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Advogada de PMs presos pede Força Tarefa para investigar crimes contra policiais

sábado, 27 de abril de 2013 · 0 comentários


Por Sérgio Costa e Thyago Macedo
Foto: Reprodução

A advogada Kátia Nunes criticou que a Secretaria Estadual de Segurança Pública tenha criado uma Força Tarefa para investigar possíveis crimes atribuídos a policiais e criticou que a entidade não tenha o mesmo empenho para investigar os crimes que são praticados contra policiais militares, civis e agentes penitenciários.

“É tanta pressa para achar quem matou bandido, mas não pressa nenhuma em se saber quem matou policiais. Acho isso uma incoerência, uma injustiça. A sociedade quer que a Polícia Civil trabalhe, mas trabalhe em função de quem é vítima e não de quem é bandido”, destacou a advogada.

Kátia Nunes trabalha na defesa dos policiais Wendel Fagner Cortez de Almeida e Rosivaldo Azevedo Maciel Fernandes, preso na semana passada, pela Força Tarefa criada pela Sesed, e que foi impedida de atuar pela Justiça, por questões de legalidade.

Em entrevista ao Portal BO, a advogada destaca: “se Wendel e Rosivaldo fossem bandidos, a sociedade não estaria pedindo a sua volta. Hoje, a bandidagem está comemorando e fazendo churrasco, na zona Norte de Natal, porque eles estão presos”. Os dois policiais militares presos por suspeita de homicídio estão no Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta.

Quais os delitos mais comuns no País? Os 9 crimes que mais geram prisão no Brasil

quinta-feira, 6 de setembro de 2012 · 0 comentários


Um bom modo de saber o que está ocupando as polícias de um país, e qual a prioridade sócio-política de uma nação, é saber quais são os delitos que estão gerando prisões realizadas pelas polícias. Os números abaixo demonstram claramente que o problema das drogas, embora sempre seja discutido a partir de chavões e conceitos irrefletidos, é de importância primeira para definir o que deve ser o trabalho policial.

Considerando que as prisões realizadas por “tráfico de drogas” neste contexto não são dos que dominam o setor estratégico desse comércio, sabemos bem (basta olhar para as cadeias) qual público é convenientemente retirado do convívio social:



Autor: Danillo Ferreira - Tenente da Polícia Militar da Bahia, associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública e graduando em Filosofia pela UEFS-BA. | Contato: abordagempolicial@gmail.com

Abordagem Policial via http://asprarn.blogspot.com.br

No RN, crimes prescrevem por falta de Policiais

segunda-feira, 7 de maio de 2012 · 0 comentários


Por Sd PM J. Júnior
Fonte: Sd Glaucia via blog Retrato do Oeste
A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) requer ao Governo do Estado prorrogação da validade do concurso para delegado, agente e escrivão da Polícia Civil. A medida visa à convocação dos aprovados para diminuir a carência de servidores na corporação.
A insuficiência de pessoal, segundo a parlamentar, prejudica andamento e conclusão de inquéritos policiais, favorecendo a impunidade tanto pela ausência de provas quanto pela prescrição da ação penal. Daí, a importância do reforço da Polícia Civil.
Larissa acrescenta que, segundo a Lei Orgânica Estadual, cada unidade policial deveria possuir, pelo menos, um delegado, um chefe de investigação e um chefe de cartório. Na prática, no entanto, vários municípios não dispõem desses profissionais. “Os candidatos do concurso edital 2008, homologado em dezembro de 2010, afirmam que já foram submetidos ao teste físico, ao psicoteste, faltando academia e nomeação. A prorrogação dará mais tempo para o Governo do Estado convocá-los”, justifica.


Larissa lamenta que a Polícia Civil, sem delegados, agentes e escrivães suficientes, não consegue dar resposta necessária contra a criminalidade. “Mas, a convocação dos aprovados é fundamental para começar a mudar essa realidade contra a violência”, observa. O titular: além de o RN não ter policiais civis, também não dispõe de delegacias e principalmente suporte de inteligência e perícia forense, de modo que devido a isto crimes deixam de ser investigados e assassinos ficam soltos, promovendo assim o crescimento da violência e o sentimento de injustiça.

 

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