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Delegacia da Grande Natal está sem coletes e munição, denuncia sindicato

quinta-feira, 22 de maio de 2014 · 0 comentários

Situação da DP da cidade de Macaíba foi denunciada em memorandos.
Sindicato dos Policiais Civis cobra providência da Secretaria de Segurança.

Do G1 RN
Delegacia de Macaíba está com coletes vencidos
desde 2012 (Foto: Divulgação/Sinpol/RN)

Uma delegacia sem munição para armas, sem rádio comunicadores, com coletes à prova de bala vencidos e carros com licenciamento atrasado. Esta é a situação relatada em dois memorandos da Delegacia de Polícia Civil deMacaíba, na Grande Natal. Os documentos foram enviados ao Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública (Sinpol/RN), que prometeu cobrar providências da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) sobre a falta de condições da DP.

Dos 14 agentes da unidade, oito portam pistolas fornecidas pelo Estado, três estão com revólveres e outros três desarmados. A unidade tem dez coletes à prova de balas, dos quais seis estão vencidos desde 2012 e, por isso, os policiais devolveram para o delegado.

Os documentos mostram que os dois carros disponíveis para a delegacia estão sem rádios comunicadores e os dois rádios portáteis estão com defeitos. Até mesmo o material de expediente vem sofrendo racionamento e têm faltado itens como papel higiênico. Ainda segundo o Sinpol/RN, os policiais não têm nenhum telefone móvel e o telefone fixo não faz ligação para celulares. Para não prejudicar o andamento das investigações, os policiais precisam usar os telefones particulares.
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Atualmente, ainda segundo foi constatado pelo sindicato, a delegacia só funciona porque conta com ajuda da Prefeitura de Macaíba, que fornece almoço e também tem dado combustível. Até mesmo um veículo foi emprestado pela prefeitura para ser usado como carro da polícia. Além disso, para desempenharem suas funções, os próprios servidores acabam comprando materiais básicos como papel, cartucho para impressora e produtos de limpeza.

A DP de Macaíba tem atualmente 1.800 boletins de ocorrências registrados, 155 inquéritos policiais e 15 atos infracionais instalados. É a única unidade para atender uma população estimada em 75 mil habitantes.

Degepol aguarda recursos

A assessoria de comunicação da Delegacia Geral de Polícia Civil (Degepol) informou que aguarda a liberação de R$ 3,7 milhões de um convênio do programa Brasil Mais Seguro, do governo federal. Os recursos em questão são específicos para a restruturação de todas as delegacias da Grande Natal e das Delegacias de Homicídios de Mossoró e Natal.

A Degepol acredita que a verba comece a ser usada no máximo em agosto deste ano. O valor já teria sido aprovado, mas ainda não foi liberado pelo governo federal.

Sargento suspeito de envolvimento na morte de advogado é preso novamente

terça-feira, 30 de julho de 2013 · 0 comentários

Por Sérgio Costa e Thyago Macedo do portalbo
Foto: Divulgação / Degepol

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (30), o sargento Carlos Ferreira de Lima, na cidade de Macaíba. O policial, que já tinha sido preso em 21 de junho, mas estava em liberdade, teve mandado de prisão expedido. A prisão estaria mais uma vez relacionada com a morte do advogado Antônio Carlos de Oliveira.

No entanto, a ação desta terça-feira foi batizada de Operação Avengers, que em português é vingadores. No início da manhã, uma equipe da Polícia Civil foi até a cidade de Macaíba para cumprir mandados. De acordo com a Delegacia Geral (Degepol), uma entrevista coletiva será realizada por volta das 10h30 de hoje para que sejam repassados detalhes da operação.

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O comandante do 11º Batalhão da Polícia Militar, coronel Josimar de Lima, informou que já foi comunicado da prisão do sargento Carlos. Ele afirmou que o policial estava em liberdade há 20 dias, mas agora deverá ficar novamente detido no Batalhão, aguardando decisão da Justiça.

