COMISSÃO APROVA USO PESSOAL DE PISTOLA TASER

Da Agência Câmara
Read more: http://qthdanoticia.blogspot.com/2013/03/comissao-aprova-uso-pessoal-de-pistola.html#ixzz2OH6cOB87
lei que cria um banco nacional de DNA para auxiliar na elucidação de crimes violentos é sancionada
BRASÍLIA – A lei que cria um
banco nacional de DNA para
auxiliar na elucidação de crimes
violentos foi sancionada pela
presidente Dilma Rousseff e
publicada nesta terça-feira (29)
no Diário Oficial da União. A
proposta, de autoria do senador
Ciro Nogueira (PP-PI), visa a
instituir no Brasil uma unidade
central de informações genéticas,
gerenciada por uma unidade oficial
de perícia criminal.
Esse banco de material reúne
vestígios humanos como sangue,
sêmen, unhas e fios de cabelo
deixados em locais de crimes que
poderão ser usados pelas
autoridades policiais e do
Judiciário nas investigações.
Também fará parte do banco o
material genético de criminosos
condenados por violência dolosa,
quando há intenção de praticar o
crime.
Todos os dados coletados serão
sigilosos e os perfis genéticos
deverão seguir normas
constitucionais e internacionais de
direitos humanos. Segundo a lei, as
informações obtidas a partir da
coincidência de perfis genéticos
deverão ser consignadas em laudo
feito por perito oficial devidamente
habilitado.
Segundo o presidente da
Associação Nacional dos Peritos
Criminais Federais do
Departamento de Polícia Federal
(APCF), Hélio Buchmüller, a
proposta é uma reivindicação
antiga dos peritos criminais
federais. “A gente (os peritos
criminais) vem orientando setores
do governo há oito anos para a
criação dessa ferramenta. Temos
a possibilidade de implementá-la,
mas necessita de amparo legal.”
Atualmente, vários países, como
os Estados Unidos, o Canadá, a
França, a Alemanha, o Japão e a
Austrália, usam banco de dados
genéticos como ferramenta em
investigações criminais. Para
Buchmüller, o Brasil ainda está
muito atrasado em relação a isso.
“Os principais países do mundo
aplicam porque têm a avaliação do
bem que essa ferramenta traz. Ela
salva vidas, evita que pessoas
sejam mortas, estupradas e que
pessoas sejam erroneamente
acusadas.”
De acordo com o advogado
criminalista e ex-diretor do
Conselho Federal da Ordem dos
Advogados do Brasil, Alberto
Toron, a lei representa um grande
avanço, pois permitirá identificar
com mais segurança pessoas que
praticaram crimes, bem como
evitar que inocentes sejam
punidos. “Estamos avançando no
campo da polícia científica,
utilizando avanços tecnológicos
para permitir identificar os autores
de crimes graves e violentos, e,
com isso, minimizar os erros
judiciais.”
O prazo para a lei entrar em vigor é
180 dias.
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/banco-de-dna-de-criminosos-e-criado-no-pais-1.452177
Projeto de lei quer proibir a realização de vaquejadas
Existe um projeto de lei que pretende proibir as vaquejadas, evento que é bastante comemorado pelos nordestinos no qual realizam laçadas e derrubadas de bois e bezerros. O PL 2086/11 é de autoria do deputado Ricardo Tripoli (PSDB). O relator do projeto, o deputado paulista Walter Feldman, já afirmou que vai votar a favor da proibição.
Vai ser considerado infrator o proprietário do local onde foram executadas as práticas contra os animais. Também será infrator o servidor ou a autoridade que conceder alvará ou licença para a realização do evento. A multa poderá atingir o valor de R$ 30 mil.
O relator argumenta que a vaquejada faz com que os animais sejam submetidos a agressões e violência desnecessárias e que não há nenhuma justificativa de lazer, entretenimento ou esporte. Ele espera que o projeto seja aprovado no Plenário.
Algumas ONGs, que são desfavoráveis a rodeios e vaquejadas, afirmam que os animais, que participam dessa atividade, são submetidos a situações de stress e têm o funcionamento do sistema nervoso central modificado.
Entretanto, há duas propostas na câmara que tramitam em conjunto seguem no sentido oposto da proibição. Uma delas regulamenta a vaquejada como atividade esportiva (PL 3024/11) e a outra regulamenta a vaquejada como atividade desportiva formal (PL 2452/11).
Os três projetos têm que ser analisados também pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.
Nominuto
