvonne Bezerra de Mello/ Arquivo Pessoal)

Dificuldade de evolução do caso
Mesmo que as investigações sejam iniciadas, porém, os casos de "justiçamentos" não costumam evoluir na Justiça, de acordo com Natal. “Brinco que o linchamento é um crime perfeito. A nossa legislação tem dificuldade de trabalhar com casos assim, pois, como geralmente são ações que envolvem muitas pessoas, é difícil definir as responsabilidades. É raro conseguir ir para a frente e muito raro conseguir uma condenação”, diz.

Além disso, quando os casos entram no sistema policial, no geral, são ignorados como crime. "A pessoa que é agredida é suspeita de causar algo, então isso é o foco, o crime anterior. O que aconteceu depois é colocado como uma consequência."

À dificuldade de identificação do crime, soma-se ainda o preconceito da sociedade para dificultar a responsabilização dos culpados, segundo Natal. “Parece que, aos olhos da sociedade, [a suspeita de ter praticado um crime] torna a pessoa passível de sofrer violência. Por ser suspeita, é tachada de ladrão, tarado, marginal, maníaco e perde a condição de cidadão. Isso não existe. Ela tem que ser julgada e, caso seja condenada, vai sofrer as consequências da lei.” 

*Com colaboração do G1 SC, G1 MS, G1 GO, G1 PI, G1 RN, G1 RJ, G1 BA, G1 Santos e Região, G1 Ribeirão e Franca e G1 Rio Preto e Araçatuba.
tópicos:


Menino teve fígado dilacerado pelo pai, que não admitia que criança gostasse de lavar louça

quinta-feira, 6 de março de 2014 · 0 comentários

Menino teve fígado dilacerado pelo pai, que não admitia que criança gostasse de lavar louça. Alex beija a barriga da mãe, Digna, que foi ameaçada por Conselho Tutelar por não matricular menino na escola.

A tragédia começou a ser delineada aos poucos. Em Mossoró, segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, Digna Medeiros, uma jovem de 29 anos que vive da mesada de dois salários-mínimos dada pelo pai, começou a ser pressionada pelo Conselho Tutelar porque não mandava seu filho Alex, um garoto franzino, que não aparentava seus 8 anos, à escola. Ameaçada de perder a guarda, mandou o menino para o Rio para que ele morasse com o pai.

O encontro da criança tímida com o pai desempregado, que já cumprira pena por tráfico de drogas, não poderia ter sido mais desastroso. Horrorizado porque Alex gostava de dança do ventre e de lavar louça, Alex André passou a aplicar o que chamou de “corretivos”. Surrava o filho repetidas vezes para “ensiná-lo a andar como homem”. No último dia 17, iniciou outra sessão de espancamento. Duas horas depois, Alex foi levado para um posto de saúde. Parecia desmaiado, com os olhos grandes, de cílios longos, entreabertos. Mas não havia mais o que fazer. Estava morto.

As sucessivas pancadas do pai, provocadas porque Alex não queria cortar o cabelo, dilaceraram o fígado do garotinho. Uma hemorragia interna se seguiu, levando o menino, que também gostava de forró e de brincar de carrinho, a óbito. Apesar de a madrasta, Gisele Soares, que socorreu o enteado, afirmar que ele tinha desmaiado de repente, os médicos da UPA de Vila Kennedy desconfiaram logo de violência doméstica.

O corpo de Alex, coberto de hematomas, era um mapa dos horrores que ele vinha passando. O laudo do Instituto Médico Legal descreve em muitas linhas todo o sofrimento: a criança tinha escoriações nos joelhos, cotovelos, perto do ouvido esquerdo, no tórax, na região cervical; apresentava também equimoses na face, no tórax, no supercílio direito, no deltoide, punho esquerdo, braço e antebraços direitos, além de edemas no punho direito e na coxa direita. A legista Áurea Maria Tavares Torres também atestou que o corpo magricelo apresentava sinais de desnutrição.