No início deste mês, o delegado Raimundo Rolim, que integra a comissão que investiga a morte do advogado Antônio Carlos, havia declarado que o inquérito tinha elementos que indicava a existência de um possível grupo de extermínio. Inclusive, seis armas e munições foram apreendidas ao longo das investigações da Polícia Civil, algumas delas com relação direta com o sargento Carlos Ferreira.

Além do sargento da Polícia Militar, o irmão dele também foi preso em flagrante, tendo em vista que durante o cumprimento dos mandados, os policiais encontraram na casa dele quatro espinguardas. Com isso, o homem foi levado para a Delegacia de Homicídios, onde está sendo autuado.

Francês é preso com munições no aeroporto de Natal, diz PF

terça-feira, 2 de abril de 2013 · 0 comentários

A Polícia Federal do Rio Grande do Norte prendeu no aeroporto de Natal um mestre de obras francês de 47 anos que tentava embarcar em um voo para Portugal levando 106 cartuchos de munição calibre 38.
A prisão ocorreu na noite deste domingo (31), no momento em que a bagagem do francês foi submetida ao aparelho de raios-X.

Levado para autuação na Superintendência daPolícia Federal, o homem declarou que parte da munição era originária do seu país, enquanto que uma outra quantidade foi adquirida na cidade potiguar de Caiçara do Norte, onde ele residiu anteriormente por cerca de cinco anos.

Ainda durante o depoimento, o europeu alegou que estava retornando para a França e “não sabia” que a munição se encontrava dentro de uma caixa de máquina fotográfica, no interior da mala.

O estrangeiro, que não possui antecedentes criminais, foi enquadrado no Estatuto do Desarmamento, pagou fiança de R$ 1 mil e vai responder ao processo em liberdade.

G1RN

Aposentado de 81 anos é preso com arsenal em Catolé do Rocha

terça-feira, 5 de março de 2013 · 0 comentários


Após receber várias denúncias anônimas e realizar investigações a Polícia de Catolé do Rocha conseguiu localizar e prender um homem de 81 anos com um arsenal de armas.

O aposentado Francisco Bezerra Cavalcante, foi preso e autuado em flagrante por posse ilegal de arma. O ancião foi preso em sua residência no Distrito Coronel Maia, por uma guarnição comandada pelo Sargento Gomes e apoio dos soldados Queiroga e Tiago

Com ele, a Polícia encontrou 10 armas de fogo, sendo elas: 01(um) rifle cal. 44 - 01(um) rifle cal. 22 - uma escopeta cal. 12 - uma espingarda cal. 20 - uma espingarda de dois canos cal. 28 - duas espingardas cal. 32 - três espingardas de fabricação caseira tipo "bate bucha", uma munição intacta cal. 7,62 (de uso restrito), uma munição intacta cal. 45 (de uso restrito), 04 munições intacta de revólver cal. 38, uma munição intacta cal. 44, 02 munição intacta cal. 32; 105(cento e cinco) munições deflagradas de vários calibres.

O acusado recebeu voz de prisão e foi conduzido, juntamente com o material apreendido à Delegacia de Polícia daquele município e entregue as autoridades competentes para que sejam tomadas as providências cabíveis.

maispatos.com

PM apreende 12 armas de fogo e 66 munições em uma semana

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013 · 0 comentários




Até as 7 horas desta segunda-feira, 25, a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte apreendeu durante esta semana doze armas de fogo e 66 munições de calibres diversos em Natal e Região Metropolitana.
Além disso, a PMRN capturou nove foragidos da Justiça, sendo oito deles na Região Metropolitana do Estado e o nono no Município de Assú.
A Polícia Militar ainda realizou a apreensão de cerca de 1kg de maconha e crack, além de uma balança de precisão, combatendo o tráfico de drogas no Município de Natal.
Foram sete armas de fogo apreendidas de calibre permitido (.38 e .22), uma de calibre restrito (.40) e quatro armas de cano longo de calibre .12. Uma das armas apreendidas é de fabricação norte-americana, produzida por uma das maiores produtoras de armamento nos EUA.
Quanto à fiscalização de trânsito realizada durante toda a semana, o Comando de Polícia Rodoviária Estadual registrou o recolhimento de 12 carteiras de habilitação, sendo cinco delas recolhidas por embriagues ao volante, além de oito veículos apreendidos.
O balanço de apreensões e capturas são referente ao período compreendido entre os dias 18 de fevereiro até as 7h da manhã desta segunda-feira (25).

Fonte: PMRN


Operação da Polícia Militar culmina com apreensão de arsenal no município de São Fernando

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013 · 0 comentários

Uma operação da Polícia Militar de Jardim de Piranhas (GTO) com apoio dos grupos especiais de Jardim do Seridó e Caicó, coordenados pelo Ten. Lopes e Cap. Aderlan, culminou na apreensão de um arsenal de armas de fogo, inclusive foram apreendidas três espingardas, sendo uma delas cal. 12. 

O mandado de buscas e apreensão atendia uma denúncia feita aos sítios Bestas Brabas (São Fernando), sítio Garcia (São Fernando) e sítio Juazeiro (Jardim de Piranhas), nos quais foram encontradas 3 espingardas e 3 revólveres, além de material de recarga como pólvora e espoletas, assim como 15 cartuchos cal.12 intactos, sendo 13 de fábrica, 2 normais estando 1 deflagrado. 

Na operação foram detidos e encaminhados à delegacia para procedimentos, Joaquim Dantas de Queiroz, 46 anos, residente no sítio Juazeiro, com ele foi encontrado 1 revólver cal. 32 da marca Taurus - já com Joaquim Faustino de Queiroz, 77 anos, residente no sítio Garcia, foram encontrados 1 revólver cal. 38 e 1 espingarda 28 - o terceiro investigado detido na operação atende pelo nome de Fábio Luiz Azevedo Faustino, 29 anos, residente no sítio Bestas Brabas, com ele foram apreendidos 1 espingarda cal. 12, 1 espingarda cal. 36 e 1 revólver cal.38. 

O comandante do 6º BPM, Maj. Costa, em entrevista coletiva à imprensa, disse que uma dessas armas pode ter sido utilizada numa tentativa de homicídio na cidade de São Fernando no dia 19 de novembro, que a polícia recomenda a quem possua arma não registrada que entregue pessoalmente à polícia para que situação semelhante a essa não ocorra, mesmo as armas sendo objeto de posse, como denomina o art. 12 da lei 10.826/2003, os quais foram enquadrados. "Alguns informes davam conta que os proprietários dessas armas passaram a interpretar para outros moradores dessas comunidades um certo autoritarismo, exatamente por conta do uso dessas armas, assim sendo, o nosso trabalho é interferir o quanto antes possível para que outros fatos não venham a acontecer", relatou o Maj. Costa. 

O delegado regional, Dr. Getúlio Medeiros, fez o enquadramento do trio no art. 12, posse de armas, o qual define como crime afiançável, sendo estipulado R$ 3.400,00 para Fábio Luiz, o mesmo portava a maioria das armas e R$ 1.200,00 aos demais respectivamente.

PM Currais Novos/ Jair Sampaio

Número de munições desviadas no Rio de Janeiro entre 2000 e 2010 chegou a 32.696

quarta-feira, 20 de junho de 2012 · 0 comentários

O número de munições desviadas das forças policiais e militares no Estado do Rio de Janeiro entre 2000 e 2010 chegou a 32.696, segundo a apuração da CPI da Assembleia Legislativa que investigou o tráfico de armas. Não há dados consolidados sobre recuperação do material subtraído. Leia também: Rio teve 1.580 armas desviadas de órgãos públicos entre 2000 e 2010 Só a Aeronáutica teve 20.040 balas desviadas. Um dos maiores roubos ocorreu em fevereiro de 2010 quando 2 mil munições para pistolas nove milímetros foram desviadas do 3º Comando Aéreo Regional (3º Comar), no centro do Rio. Já no Exército houve desvio de 11.373, sendo cerca de 9 mil delas subtraídas em dezembro de 2007 do Depósito Central de Munição, em Paracambi, na região metropolitana. Segundo a CPI, a PM teve 466 munições desviadas no período sendo 215 cartuchos calibre 5,56 mm (fuzil), 140 calibre 7,62 mm (fuzil) e 140 calibre 40 (pistola).