O posto de saúde chamou o Conselho Tutelar de Bangu, providência que nenhum vizinho do menino havia tomado. Alex morava com o pai, a madrasta e outras cinco crianças num casebre na Vila Kennedy, uma área sem UPP, onde três facções rivais travam uma guerra. Não se sabe se a lei de silêncio, que costuma imperar onde traficantes atuam, contaminou quem vivia nas casas próximas, ou se ninguém realmente sabia do que se passava no imóvel de três cômodos.
- Eu nunca escutei nada. Eu mal via o menino. Pensei até que ele já tivesse voltado para o Nordeste. Só os outros filhos saíam de casa. Acho que ele vivia em cárcere privado – diz a vizinha Wandina Ribeiro.

No depoimento que o pai, apelidado pelos vizinhos de “monstro de Bangu”, deu à polícia, há uma pista de que o menininho podia, de fato, sofrer os maus-tratos calado: “Enquanto batia, mais irritava o fato de ele não chorar, o que fazia o depoente crer que a lição que aplicava não estava sendo suficiente e que, por isso, batia mais e mais”.

Um dos conselheiros tutelares de Bangu, Rodrigo Coelho, diz que vai pedir à polícia que investigue se Alex vivia em cárcere privado. Se os vizinhos dizem não saber de nada, no colégio tampouco desconfiavam do que Alex passava em casa. Matriculado em maio de 2013 na Escola Municipal Coronel José Gomes Moreira, também na Vila Kennedy, o garoto era considerado calmo, obediente e inteligente. Teve ótimo desempenho no ano passado: nota 88 no segundo bimestre, primeiro que cursou no local, nota 100 no terceiro, e 90 no último. Este ano, não apareceu, mas os funcionários não se preocuparam: em janeiro, Alex André fora à unidade pedir a documentação escolar, dizendo que o filho voltaria para Mossoró.

O menino afetuoso, que se dava bem com os colegas, é descrito de forma bem diversa pelo pai. No depoimento à polícia, Alex André, que teve a prisão temporária decretada no último dia 19 pela juíza Nathalia Magluta e foi levado para o Complexo de Gericinó, disse que o filho “era de peitar”, “partia para dentro de você”. Segundo policiais que investigam o caso, a frieza de Alex André impressionou quem assistiu ao depoimento. Ele negou ter tido a intenção de matar, mas insistia que o filho tinha que ser “homem”.

Homofobia já tinha feito assassino rejeitar outra criança




Ninguém sabe dizer – como se isso tivesse alguma relevância – se Alex era realmente afeminado. Mas não faltam relatos de como o pai do menino era homofóbico. Sobrinha do assassino, Ingrid Moraes diz que Alex André era “cismado com essa coisa de homossexual” e rejeitava o filho mais velho, de 12 anos, por achá-lo pouco másculo. O menino, que morava numa rua próxima com a mãe, conta que a relação com o pai, que ele mal via, era cheia de segredos.
- Eu cuido da casa, mas ele nem sabia. Não acho nada demais, mas ele não aceitava muita coisa — diz o garoto, que escapou por pouco de ser surrado. – Uma vez, ele tentou, mas meu tio me defendeu.
Se poupou o filho mais velho, o mesmo não pode se dizer de outros parentes. Ingrid conta que já apanhou de Alex André, que também atacou a própria mãe
Se, em família, Alex André resolvia muita coisa no braço, na rua ele fazia valer sua condenação por tráfico de drogas (cumpriu pena por quase quatro anos) para amedrontar a vizinhança. Sem emprego fixo e vivendo de bicos, costumava consumir drogas no meio da rua e, se alguém reclamasse, dizia para não se meterem com ele.
Gisele, a mulher de Alex André, não tem sido mais vista na Vila Kennedy. Ela abandonou o lar no dia seguinte à morte do enteado, quando vizinhos ameaçaram linchá-la e atear fogo ao imóvel. À polícia, ela confirmou as palavras do marido e disse ser contrária aos castigos físicos.

Digna Medeiros, a mãe de Alex, garante que Alex André nunca foi violento com ela:
- Se soubesse, não teria deixado o Alex vir para o Rio. Ele era minha vida, nunca pensei que isso pudesse acontecer, meu Deus. Preferia que tivesse sido comigo.

Perguntada se o filho nunca havia se queixado do pai, Digna contou que só falara duas vezes com ele nos últimos nove meses.

- Eu liguei no dia que ele foi para o Rio com a aeromoça e falei também quatro dias depois. Ele disse que estava tudo bem. Depois, não consegui mais falar com o celular do pai dele. Entrei em contato com o irmão do Alex André pelo Facebook e ele disse que estava tudo bem. Confiei, afinal ele era tio do meu filho – diz.

Digna resolveu acompanhar de perto o desenrolar do caso. Deixou o bebê de 8 meses com amigos em Mossoró. O filho de 3 anos mora com os avós paternos. O mais velho, de 15, que ela não vê desde neném, ela quer encontrar no Rio.

- Tive ele muito nova, com 14 anos, não tinha a cabeça que tenho hoje. Deixei ele com o pai, lá em Honório Gurgel – diz Digna.

Digna e o conselheiro tutelar foram os únicos que participaram do enterro de Alex. Mas a cena do menino no caixão branco, de blusinha listrada, ainda marcado pela violência, foi tão forte que levou pessoas de quatro velórios que eram realizados ao lado a sair de suas capelas para abraçar a mãe.




Fonte: olhar direto



TV Globo usa todo seu poder para defender traficante morto e condenar Policiais que trabalharam na Operação

segunda-feira, 6 de maio de 2013 · 0 comentários

Em 17min de uma matéria onde a globo mostra uma ação da Polícia Civil, no Rio de Janeiro nas Busca pelo traficante ``Matemático´´ que resultou em sua morte, a Rede Globo através de matéria exibida ontem no Fantástico,  a emissora de tv, mais uma vez tenta jogar a população contra a polícia, ao defender o traficante  afirmando, que houve excesso dos policiais envolvidos na ação.


Veja trecho da reportagem retirado do Site G1.com.br:

A Corregedoria da Polícia Civil e a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) apuram a conduta de policiais civis durante a operação realizada na Favela da Coreia, na Zona Oeste do Rio, para prender o traficante Márcio José Sabino Pereira, conhecido como Matemático.

Imagens das câmeras do helicóptero da Polícia Civil obtidas pelo Fantástico mostram os agentes na aeronave atirando a uma altura entre 20 e 40 metros. Casas e prédios foram atingidos. Especialistas em segurança questionam a operação, que foi classificada pela Chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha, como “desproporcional”.


Matemático era um dos maiores traficantes do Rio, com ficha criminal extensa: 26 inquéritos por tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídios. Ele comandava o tráfico em quatro favelas da Zona Oeste, uma das áreas mais populosas da cidade. Foragido do sistema penitenciário desde 2009, quando saiu para trabalhar numa funerária e fugiu. Quando morreu, o traficante tinha 11 mandados de prisão. O corpo de Matemático foi achado na madrugada de 12 de maio de 2012, dentro de um carro, a cerca de três quilômetros, após uma operação da PM.

O comentarista de segurança da TV Globo, Rodrigo Pimentel, que já foi capitão do Bope, diz que os disparos foram arriscados e que os agentes não estavam usando equipamentos de visão noturna.

“Os atiradores não estão usando equipamentos de visão noturna (..). Estão utilizando da luz residual que existe no bairro pra efetuar esses disparos (..). É um tiro muito arriscado”, analisa Pimentel.

O especialista chama de “carnificina” a ação. “É carnificina (..) Não tinha menor sentido em atirar como atiraram (..) Um tiro sem qualidade, é um tiro sem compromisso”, diz.


Agora a questão é: até quando a população vai ficar refém da criminalidade e dessas mídias que tentam a todo custo denegrir a Imagem dos policiais que vão todos os dias pras ruas defender a sociedade, que arriscam suas vidas para proteger pessoas que nem se quer conhecem, ate quando aceitaremos esses militantes dos Direitos Humanos, defendendo estupradores, assassinos, traficantes e Menosres Infratores, tonando-os vítimas da sociedade!?
Acredito que esteja na hora de a sociedade abrir os olhos e dar uma resposta.