Já na Marinha, foram 817 projéteis subtraídos. Vinte foram recuperados.

Ao contrário do que ocorreu com as armas, a área pública superou a privada em número de desvios. O setor particular perdeu 10.730 balas no mesmo período.

Agentes suspeitos O relatório da CPI das Armas também levantou que, entre 2000 e 2010, ao menos 2.024 pessoas foram indiciadas, processadas ou presas entre 2000 e 2010 pelo crime de tráfico de armas no Estado.

Dentre elas, há 82 policiais militares, 32 bombeiros militares, 29 policiais civis, quatro agentes penitenciários, três policiais federais, 88 membros das Forças Armadas (65 do Exército, 12 da Marinha, 11 da Aeronáutica), dois guardas municipais e 250 civis, além de 1.531 pessoas sem qualificação. Os nomes dos suspeitos não foram citados no relatório devido à possibilidade de terem sido inocentados ou ainda não julgados. Números podem ser maiores Coordenador da CPI das Armas, o delegado da Polícia Civil do Rio Vinicius George afirmou ao iG que o número de desvios de armas e munições de forças policiais e militares pode ser ainda maior do que o citado no relatório.

Segundo ele, houve corporações que não passaram dados confiáveis e outras que demonstraram falta de controle interno do armamento.

"As informações passadas pela PM foram frágeis. Os bombeiros não passaram informação alguma. Já outros órgãos, como a Polícia Civil, tiveram boa vontade em informar mas apresentaram um nível de desorganização grande em seu controle interno. Não havia banco de dados informatizado, controle de distribuição pelas unidades. Somente as Forças Armadas apresentaram dados mais precisos. O número desviado é maior do que o citado no relatório, com certeza. Não diria o dobro, mas é difícil fazer uma estimativa", disse

O delegado explicou que devido a baixa qualidade nas informações, por exemplo, não foi possível fechar um número sobre o número de explosivos desviados, como granadas, por exemplo.

George declarou que o número de armamentos e munições desviados não o surpreendeu e que é impensável dizer que, no caso dos desvios, não houve a participação de alguém das próprias corporações.

"As informações costumam vir de alguém de dentro. Um policial que trabalhava no depósito central de armas da PM e ficava responsável por receber todo o armamento e distribuí-lo era envolvido com traficantes. Munições que foram desviadas de batalhões da PM foram usadas no assassinato da juíza Patrícia Acioli", disse ele citando alguns casos de participação de policiais nos desvios.

Segundo ele, os desvios podem ser por roubo ou furto e os destinos são sempre traficantes, bicheiros, milicianos ou para cometimento de crimes pelo próprio responsável pela subtração do material.

A respeito do baixo índice de recuperação das armas desviadas verificado pelo relatório, Vinicius George disse também não ter ficado surpreso. Segundo ele, a deficiência no controle interno dos armamentos e munições também compromete o papel do Estado na fiscalização do mercado privado, da onde ocorreu o maior número de desvios

"Se o Estado não consegue controlar o que está dentro, quem dirá do que está fora. Como é que o próprio vai fazer um controle eficaz do mercado privado, desde a fabricação até a venda nas lojas. ", declarou.

George explicou ainda que, apesar do desvio de armas ser maior no mercado privado, ele é mais qualitativo nos órgãos públicos.

"A maioria dos desvios na iniciativa privada é de armas curtas enquanto nos órgãos públicos saem muitos fuzis", argumentou. No ano passado, embora os dados não tenham sido totalizados, surgiram notícias de desvios de armas e munições públicas. Uma delas foi de um fuzil que desapareceu dos quadros da Força de Pacificação do Exército que atuava nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte. O outro caso foi de uma investigação que apontou um PM do Bope (Batalhão de Operações Especiais) envolvido no desvio de munições da polícia. Os projéteis, de acordo com a apuração, teriam sido negociados com traficantes do município de Itaboraí, na região metropolitana. Houve ainda um caso do desaparecimento de munições do Batalhão Escola de Comunicações do Exército, na Vila Militar, em Deodoro, na zona oeste da capital.

Mario Hugo Monken, iG Rio de Janeiro via policialbr.com

 

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