PM do Rio estuda fazer ingresso único para Praças e Oficiais

sábado, 12 de maio de 2012 · 0 comentários


Postado por Chê_ga de corrupção

Acesso ao oficialato seria apenas por prova interna, após período no posto mais baixo da hierarquia. Hoje há duas escolas de formação distintas
Recrutas da PM no Centro de Formação de Soldados. Pelo modelo estudado, futuros oficiais terão de ser praças antes
A  Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro estuda inovar no sistema de ingresso de soldados e oficiais na corporação e implantar o acesso único para oficiais e praças.
Assim, todos os policiais precisarão primeiro ser soldados para poderem concorrer a uma vaga no Curso de Formação de Oficiais (CFO). O projeto está em estudo há cerca de três meses por uma comissão formada de coronéis e tenentes-coronéis da PM, nomeada pelo comando da corporação.

Policiais recém-formados na UPP da MangueiraPela nova forma de acesso, a prova inicial para entrar na PM será para soldado, patente mais baixa da hierarquia militar, e o único acesso possível ao oficialato seria por meio de um concurso interno, após tempo ainda (possivelmente três ou cinco anos). Seria criada uma regra de transição para adequar o novo modelo aos atuais oficiais e praças.


Uma vantagem seria que todos os futuros oficiais terão antes passado pela atividade de ponta da corporação. Aprenderiam na prática o lema impresso no prédio principal da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), escola de formação de oficiais do Exército: “Cadetes! Ides comandar, aprendei a obedecer”.
Como consequência do atual grupo de estudo, o concurso de 2012 para oficiais da PM foi suspenso em março, como mostrou nota do Poder Online , e não fará parte do vestibular da Uerj neste ano.
Desde 1920, os alunos passam por três anos de formação em regime de semi-internato, para se formarem como aspirantes a oficial. Os postos do oficialato são, pela ordem crescente, aspirante a oficial, segundo-tenente, primeiro-tenente, capitão, major, tenente-coronel e coronel; os praças são soldado, cabo, terceiro-sargento, segundo-sargento, primeiro-sargento e subtenente.
Temor de crise no oficialato e desestímulo no Corpo de Alunos atual

Pela entrada única, só os soldados poderiam se tornar oficiais, por concurso internoA nova forma de ingresso na PM seria inovadora nas polícias brasileiras, que seguem o modelo das Forças Armadas – de escolas de formação distintas para oficiais responsáveis por comandar e pela parte estratégica) e praças (executores, parte tática).

A avaliação interna e temor dos próprios integrantes da comissão de estudo é que a nova forma de acesso gere tensões e crise no oficialato – principalmente entre os mais jovens – de uma instituição militar, que prima pela hierarquia e disciplina. Outra preocupação é não desestimular o atual Corpo de Alunos, que entrou pela regra antiga.
Atualmente, 331 alunos estão no Curso de Formação de Oficiais da PM do Rio (64 no primeiro ano, 168 no segundo e 99 no terceiro). Há 44.047 policiais na força, e a meta é chegar a 60 mil profissionais em 2016. Em 2011, houve 11 formaturas, somando 4.190 soldados; em 2012, já foram 2.170 novos PMs incorporados.
Missão “extremamente desafiadora”

Comandante-geral da PM, coronel Costa Filho cumprimenta PMs do Batalhão de Choque, após a prisão de Nem da RocinhaNa opinião de um oficial superior da comissão empolgado com as perspectivas, a missão é “extremamente desafiadora” e seu resultado poderia levar até o próprio Exército Brasileiro a repensar o seu modo de admissão e questionar se ainda faz sentido a divisão de escolas de formação (no caso do Exército com a Aman e a Escola de Sargentos das Armas).

De acordo com um dos oficiais que integram a comissão de estudo e implantação do novo acesso, o sistema se assemelharia ao da Alemanha e ao de Nova York – onde é preciso ter cursado faculdade ou ter dois anos de serviço ativo nas Forças Armadas e Ensino Médio.
Um ponto que está sendo estudado é se a corporação passará a exigir graduação em nível superior dos candidatos a soldado para ingressar na PM – assim como a Polícia Civil faz. A academia de oficiais é atualmente um curso considerado de nível superior, que não exige formação além do nível médio para entrada.
Uma consequência do novo modelo estudado, seria a formação de oficiais mais velhos que os atuais cadetes, que podem entrar na PM a partir de 18 anos, logo após completarem o Ensino Médio e prestarem concurso de vestibular.

fonte: APRA

 

Copyright © 2011 Jr Maximus - template by André Freitas

Sponsored by: Trucks | SUV | Cheap Concert Tickets